sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Depois dizem que a RC“C” não é filial protestante!

Vejam essa:

Os católicos [...] estão se acostumando ao estilo gospel de música. Já foi o tempo em que as canções “Maria de Nazaré” e “Segura na Mão de Deus” eram os únicos sucessos nas missas. Hoje, os hits cantados nas celebrações são compostos por autores evangélicos, sem preconceito.
O maior nome da Igreja Católica no Brasil, padre Marcelo Rossi
[Foram os hereges que o escolheram como o maior nome da Igreja Católica no Brasil?], é assíduo do “canto de louvor”. Ele puxa o coro [E o saco dos protestantes!!!] em músicas como “Faz um Milagre em Mim”, “Deus do Impossível” e “Fico Feliz”, todos sucessos de cantores evangélicos. O povo acompanhava entusiasmado, em voz e gestos, a celebração realizada na última quinta-feira, no santuário Mãe de Deus, em Interlagos (zona sul de SP), para mais de 6.000 pessoas.
O estilo musical da “concorrência” começou a ganhar força nas igrejas com o crescimento do movimento carismático
[Ô-xiricantalá-oxiribaialalá! Xeque-mate! Os hereges confirmam, ainda que indiretamente, que a Revolução Carisnóisca é filha deles!!!], ocorrido nos anos 90. Até então, a troca de canções entre as duas religiões era quase imperceptível. Entre os evangélicos, apenas o padre Zezinho – primeiro religioso cantor do país – era aceito. A “Oração da Família”, composta e gravada por ele, é considerada letra universal.
Atualmente, os estilos caminham para a unificação
[DEUS O LIVRE!!! JÁ BASTA A UNIFICAÇÃO NA LITURGIA!!!], segundo os próprios religiosos. “Hoje está acontecendo o uso comum das músicas porque as letras deixaram de fazer apologia a uma determinada religião e passaram a se voltar à mensagem do evangelho” [Que “evangelho”? O de Pedro ou do Romildo? Quem sabe o do Edir, não é mesmo?], afirma o padre Juarez de Castro [Será que com esse discursinho melado de ecumenismo, esse padre chegará a ser convidado para cantar em alguma igrejola de fundo de quintal?], secretário de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. As letras não citam mais termos religiosos típicos das missas – como a eucaristia, por exemplo.
Para Rodrigo Plaça, cantor católico
[Nunca ouvi falar nele...], a adesão ao gospel acontece porque a base musical evangélica é melhor, quase lírica. “A música deles é de louvor, de entrega. Quando escutam, as pessoas entram em uma espécie de transe [A fé não pode jamais ser confundida com algo mágico! Essa estorinha de transe é coisa de macumbeiro ou espírita!!!!], ficam emocionadas e colocam suas emoções para fora [“PARA QUE PRECISAMOS DE TESTEMUNHAS???” Vão continuar negando que a RC“C” é irracionalista e sentimentalóide?]. Os católicos perceberam esse sucesso e foram atrás”, afirma.
Com padres dessa qualidade, só mesmo com a intercessão de São Pedro Canísio, o MARTELO DOS HEREGES.
Textos disponíveis em:
Associação Cultural Montfort
Ação Gospel (protestante)

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