quarta-feira, 29 de julho de 2009

Os filhos do maligno

São filhos legítimos de Satanás os seguintes inimigos jurados da santíssima religião cristã e de Nosso Glorioso Senhor Jesus Cristo:
O hinduísmo e demais pragas do paganismo.
O espiritismo, que prega um Deus frio e distante, que pouco se importa com os homens.
A Nova Era e toda porcariada relativista e panteísta.
O islamismo, religião terrorista e assassina que quer a todo custo retirar as marcas de Cristo no mundo.
O protestantismo, que mais atrapalha do que ajuda.
O comunismo pseudo-libertário, que quer transformar os cidadãos em escravos do Estado.
O nazismo, produto do comunismo, porcaria infame e pagã que prega o ódio por razões estúpidas.
O sionismo deicida, outra porqueira derivada do comunismo.
O estado totalitarista gay, devasso e invertido, que quer impor aos cidadãos de bem essa tolerância porca ao que é naturalmente inaceitável.
A pornografia.
A pedofilia, essa imundície que extermina a inocência dos preferidos de Jesus, as crianças.
O tráfico de drogas, causador da violência e da destruição da família.
O materialismo.

Frei Betto e o Islã

Palavras de Frei Betto, no Portal Amai-vos, a respeito da vitória das “direitas” na Europa:
“(...) Esse resultado confirma o adiamento da pretensão da Turquia de integrar a União Européia. No bojo dessa direitização da política européia está o antiterrorismo, com fortes conotações anti-islâmicas. A Europa ‘cristã’ promove, à semelhança dos Reis Católicos da Espanha no século XV, novo expurgo de quem não reza por seu credo.
Vencido o ateísmo (leia: comunismo) chegou a hora de rechaçar o islamismo em nome de uma ‘civilização cristã’ (...)”
Quem dera se a Europa realmente fosse cristã: para começo de conversa, não haveria a União Européia. E outra: graças a Deus que ainda não deixaram a Turquia entrar nesse clubinho pós-cristandade, pois se a Europa cair sob o jugo da besta islâmica, fatalmente nós daqui da América um dia também cairemos!
Regiões que foram referência para o cristianismo primitivo, como África do Norte (terra de Santo Agostinho), Egito, Palestina, Síria e a atual Turquia, depois que foram tomadas pelos servos do falso profeta, perderam irreversivelmente a identidade cristã que lhes caracterizava.
O islamismo, se não conseguiu tomar a Europa toda por força das cimitarras, está conseguindo tomá-la por meio dos imigrantes.
Não nos cabe julgar se deve aceitar ou não a imigração, até porque receber o estrangeiro que busca abrigo é uma obra de caridade cristã. Entretanto, muitos imigrantes vão à Europa unicamente para plantar a semente do mal - o culto a Alá - no coração do que restou da cristandade.
Que os reis ibéricos do tempo da Reconquista, mais outros tantos cristãos e estadistas como Carlos Martel e Afonso de Albuquerque, sirvam de exemplo às novas gerações de políticos europeus para que olhem com bastante cuidado essa difícil questão.

domingo, 26 de julho de 2009

A verdadeira definição de Ir. Dorothy Stang

O Leandro, do Sucessão a Apostólica, deu a legítima interpretação do papel da finada irmã Dorothy:

Irmã Dorothy morreu, infelizmente, por questões políticas. Tomou partido numa briga e, ao invés de agir como Nosso Senhor, tentando apaziguar os dois lados levando o evangelho até eles, preferiu lutar nas regras do mundo se posicionando de um dos lados. A intenção dela era acabar com o sofrimento dos oprimidos, mas usou o discurso marxista para tentar isso ao invés do evangelho. A morte dela resolveu algo? Não.
Chico Mendes era leigo, estava fazendo o que tinha ao alcance de suas mãos, mas não tinha força política, e assim como a Irmã Dorothy, preferiu usar os meios marxistas.

Só para refletir...

Machista: é o homem que acha que a mulher não pode fazer nada.
Feminista: é a mulher que acha que o homem não pode fazer tudo.

sábado, 25 de julho de 2009

Abaixo o velho!

No mundo moderno, tudo o que é “velho” e “tradicional” é considerado um estorvo, algo a ser evitado ou mesmo descartado. Com o advento do modernismo na Igreja, coroado pelo Vaticano II, esse pensamento mesquinho passou a reinar em todos os âmbitos eclesiásticos.
Vejamos, por exemplo, o trecho de um texto que faz parte da biografia de um dos maiores nomes da CNBB, D. Hélder Câmara:

Para Dom Hélder, viver os dias de Concílio Ecumênico foi uma responsabilidade grave... O Concílio Vaticano II foi um Concílio diferente. [Isso é verdade, foi um concílio estranho às tradições da Igreja!] Ele deveria reformar a Igreja. [Lutero também quis reformar a Igreja e deu no que deu...] Deveria renová-la, reformulá-la, facilitando a união das famílias cristãs e atraindo os "homens de boa vontade". [Se a Igreja foi fundada por Cristo, e se Ele é a garantia dela, por que reformá-la? E outra: os tais “homens de boa vontade” seriam os maçons?] E, para alcançar esses objetivos, primeiro seria necessário a conversão de cada um, procurando alcançá-la com seriedade. [Então a Igreja ficou de São Lino até Pio XII sem querer converter as pessoas com seriedade? Só foi a partir do “Bom Velhinho” – que não é o Papai Noel, mas João XXIII – que se voltou a buscar conversões?] Seria um "exercício de santidade". [Seria a santidade através do marxismo?] Em dois mil anos de história da Igreja, apenas 21 concílios tinham sido realizados. O último terminara em 1870 e nele tinha sido reafirmada a doutrina da infalibilidade do Papa. Mas o mundo se modernizara. Invenções aceleraram o entendimento entre os homens de todo o mundo... [Discordo! Muito pelo contrário, os homens acabaram se isolando.] E a Igreja continuava parada, no século XIX... [Como assim “parada”? Ela é uma instituição, não um meio de transporte!] Agora, um Papa avançado em anos tinha a coragem de retomar o caminho há tanto abandonado. [Deveriam dizer então, quem foi o papa que cometeu o gravíssimo pecado de abandonar o “caminho”. Aliás, que raio de “caminho” é esse?] E faz isso no tempo da corrida espacial, da guerra fria, num mundo dividido entre o poder nuclear e o poder econômico de duas superpotências: Estados Unidos e União Soviética. Dom Hélder preparou-se para o Concílio Vaticano II. (...) Por horas e horas trabalhou sozinho, ou com padres mais próximos que convidava, para debaterem aquilo que seriam os temas conciliares. Somente oito brasileiros foram nomeados para a comissão preparatória do Concílio. [Graças a Deus!!!!! A julgar pelos clérigos tupiniquins, se muitos deles fossem em número considerável, os estragos do Vaticano II seriam bem maiores!] Dom Hélder estava entre eles... (...) Esses Bispos chegaram a Roma em 07 de outubro de 1962. De imediato, Dom Hélder começa a agir nos "bastidores", conseguindo mudar o rumo que se estava traçando, com sua coragem e sua visão de futuro.
D. Hélder deu muitas mostras de humildade, como evitar certos “luxos” em favor dos pobres, passando a viver “sem ouro nem prata”. Mas...
Será que um bispo, quando usa uma cruz peitoral feita de ouro, estará, porventura, ofendendo os pobres?
Será que um bispo - inclua-se aqui o Santo Padre - estará dando sinal de arrogância quando vive num palácio? E isso porque o papa vive somente num modesto apartamento.
Será que uma igreja feita com altares ou paredes de ouro estará dando mau exemplo de humildade cristã?
Será que uma Igreja que reafirma a identidade dela, em meio à grande esculhambação moral e espiritual que assola o mundo, é retrógrada e “parada”?
Será que uma Igreja que insiste em querer trazer as pessoas a Cristo Jesus de uma única forma estará buscando a conversão da sociedade sem seriedade?
Essa falsa humildade não seria uma grande demagogia de quem não entende patavina nenhuma de eclesiologia?
Essa falsa humildade não esconderia, na verdade, uma baita inveja de uma instituição que já enfrentou tudo e todos? (Como os césares romanos, as investidas das heresias, as invasões dos bárbaros, as agressões dos maometanos, a tempestade de Lutero e muito mais, em quase dois mil anos de história.)
Se muitos dizem que a Igreja é tida por retrógrada, então vamos descartá-la? Vamos jogá-la fora?
A Igreja é como a mãe, que diz não ao filho birrento, não por maldade, mas porque o ama.
Quanto a D. Hélder, que Deus tenha piedade dele e o tenha, só isso.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Será coincidência?

O Theophilus, grande amigo deste blogue, enviou-me esta profecia, redigida em 1881 em Lérida, na Espanha. Ela trata de tribulação, cisma mortal e dois papas com mesmo nome. Vejamos e tiremos as nossas conclusões:

Profecia de Lérida, na Espanha, datada de 1881, que foi mandada copiar com fidelidade e foi divulgada pelo grande Papa Leão XIII.
Jesus fala: "Advirto-vos, meus queridos, sobre a avassaladora paixão que sofrerá a Minha Igreja, pela ação deicida de uma sacrílega apostasia doutrinária, que com sutileza demoníaca levará adiante grande número dos meus discípulos, os quais, investidos da responsabilidade ministerial que exercerão iniquamente entre vós, produzirão um cisma mortal nas almas dos meus fiéis. Eu estarei convosco. A Igreja é santa de minha santidade. Eu salvarei a Minha Igreja.
Rezai! Rezai diariamente. Que seja a vossa oração, humilde e confiante; perseverai nela! O mundo está ameaçado de ruína total por falta de oração, que significa o esquecimento de Deus. Rezai pelo Santo Padre. Com o correr dos anos ele terá grandes sofrimentos. Daqui a cem anos, sobre o pastor supremo cairá uma dura prova, que colocará em gravíssimo perigo sua fidelíssima, abnegada e preclara existência. Este será o sinal de uma grande crise, como não tem havido até agora; que estremecerá a minha Igreja e o mundo.
O Sumo Pontífice que será seu antecessor, o sacrificarão desapiedadamente os mesmos que o escolheram para ocupar a cadeira de Pedro, diante da firme negativa em aderir ao antipapa. Estes dois pontífices levarão, um e outro, o mesmo nome.
Os pastores, cada vez em maior número, extraviarão meu rebanho. Seduzidos por fantasiosas teorias heréticas, maquinadas por falsos teólogos, eles atraiçoarão sua missão de guias do meu povo, introduzindo no Templo Santo um culto indigno, de raízes pagãs. Ensinarão uma doutrina adulterada. Será um tempo em que o príncipe das trevas se apossará das mentes ensoberbecidas de dignitários, eclesiásticos e civis."

Será coincidência?
A profecia é de 1881. E ela diz o seguinte: Daqui a cem anos, sobre o pastor supremo cairá uma dura prova, que colocará em gravíssimo perigo sua fidelíssima, abnegada e preclara existência.
E o que aconteceu em 1981? O papa João Paulo II sofreu um atentado, baleado pelo infiel e comunista Mehmet Ali Agca.
Outras afirmação da profecia que não poderia passar em branco é esta: O Sumo Pontífice que será seu antecessor, o sacrificarão desapiedadamente os mesmos que o escolheram para ocupar a cadeira de Pedro, diante da firme negativa em aderir ao antipapa.
Ora, o antecessor desse papa que sofre a dura prova é Albino Luciani, papa João Paulo I. Eleito em agosto de 1978, morreu em setembro do mesmo ano. Essa morte é alvo de suspeitas até hoje, ainda mais sabendo que João Paulo I queria, como questão de honra, investigar casos escabrosos como o do Banco Ambrosiano e ligações de cardeais da alta cúpula com a maçonaria. Seriam esses cardeais os seguidores do "antipapa"?
Em outro trecho da profecia vemos ainda: Estes dois pontífices levarão, um e outro, o mesmo nome. João Paulo I e João Paulo II.
Será mesmo coincidência?

Evolucionismo dogmático

Existe um choque de idéias dentro da Igreja, e isso é fato. Vejamos, por exemplo, as palavras de um padre que está no auge do sucesso:
“O que sabemos do Cristo é processual. É assim que o Espírito Santo trabalha na vida da Igreja. A Teologia está a caminho (...). O dogma evolui, pois é verdade santa. Tudo o que é santo, movimenta, porque é vivo. - Pe. Fábio de Melo, em resposta a uma carta aberta a ele enviada (2009).
Mas em 1907 um papa já dizia o contrário:
Ousadamente afirmam os modernistas, e isto mesmo se conclui das suas doutrinas, que os dogmas não somente podem, mas positivamente devem evoluir e mudar-se. - Papa São Pio X, na carta encíclica Pascendi.
O que vale agora: as palavras de um cantor que se tornou padre, sucesso da época atual, ou os ensinamentos de um papa que viveu há mais de cem anos?
Sem querer cair em farisaísmos, nem muito menos pretender fazer um julgamento das obras do padre-cantor - que já falam por si só - , será que a Igreja chegou até aqui, com os quase dois mil anos de História, porque resolveu “dançar conforme a música” do mundo?
Se os dogmas realmente evoluem, conforme disse o reverendo, então deveríamos reescrever a Bíblia a cada mudança de época, já que a verdade deve evoluir.
Agradar a todos nunca foi a canção em voga na Santa Igreja, é por isso que Ela é duramente perseguida!
Desculpem-me fabetes, não é nada pessoal, mas prefiro São Pio X mesmo.