quarta-feira, 28 de julho de 2010

Plínio, "católico"? Não! CAÓTICO!

Se as eleições de 2006 já pareciam um tanto difíceis de se votar em algum candidato que prestasse, o que dirão estas de 2010, onde quase não há ninguém razoável para se escolher.
Ou é a terrorista (plastificada, retocada e repaginada), ou é o careca dos Simpsons, ou é aquela tiazinha magrela da floresta (cuja aparência é uma síntese de Gandhi, Ellen G. White e um pouquinho de Obama). Mas tem também os nanicos: o tiozinho do aerotrem, o E-E-Ey-ma-el, e tem também os filhotes oriundos do cruzamento de Lênin com Mao e Stalin, com a velha e mofada cantiga de luta de classes.
Mas tem um outro em especial - esquerdalha, logicamente - que muitos pensam que é católico. Pelo discurso, deve ser cria das CEB's, MST's, CPT's e CIMI's da vida.
O nome dele é Plínio, mas não é aquele de Oliveira, e sim o de Arruda.
Por que se candidatou? Por que não vai buscar o refúgio do interior para descansar a cabeça?
Se ele é favorável ao orgulho purpurina, ao "bagulho do bumba", à "interrupção da gravidez, para o bem-estar e pleno direito da mulher decidir o que fazer com o corpo", vá lá, mas que por favor, se por acaso alguém perguntar se é católico, que ele seja honesto e diga que não.
Deu na Folha: Plínio Sampaio é a favor da legalização do aborto, da maconha e do casamento gay - convenhamos, não é muito diferente dos principais presidenciáveis de 2010.
Se for mantida a média, em 2014 as eleições devem ser uma droga, piores do que as deste ano.

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