quarta-feira, 23 de março de 2011

O catolicismo em extinção

Quando se fala em extinção do catolicismo, logo vêm à nossa mente lugares como a atual Argélia, que antes da invasão árabe nos século VII e VIII, era um importante centro cristão da África do Norte, abrigando, inclusive, a antiga cidade de Tagaste (atual Souk-Ahras), terra natal do grande Santo Agostinho. Ou a diminuição dramática do número de grupos católicos no Oriente Médio, onde comunidades inteiras desapareceram, principalmente no Iraque, no Irã e na Cisjordânia.

Mas não! Quando falo em extinção do catolicismo, refiro-me especificamente ao município cearense de Jijoca de Jericoacoara!

Extinção? “Não é exagero do blogueiro?”, deverá perguntar o leitor deste mero blogue...

Não! E digo mais: os hereges estão em plena expansão aqui na cidade!

Porque digo isso? Porque de uns tempos para cá, muitos que se diziam católicos estão deixando aquela igreja sobre a qual “as portas do inferno jamais prevalecerão” (ver em Mateus 16, 18), para aderirem às novidades e “fábulas” (ver em II Timóteo 4, 4) pregadas por seitas criadas por homens.

É preocupante ver que vários “evangelhos” estão sendo adulterados e pregados, e que a paróquia se empenhe mais com dancinhas “ecologicamente corretas”.

Eu não quero ir à missa para ouvir falar de porcaria de “consciência ecológica”, eu não quero ir à missa para ver aquele besteirol de dancinha em prol da tal de “mãe” Terra!

Eu quero ir à Santa Missa para ouvir falar de santidade, de combate ao pecado, de conversão permanente, enfim, eu quero que o padre daqui chame a atenção do povo, “puxe as orelhas” mesmo, para que o rebanho se volte para Deus!

De que adianta viver a Quaresma atualmente? Só para refletir sobre os temas enfadonhos da Campanha da Fraternidade? Isso é muito chato! Se alguém parar para prestar atenção, pode reparar que são sempre os mesmos temas, só que com nomes diferentes, ou a CF-02, por exemplo, cujo tema foram os indiozinhos, é diferente da CF-04 (se não me engano), cujo tema foi a proteção das águas?

Na localidade de Jericoacoara, por exemplo, é outra calamidade: por se tratar de um destino turístico procurado por gente de muitos países, é dominante a mentalidade hedonista, onde o prazer é a regra, além de uma forte influência da tal de “Nova Era”. Só que agora as seitas protestantóides estão arregimentando os jovens, e é triste vê-los indo a algumas dessas igrejolas. Ainda que isso seja mais na base do oba-oba, pelo menos eles estão lá ouvindo alguma coisa que tenha um pouco a ver com a Bíblia, não com proteção da “mãe natureza”.

O mais alarmante é que até gente que era coroinha se bandeou para as seitas! E o pior: chama a hóstia consagrada de “isopor”! QUE BLASFÊMIA!!!!!!

Continuem sempre assim, veneráveis bispos e padres do Brasil, preocupem-se mesmo com a natureza! Este mundo material é passageiro, tudo o que vemos vai acabar de qualquer maneira!

Proteger a natureza é importante? Claro que é, não sou louco de afirmar o contrário, só que a ecologia jamais deveria se sobrepor à teologia e à evangelização, ou Nosso Senhor Jesus Cristo mandou os apóstolos “defenderem a mãe Terra”?


Que Santa Luzia, virgem e mártir, padroeira da paróquia daqui, interceda por esta igreja que padece aqui no Ceará!

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Fonte da imagem:

http://stbrigidccd.com/saints/Lucy.htm

Um comentário:

Ana Maria Nunes disse...

Ainda tem gente que diz n vivemos uma crise! E o papa, mais cambaleante que nunca.