domingo, 12 de julho de 2009

Santo Afonso e a paixão de Cristo

Trecho de Reflexões sobre a paixão de Jesus Cristo, de Santo Afonso Maria de Ligório:
“Quanto agrada a Jesus Cristo que nós nos lembremos continuamente de sua paixão e da morte ignominiosa que por nós sofreu, muito bem se deduz de haver ele instituído o Santíssimo Sacramento do altar com o fito de conservar sempre viva em nós a memória do amor que nos patenteou, sacrificando-se na cruz por nossa salvação. (...)
Se alguém padecesse por seu amigo injúrias e ferimentos e soubesse que o amigo, quando se falava sobre tal acontecimento nem sequer nisso queria pensar e até costumava dizer: falemos de outra coisa – que dor não sentiria vendo o desconhecimento de um tal ingrato? Ao contrário, quanto se consolaria se soubesse que o amigo reconhece dever-lhe uma eterna obrigação e que disso sempre se recorda e se lhe refere sempre com ternura e lágrimas? Por isso é que todos os santos, sabendo a satisfação que causa a Jesus Cristo quem se recorda continuamente de sua paixão, estão quase sempre ocupados em meditar as dores e os desprezos que sofreu o amantíssimo Redentor em toda a sua vida e particularmente na sua morte. (...)”

Fonte: http://www.quadrante.com.br/

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O que incomoda o sionismo?

Por que os sionistas se importam tanto com o que o papa Bento XVI faz ou deixa de fazer?
Por que o judaísmo internacional se incomoda com a figura de Pio XII?
Os sionistas não passam de um povinho sem-vergonha e mal-agradecido!
Viva o papa!
Deu na Folha de São Paulo:

“O pontificado de Bento 16 tem sido marcado por pontos de atrito entre o Vaticano e grupos judaicos.
Dias antes do início da polêmica em torno de Williamson, o cardeal Renato Martino, presidente do Conselho Pontifício de Justiça e Paz do Vaticano, disse que a faixa de Gaza, durante uma ofensiva de 22 dias das Forças Armadas de Israel, assemelhava-se a um campo de concentração.
[por mais direito que os israelenses tenham, às vezes eles exageram na repressão]
Em 2007, o papa enfureceu muitos judeus ao suspender restrições a missas em latim com o rito tridentino, que contém uma oração pela conversão dos judeus. [Para que tanta choradeira? E se a Igreja quiser rezar pela conversão dos judeus, qual é o problema?] A Associação dos Rabinos Italianos decidiu, em resposta à decisão sobre a missa, boicotar as celebrações do dia anual de diálogo inter-religioso entre judeus e cristãos, no dia 17 de janeiro, instituído pelo papa João Paulo 2º como uma forma de combater o antissemitismo. [É bom que tais reuniões não aconteçam mesmo! Não dão em nada!]
O processo para a transformação do papa Pio 12 (1939-1958) em santo também é criticado por grupos judaicos, que acusam o líder da igreja durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945) de não ter se manifestado publicamente contra a perseguição aos judeus promovida pelo governo nazista. [Esse povinho é muito ingrato! Queria o quê? Que a Santa Sé declarasse guerra ao III Reich?]
No ano passado, Bento 16, em uma homenagem a Pio 12, insistiu que o antecessor trabalhou silenciosamente nos bastidores para salvar o maior número possível de judeus, mas também determinou o congelamento do processo até que os arquivos do Vaticano do período da guerra sejam abertos aos pesquisadores.
Em março deste ano, o Vaticano divulgou documentos que mostram ordens de Pio 12 para que mosteiros dessem cobertura aos judeus perseguidos pelos nazistas.
[Isso os sionistas não falam!]
O "Memorial das Religiosas Agostinianas do Mosteiro dos Quatro Santos Coroados de Roma" traz a seguinte mensagem: "O Santo Padre quer salvar todos os seus filhos, também os judeus, e ordena que os mosteiros deem hospitalidade a estes perseguidos".
Autoridades israelenses e grupos judaicos disseram na época que, enquanto os arquivos do Vaticano sobre o papado de Pio 12 permanecem fechados para os pesquisadores, a questão sobre o que o pontífice fez ou não fez para salvar os judeus continua sem solução.”
[Continua sem solução pela “dura cerviz” do povo judeu. Podem abrir, escancarar, ceder todos os documentos “secretos” do Vaticano a Israel e tudo continuará a mesma coisa.]
Não adianta, desde os tempos de Cristo que muitos judeus demonstram teimosia, como está relatada no Evangelho de São João, por exemplo, a cegueira de tantos que não se deixavam convencer pelas evidências da divindade do Senhor Jesus.
É sabido que o sionismo internacional financia muitas seitas protestantes no Brasil, é só prestar atenção que em muitas delas existe a bandeira israelense perto do púlpito. Coincidência?
Clique aqui e veja um exemplo.

Muito cuidado com os nomes dos filhos!

D. Héctor Aguer, arcebispo de La Plata (Argentina) chama a atenção dos pais para o batismo dos filhos.
Entre as palavras do pastor destaca-se a preocupação em dar um nome decente aos filhos:

Se lá na Argentina é assim, o que dirá aqui no Brasil, onde o povinho miúdo [e isso nada tem a ver com condição socioeconômica] tem mania de colocar nomes estranhos nos filhos!
Quantos filhos que não passam por situações humilhantes, principalmente na escola, devido ao nome exótico escolhido pelos pais?
Por que não se colocam mais nomes de grandes pessoas, como Vicente, Afonso, Pedro, Isabel, Beatriz, Nicolau...?

Escândalos melosos de um padreco artista

Padre Favo de Mel, segundo a Montfort:

(...) Eis o que ele [Fashion Meloso] escreveu sobre a ressurreição de Jesus:

“Isso retira a necessidade que temos da materialidade da ressurreição. Não importa que haja um corpo encontrado ou um corpo desaparecido. O que a ressurreição nos sugere é muito mais que um corpo material. O mais importante, e o que verdadeiramente pode mover o cristianismo no tempo, não está na prova material da ressurreição, mesmo porque não a temos. O que possuímos, e isso ninguém pode contestar, é o fato de que os discípulos nunca mais foram os mesmos depois da vida, morte e ressurreição de Jesus. A declaração cristã “Ele está no meio de nós!” nos assegura a continuidade do plantio das flores. Onde existir um ser humano comprometido com as palavras e a proposta de Jesus, lá Ele estará presente. Isso não é lindo, meu amigo?

NÃO!!! ISSO NÃO É LINDO!
ISSO É HORRIVELMENTE HERÉTICO!!!
Como um padre ousa escrever esses horrores?
Não temos prova da ressurreição?
Para esse padre, o que vale não é se se viu Jesus ressuscitado, mas sim a ausência d'Ele, que teria suscitado aos apóstolos continuar a... “plantar flores”?
Pior que uma palhaçada romântica, para encantar moçoilas sem fé e de cabeça vazia, é a heresia que essa padreco lança seguro de que não será sequer advertido. Pelo contrário, esse show-padre está garantido de ter o apoio dos Bispos modernistas da CNBB, encantados de terem um padre moderninho desse tipo.
O que dá finalidade mais alta à existência de um verdadeiro sacerdote é a celebração da Missa. É o poder fazer a consagração do pão e do vinho que torna presente Cristo inteiro com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sob as espécies ou aparências de pão e de vinho.
Padre Melo não crê em nada disso.
Por isso ele é um Padre “diferente”. Melosamente melado.
O oposto do modelo de Padre que foi o santo Cura de Ars, patrono dos sacerdotes verdadeiros, que crêem na Eucaristia e que vivem dela.
Padre Fábio de Melo não vive da Eucaristia. Vive do aplauso para o seu galantismo.
Pois eis o que ele escreveu sobre a presença real de Jesus na Sagrada hóstia consagrada:

“Teilhard de Chardin, teólogo jesuíta, chamava isso de “cristificação do universo”. Esta mística nos permite uma aproximação ainda mais interessante da eucaristia, acontecimento ritual que nós, católicos, chamamos de “presença real de Cristo”. O que é a presença real? A matéria consagrada? O pão e o vinho somente? Não. Juntamente com as duas substâncias está o bonito e sugestivo significado da ausência. A comunidade que celebra, enquanto celebra, prepara a chegada do que vai voltar. A volta de Jesus não é apenas um acontecimento escatológico, reservado ao final dos tempos, mas induz a comunidade a um comprometimento histórico com as dores do mundo”.

Sublinhamos nesse texto a frase escancaradamente herética, negadora da presença de Cristo na hóstia consagrada.
E se esse padre não crê na presença de Cristo na Eucaristia, que missa celebra ele?
Para ele, a Eucaristia significa a ausência de Jesus!!!
E, segundo ele, quem celebra a Missa não é o padre. “É a comunidade que celebra”.
Se esse Padre acredita realmente nisso que ele escreveu, a Missa dele seria inválida. Como os Bispos do Brasil permitem que um Padre escreva tais coisas sem o condenarem?
Nada dizerem eles sobre isso, é conivência com a heresia.
Que Deus defenda as almas do que diz tal Padre e do que não dizem os Bispos que o aplaudem e que se calam.
Pois é assim que se destrói a Fé.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Agradecimentos especiais

Quero muito agradecer ao cristotequeiro DJ Jhordam, que muito me elogiou.
Quero agradecer também ao “pastor” Leonardo Gonçalves, por ter gasto o português dele neste simples blogue, usando de palavras educadas e gentis.
Digo, entretanto, que me reservei o direito de não publicar as palavras de cada um, por enquanto. Talvez num quadro de honra...
Só tenho algumas coisas a comentar:
1º - caríssimo cristotequeiro, se você acha que evangelizar a juventude é se valer de barulheira, vá em frente, vejamos se os jovens terão pique de agüentar aquele putz-putz a vida toda.
Outra sugestão: na boa, sem querer ofendê-lo, vá melhorar o seu português, até porque quem não sabe dominar o próprio idioma não tem muito futuro na vida não.
2º - para o cidadão auto-intitulado “pastor” Leonardo Gonçalves: vá cuidar do seu rebanho! Melhore o nível das suas palavras, já que é um “pastor”, respeite ao menos os seus seguidores!
Só um questionamento: quem foi o comedor de feijão que fundou a sua igrejola? Você virou pastor depois de quanto tempo de estudo? Só não vale curso por correspondência, entendeu?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Miguelito e o evangelho de Lucas

Esta é a história do Miguelito. Miguelito era um crioulinho franzino nascido lá nos cafundós do Judas. Ele tinha muitos irmãos e o pai, o Seu Zé, ao ver que os filhos cantavam bem, principalmente o Miguelito, resolveu ganhar muito dinheiro com eles.
Só que o Seu Zé era muito autoritário, fazia os filhos ensaiarem as danças e as músicas exaustivamente. Miguelito praticamente não teve infância.
Isso deixou profundas marcas psicológicas em Miguelito que, entretanto, ficou famosíssimo, deixou o grupo dos irmãos e decidiu seguir carreira solo. Os passos de dança por ele criados faziam sucesso e eram bastante imitados no mundo todo; ganhou fortunas.
Miguelito, todavia, era um tanto “seqüelado” por ser negro, ainda mais numa sociedade racista. De repente uma doença foi deixando a pele dele clara, clara, muito clara.
Miguelito passou a fazer muitas operações plásticas, tornou-se megalomaníaco, comprou uma mansão nababesca na Califórnia e pôs-lha o nome de “Terra do Nunca”.
O mega-artista ficou com medo de envelhecer, passou a receber crianças em casa, ganhou fama de pedófilo e doente. E a megalomania continuou: mesmo com a natural decadência, mas sem perder a grandeza, gastava mais e mais, para manter o fausto e o luxo.
Tudo fachada.
Miguelito sentia-se só, o pai sempre o explorou, vivia constantemente doente e entupia-se de remédios.
Um duro golpe sofrido pelo cantor foi a enxurrada de processos na Justiça, sendo acusado de pedofilia, de tanto receber menores em casa. E tome milhões e milhões de dólares torrados com advogados.
Miguelito estava arrasado, acabado, desacreditado, adoentado, endividado.
Mas Miguelito queria voltar. E em grande estilo.
Marcou cinqüenta apresentações em Londres: ensaiou, cantou, dançou, até que...
Miguelito morreu!
A ânsia de grandeza, os remédios e o vício em sucesso o mataram.
Depois que Miguelito morreu, a ex-mulher dele, o Seu Zé e muita gente estão brigando para ter a fortuna do finado.
Essa história lembra muito uma certa parábola que o Senhor havia contado:
“Havia um homem rico cujos campos produziam muito.
E ele refletia consigo: Que farei? Porque não tenho onde recolher a minha colheita.
Disse então ele: Farei o seguinte: derrubarei os meus celeiros e construirei maiores; neles recolherei toda a minha colheita e os meus bens.
E direi à minha alma: ó minha alma, tens muitos bens em depósito para muitíssimos anos; descansa, come, bebe e regala-te.
Deus, porém, lhe disse: Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma. E as coisas, que ajuntaste, de quem serão? Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus.
(Lucas 12, 16-21)
Que Deus tenha piedade da alma de Miguelito, que finalmente ele descanse em paz e tenha sido perdoado por ter feito tanta coisa esquisita na vida.

A estorinha da "nêga maluca"

Nestes tempos de idiotização e emburrecimento politicamente corretos, mais a vitimização de certos setores da sociedade tupiniquim, não é demais ler a seguinte estorinha, que simboliza bem o modernismo cultural:
O Seu Manuel, dono de uma padaria, foi intimado pelo delegado de Policia. Lá chegando, perguntou ao Dr. delegado:
- Qual é o problema, doutor?
- O senhor vai ser enquadrado na Lei do Racismo.
- Mas doutor, que fiz para tal punição? Sou comerciante há mais de 40 anos, pago todos os impostos, ajudo as igrejas e a comunidade do bairro. O que está errado?
O delegado muito sem jeito responde:
- Seu Manuel, é que houve uma denúncia: o senhor está vendendo um doce cujo nome é depreciativo à raça negra.
- Mas doutor, não faço isto de jeito algum.
- Segundo a denúncia faz sim. O senhor não vende um doce chamado "NÊGA MALUCA"?
-Mas doutor, esse doce é vendido há mais de 50 anos com este nome, é uma tradição.
- Pois é, Seu Manuel, ou muda o nome do doce ou será enquadrado na Lei de Racismo.
- E que nome devo dar ao doce??
- Que tal "AFRO-DESCENDENTE COM PROBLEMAS MENTAIS"? Assim não estará enquadrado na lei.