terça-feira, 12 de janeiro de 2010

PROCURA-SE CRUZADOS PARA O SÉCULO 21! URGENTE!!


Sabem da nova?

O Santuário de Fátima sofreu atos de vandalismo de autoria desconhecida!
“O Santuário fala do abuso levado a cabo no passado fim-de-semana, na madrugada de domingo, dia 10 de Janeiro, ocasião em que as quatro estátuas que ladeiam a Igreja da Santíssima Trindade (na Praça João Paulo II, as estátuas dos papas Paulo VI e João Paulo II e, na Praça Pio XII, a do papa Pio XII e a do bispo D. José Alves Correia da Silva) e a própria igreja, no exterior, sofreram inscrições tipo graffiti, a negro, com as palavras ‘Islão’, ‘Lua’, ‘Sol’, ‘Muçulman’ e ‘Mesquita’”. (In Praelio e ACI)

Faço minhas as palavras de indignação presentes no excelente blogue A Saúde da Alma:

“Católicos, ACORDEM!! Defendei a vossa casa! Defendei a vossa Igreja, a verdadeira Igreja do verdadeiro e único Deus! Defendei Portugal e toda a Europa da Islamização e da conquista do mundo pelos seguidores das falsas religiões!
Erguei-Vos, Senhor! Defendei a Vossa causa! Não abandoneis aqueles que Vos procuram!”


Sabe o que eu penso a respeito? Que os cristãos de bem que vivem em Fátima deveriam caçar esse(s) infeliz(es) autor(es) dessa coisa idiota e quebrassem os dedos dele(s) no mínimo!
Digamos que não tenha sido obra de maometanos... Ora, independente disso, pululam por aí casos de perseguição feroz anticristã, promovida justamente pelos filhos de Maomé!
Basta de vermos no noticiário que os cristãos sofrem o diabo [literalmente] nas terras islâmicas!
Basta de vermos aquela coisa piegas de diálogo inter-religioso!
CHEGA!

Já que o único diálogo que esses energúmenos seguidores daquele beduíno vendedor de camelos usados entendem é a linguagem da violência, que usemos da linguagem da violência para com eles! É porrada? Então vamos lá!
CHEGA!

Se fosse eu, um CRISTÃO, que tivesse desenhado cruzes e escrito "JESUS" nas paredes de uma mesquitazinha qualquer, esses imbecis ao redor do mundo clamariam por vingança, pedindo o meu sangue e a minha cabeça!
Desculpe-me pelo desabafo, porém há certos momentos na vida em que só a revolta não é o suficiente...

Deus lo vult? Oxalá!

Fontes:
http://praelio.blogspot.com/2010/01/jihad-islamica-no-santuario-de-fatima.html
http://saudedalma.blogspot.com/2010/01/vandalismo-no-santuario-de-fatima.html
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=17908

Romantismo faz mal à saúde (mental)!

Recado de um romântico para alguém no orkut:

“Não sou desse planeta,de onde eu venho as pessoas são seres pacivas,compreencivas e até simpaticsa com os desconhecidos.Ame avida,pois nascemos para amar....se alguém lhe pergumtar o q fizeste da vida.diga apenas q amei.gostei realmemte de voce,seja m amiga.e n arrependera-se.” [SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC!]

Tirando o "assassinato" do Português, além de esse fulano precisar de umas aulinhas básicas do nosso idioma pátrio, bem que ele merecia uns belos de uns petelecos na cabeça, para deixar de ser bobo.
Pô, "pacivas"? Quem é "pacivo" (acho que o dito cujo quis dizer "paSSivo") e "simpatcsa" (acho que o dito cujo quis dizer "simpatIZa") com desconhecidos é um grande irresponsável, que seria capaz de deixar os filhos falarem com estranhos, aceitar coisas oferecidas por gente que nunca viu e, se possível for, dormir na mesma cama do Michael Jackson.
Sujeito esquisitão...
Quando li esse "pacivas", me veio logo na mente aquela coisa de "ativo" e "passivo", na minha 7ª série, nas nada educativas aulas de (des)educação sexual.
Coisa melosa assim, só ouvindo muitas músicas do Roberto Carlos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Depois dizem que a RC“C” não é filial protestante!

Vejam essa:

Os católicos [...] estão se acostumando ao estilo gospel de música. Já foi o tempo em que as canções “Maria de Nazaré” e “Segura na Mão de Deus” eram os únicos sucessos nas missas. Hoje, os hits cantados nas celebrações são compostos por autores evangélicos, sem preconceito.
O maior nome da Igreja Católica no Brasil, padre Marcelo Rossi
[Foram os hereges que o escolheram como o maior nome da Igreja Católica no Brasil?], é assíduo do “canto de louvor”. Ele puxa o coro [E o saco dos protestantes!!!] em músicas como “Faz um Milagre em Mim”, “Deus do Impossível” e “Fico Feliz”, todos sucessos de cantores evangélicos. O povo acompanhava entusiasmado, em voz e gestos, a celebração realizada na última quinta-feira, no santuário Mãe de Deus, em Interlagos (zona sul de SP), para mais de 6.000 pessoas.
O estilo musical da “concorrência” começou a ganhar força nas igrejas com o crescimento do movimento carismático
[Ô-xiricantalá-oxiribaialalá! Xeque-mate! Os hereges confirmam, ainda que indiretamente, que a Revolução Carisnóisca é filha deles!!!], ocorrido nos anos 90. Até então, a troca de canções entre as duas religiões era quase imperceptível. Entre os evangélicos, apenas o padre Zezinho – primeiro religioso cantor do país – era aceito. A “Oração da Família”, composta e gravada por ele, é considerada letra universal.
Atualmente, os estilos caminham para a unificação
[DEUS O LIVRE!!! JÁ BASTA A UNIFICAÇÃO NA LITURGIA!!!], segundo os próprios religiosos. “Hoje está acontecendo o uso comum das músicas porque as letras deixaram de fazer apologia a uma determinada religião e passaram a se voltar à mensagem do evangelho” [Que “evangelho”? O de Pedro ou do Romildo? Quem sabe o do Edir, não é mesmo?], afirma o padre Juarez de Castro [Será que com esse discursinho melado de ecumenismo, esse padre chegará a ser convidado para cantar em alguma igrejola de fundo de quintal?], secretário de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. As letras não citam mais termos religiosos típicos das missas – como a eucaristia, por exemplo.
Para Rodrigo Plaça, cantor católico
[Nunca ouvi falar nele...], a adesão ao gospel acontece porque a base musical evangélica é melhor, quase lírica. “A música deles é de louvor, de entrega. Quando escutam, as pessoas entram em uma espécie de transe [A fé não pode jamais ser confundida com algo mágico! Essa estorinha de transe é coisa de macumbeiro ou espírita!!!!], ficam emocionadas e colocam suas emoções para fora [“PARA QUE PRECISAMOS DE TESTEMUNHAS???” Vão continuar negando que a RC“C” é irracionalista e sentimentalóide?]. Os católicos perceberam esse sucesso e foram atrás”, afirma.
Com padres dessa qualidade, só mesmo com a intercessão de São Pedro Canísio, o MARTELO DOS HEREGES.
Textos disponíveis em:
Associação Cultural Montfort
Ação Gospel (protestante)

Super má-fé nada interessante

Um leitor mais desavisado, ao ler uma revista pretensamente científica, mas que na verdade é descaradamente anticatólica, deverá achar que os papas foram os grandes monstros da humanidade, incineradores de hereges, bruxas e cientistas e que o Vaticano sedia o grupo mafioso mais antigo do mundo.
Na referida matéria os papas são retratados ora como sórdidos manipuladores da sociedade medieval, ora como grandes omissos em relação à matança de judeus (Pio XII) – há que se ressaltar que a família proprietária da editora que publicou tal texto é judia.
Se ao menos a dita publicação procurasse ouvir o outro lado! Claro que não! Não seria nada “super interessante” escutar a versão do catolicismo sobre as coisas relatadas na revista. O que ela faz? Dá margem a velhas calúnias, como a estorinha da Doação de Constantino ou o “massacre” de judeus e maometanos naquela “guerra imperialista” que foram as Cruzadas e outras abobrinhas mais.
É verdade, infelizmente, que a Igreja Católica teve papas de triste memória, só que o autor, de forma “super interessante”, se esqueceu de dizer (ou não quis dizer) que o papado – e não só o papado como também toda a Igreja – não viveu só de propinas, orgias e documentos falsos, também teve os seus heróis, e que Pio XII (de feliz memória para a Igreja), não poderia ter feito muito além do que pretendia, talvez por prudência. Será que se ele levantasse a voz contra os campos de concentração a história seria outra? Numa sociedade onde as palavras do sucessor de Pedro já não eram tão levadas a sério, será que as potências ocidentais (leia-se EUA, Inglaterra e França) combateriam o führer sem precisar esperá-lo invadir a Polônia? É como dizia Leão XIII na encíclica Immortale Dei (1885):
“Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados. Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil”.
Lá pelas tantas o autor escreve: “No início, o cristianismo era uma seita de judeus para judeus. Tanto é verdade que, após a crucificação de Cristo, os apóstolos se mantiveram pregando em Jerusalém. A idéia de que Jesus era o tão aguardado Messias, porém, não pegou entre os judeus. Pelo contrário: os apóstolos foram tão hostilizados que se viram obrigados a se espalhar pelo Oriente Médio e pregar para novos ouvidos. Foi assim que o Messias passou a ser descrito como redentor de todos os homens e de todas as raças.”
Como assim que no início o cristianismo era “uma seita de judeus para judeus”? O que fazer com aquelas palavras de Jesus, “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, presentes em Mateus 28, 19? Segundo estudos, São Mateus escreveu o evangelho que leva o nome dele lá pelo ano 70 d. C..
Autores tão metidos a inteligentes são desmentidos pela própria Bíblia!
Em outra publicação da mesma editora, cujo título é “O império do Vaticano”, a Igreja é sempre retratada como uma organização chefiada por falsários e devassos, um lugar onde vale tudo para se conseguir os mais obscuros objetivos.
Portanto, por que muitos católicos deveriam continuar comprando as publicações dessa editora anticatólica? Por que não boicotá-las?
É uma gravíssima obrigação que os sacerdotes e demais “agentes de pastoral” (seja já qual for o sentido disso) acordem do sono tolerante e alertem os fiéis católicos sobre os perigos de se ler tais obras, que só olham para as coisas ruins de muitos membros da Igreja e que ignoram os benefícios que esse mesmo papado, tão combatido de forma “super interessante”, trouxe à humanidade.

A absoluta e idolatrada camisa de borracha

Diz Olavo de Carvalho: “Não há como medir os gritos de horror, as lágrimas de escândalo, as gesticulações frenéticas de abalo moral com que a grande mídia reagiu à declaração blasfema de que esses sacrossantos dispositivos não protegem eficazmente contra a Aids. Na verdade, não protegem nada. Edward C. Green, diretor do Projeto de Pesquisas sobre Prevenção da Aids no Harvard Center for Population and Development Studies, informa que a revisão mundial dos resultados obtidos nos últimos 25 não mostra o menor sinal de que as camisinhas impeçam a contaminação. O único método que funciona, diz Green, é a redução drástica do número de parceiros sexuais. Uganda, que por esse método e com forte base religiosa reduziu os casos de Aids em 70 por cento, é o único – repito: o único – caso de sucesso espetacular já obtido contra essa doença. Mas que importam esses dados? A camisinha não vale pela eficácia, ó materialistas prosaicos. Ela é um símbolo, a condensação elástica dos mais belos sonhos da utopia pansexualista, onde as criancinhas praticarão sexo grupal nas escolas, sob a orientação de professores carinhosos até demais (sem pedofilia, é claro), e nas praças os casais gays darão lições de sodomia teórica e prática, para encanto geral do público civil, militar e eclesiástico. De que vale a verdade, de que valem as estatísticas, de que valem as vidas dos ugandenses, diante de imagens tão radiosas da civilização pós-cristã que a ONU, o Lucis Trust, a mídia bilionária e todos os pseudo-intelectuais do mundo almejam para a humanidade? É em defesa desses altos valores que se ergueram gritos de revolta contra o Papa, esse estraga-prazeres, esse iconoclasta sacrílego.”

Texto completo em:

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Igualdade e desigualdade na sociedade

“A sociedade é naturalmente desigual. Exige naturalmente que sejam desempenhadas atividades desiguais por pessoas desiguais. Mas estas pessoas devem saber que são mutuamente importantes e - principalmente! - que cabe àquelas pessoas cuja vida é ‘mais fácil’ tornar menos dura a vida dos que passam por maiores dificuldades. Semelhante harmonia é fundamental para a vida em sociedade; como encontrá-la, no entanto, fora do Cristianismo, onde quem quiser ser o primeiro deve ser aquele que serve a todos?”

Disponível em: http://www.deuslovult.org/2010/01/04/boris-casoy-e-os-garis/

Feliz saco novo!

Se tem uma coisa que detesto desde criança é essa frescurada de festas de fim de ano: Papai Noel, "dingobel, dingobel, acabou o papel...", "adeus ano velho, feliz ano novo..." e tantos outros besteiróis que infestam a cultura "dezembrina". Me lembro das vezes em que ia a casa de parentes obrigado pelo meu pai, pois achava um tremendo porre aquele clima ridículo de gente que pouco se falava durante o ano todo, mas que ficava trocando abraços num único dia, como se fossem, segundo aquela música chatíssima pra caramba, "amigos para sempre".
Feliz saco novo! É o que desejo agora em janeiro, pois em 2010 teremos eleições democráticas e obrigatórias, Copa do Mundo, campanha da fraternidade abilolada e ecumênica e outras tranqueiras mais. Para agüentar essa maré de mediocridade, só tendo um saco do tamanho do mundo.
Feliz saco novo para você, que só vai à missa do rito ordinário porque não tem jeito, onde...
- “catogélicos” fãs do Sentado no Trono cantam "entra na minha casa, entra na minha vida" no meio da missa;
- padres que se esqueceram de falar de pecado e conversão gostam de afirmar que são destemidos e muito machos (só falta dizer também que têm sangue de cangaceiro);
- proliferam coroinhas meninas
- senhores e senhoras "ministros da eucaristia" fazem a festa nas paróquias, para o reverendíssimo bonitão ficar numa boa na hora da distribuição da comunhão. Ora, se até o papa distribui a hóstia consagrada, por que MUITOS padres não o fazem?