segunda-feira, 19 de outubro de 2009

“Juntado com fé...”

Há um dito popular que é o seguinte: “Juntado com fé, casado é”.
Será verdade?
Eis as palavras da Igreja:

Existe união livre quando o homem e a mulher se recusam a dar uma forma jurídica e pública a uma ligação que implica intimidade sexual.
A expressão é enganosa: com efeito, que significado pode ter uma união na qual as pessoas não se comprometem mutuamente e revelam, assim, uma falta de confiança na outra, em si mesma ou no futuro?
A expressão abrange situações diferentes: concubinato, recusa do casamento enquanto tal, incapacidade de assumir compromissos a longo prazo. Todas essas situações ofendem a dignidade do matrimônio, destroem a própria idéia da família, enfraquecem o sentido da fidelidade. São contrárias à lei moral. O ato sexual deve ocorrer exclusivamente no casamento; fora dele, é sempre um pecado grave e exclui da comunhão sacramental
(Catecismo da Igreja Católica, n.º 2390).

No meloso e chatíssimo mundo pós-moderno e politicamente correto em que vivemos, tal situação, que até há poucas décadas era chamada de concubinato, amasiamento ou amancebamento, agora é nomeada como “relação estável”.
Os padres e demais agentes de pastoral, tão ciosos dos deveres sociais pelos quais estão habituados a lutar, deveriam chamar a atenção da paróquia sobre a baixeza de tal mentalidade, que denigre a vida social e “coisifica” o ser humano.

Trecho do catecismo disponível em:
http://catecismo-az.tripod.com/conteudo/a-z/f/fidelidade-conjugal.html

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