segunda-feira, 19 de abril de 2010

Hipocrisia racial no Brasil

No futebol, vira e mexe, sempre acontece algum caso de atletas serem acusados de práticas racistas.
A última polêmica envolveu o zagueiro Danilo, do Palmeiras, que foi acusado por Manoel, do Atlético-PR, de tê-lo ofendido com palavras racistas. Realmente, o palmeirense chamou o atleticano de “macaco do baralho”.

Independente, porém, de discorrer sobre a questão racial no Brasil, e sem querer defender o atleta alviverde, mesmo eu sendo palmeirense, é claro que a ofensa praticada foi lastimável, mas que não venham certos movimentos de afirmação racial querer levantar bandeiras nem ficar melindrados, pelo seguinte: eu sou branco, e desde a minha infância sempre recebi apelidos por causa da minha cor.
Ou será que alguém ser chamado de “branquelo”, “fantasma”, “Gasparzinho”, “leite azedo”, “leite Ninho”, “transparente” e tantos outros apelidos, simplesmente por ser branco, não é racismo?
Não estou dizendo que se deva chamar os negros de “macacos”, só que é uma bruta hipocrisia certos “afro-brasileiros” usarem aquela camisa com os dizeres “100% Negro” e só se relacionarem com meninas branquinhas do cabelo loiro. Basta ver pagodeiros e futebolistas de origem africana que, ao enricarem, “pegam” só as loiras.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

"Por qué no te callas", Boff?

Conforme já foi citado no Adversus Haereses e no Sucessão, o tal do teólogo, ecólogo, propagador da Nova Era, filho dileto da “mãe Gaia”, “perseguido” pelo então cardeal Ratzinger, e atual ex-frei Boff, foi impedido, segundo o jornal Diário de Petrópolis, de dar uma palestra na UCP (universidade Católica de Petrópolis).
Por qual razão citei o nome desse senhor? Por que resolvi citar duas fontes sobre o mesmo tema?
É pelo seguinte: já reparou, caro leitor, amiga leitora, que tudo o que esse sei lá o que fala, tem peso? Ou que os seguidores dele têm pelas idéias do dito cujo algo como se fosse um dogma de “infalibidade”? Tudo que esse aí diz tem peso moral, seja sobre qualquer assunto, desde política, economia, até futebol e, é claro, a Igreja Católica, cujo prato oferecido por Ela esse infeliz cospe todos os segundos.
Mas se é o papa que quer falar sobre determinada coisa, o mundo "cai matando" em cima dele, dizendo que ele não tem a mínima capacidade de opinar sobre quaisquer assuntos.
Acho irônico até uma certa expressão que ele usa, quando diz que Deus não é aquele “velho barbudo”. Engraçado, então por que ele não tira aquela barba branca? Ela é a mistura do estilo do Karl Marx com o do capitalista Papai Noel.

domingo, 11 de abril de 2010

Dois anos de blogue

Foi conhecendo a blogosfera católica, principalmente o Persona non Grata (que não existe mais, infelizmente) e o Fora da Igreja não há salvação, que fiquei com uma idéia insistente em criar um blogue cujo conteúdo tivesse a ver com evangelização e outros temas relacionados à fé católica.
Aí surgiu o blogue "O Cruzado Missionário" em abril de 2008, sem a mínima pretensão de ser lido por muita gente, era tão somente uma forma de eu expressar minha indignação contra os desmandos do modernismo pós-Vaticano II, os absurdos da Revolução Carisnóica Caótica e da Deforma Protestante e, nos últimos tempos, da sanha carniceira dos maometanos.
Após esses dois anos de blogue, pude ver com alegria que nesta dura cruzada não estou sozinho, vejo gente do Brasil e até da Mãe-Pátria Portugal que deixa o seu comentário, incentivando, comentando, às vezes até discordando, seja de forma respeitosa ou mesmo atacando. Agradeço ainda mais àqueles que não me deixaram desistir no começo deste ano, dando-me incentivos e orações, e àqueles que me transmitiram mensagens de alegria, quando do meu retorno.
É aproveitando este momento que, em ação de graças com o Senhor dos Exércitos, gostaria de agradecê-Lo, bem como aos queridos leitores, que não só leitores, mas também amigos deste humilde trabalho, que visa mostrar não é só materialismo e sentimentalismo que existem dentro da Santa Igreja.
Obrigado a todos, e que Deus e Nossa Senhora os abençoem!

sábado, 10 de abril de 2010

O “tolerante” Islã nas palavras de um arcebispo nigeriano

D. Ignatius Kaigama, arcebispo de Jos (Nigéria), em entrevista à agência Zenit, relata o que se passa quando um maometano resolve largar a religião do falso profeta Maomé [infiel maldito] e passa a seguir Nosso Senhor Jesus Cristo:

"Há jovens que vieram a mim pedindo ajuda. São jovens muçulmanos Hausas ou Fulanis que querem ser cristãos. Eles dizem que suas vidas foram ameaçadas. Foram despejados de seus lares. Caso sejam encontrados, serão mortos. Pedem ajuda. Nem sempre é fácil, porque se você aceita estas pessoas, você mesmo corre o risco de ser atacado. Por isso, tentamos separar os aspirantes genuínos – porque alguns podem vir apenas porque querem se infiltrar. Uma vez que estamos seguros de que se trata de um caso genuíno, tentamos ajudar. Em muitos casos, peço a meus catequistas que venham e os animem, e isso tem funcionado."
Não me venham depois os fazedores de passeatas ecumênicas aqui no Brasil dizer que isso é um caso isolado, que os muçulmanos são gente pacífica e tal! O que se nota é o contrário, e já cansei de denunciar as duas caras do movimento islâmico no mundo:
> quando estão numa situação não tão privilegiada numericamente, como aqui no Brasil, aí todos são bonzinhos, dialogantes, bem gentis.
> quando ainda não são maioria, mas já contém uma numerosa comunidade, como na Inglaterra, Alemanha, França e Espanha, já querem mostrar as garras e criam tribunais marginais, em descarado confronto à autoridade legal.
> quando são a maioria, são impiedosos contra quem quer que seja o adepto de algum credo religioso não-islâmico, atacando com mais ferocidade as já sofridas comunidades cristãs, como as do Paquistão e do Iraque.
Que Santiago Matamouros interceda por nós, nossos irmãos caçados sob a égide da meia-lua satânica e pelo que restou da cristandade.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ou reagimos agora...

Ou reagimos agora, ou "nos calemos para sempre"!
Passou da hora da reação!
Ou os maometanos são colocados no lugar que eles merecem, ou assistiremos, ainda neste século, o fim deprimente do que restou da grande civilização cristã ocidental!
Fosse eu querer rezar um terço para a Virgem Maria lá na mesquita de Omar, essa raça maldita me trucidaria!
Fosse eu visitar (eu disse VISITAR somente, caso eu quisesse) aquela pedra preta lá em Meca, essa chusma de infiéis não deixaria nenhum pedacinho do meu corpo!
O que mais me mata de raiva é a COVARDIA, FROUXIDÃO e FALTA DE ZELO pelas coisas de Cristo que caracteriza o bispado de Córdoba:

"Este incidente pontual não representa a genuína identidade muçulmana, pois são muitos os que mantêm atitudes de respeito e de diálogo com a Igreja Católica, acrescenta.”

Meu povo, de certa forma esse ato infeliz não representa mesmo a genuína identidade dos filhos do diabo Maomé [infiel maldito], pois se eles agissem como são verdadeiramente, teriam tacado uma bomba dentro da igreja, quebrado as cruzes, profanado o Santíssimo até que, por fim, tranformariam a igreja numa radiante mesquita.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Volta às esquadras, Portugal

Volta às esquadras, ó Portugal
Teus bravos homens levaram
Contra todos e contra o mal
O Cristo que os infiéis caçaram.

Abandona o euro cruel e maldito
Que tira toda a tua nacionalidade
Voltemos ao escudo, é mais bonito
Um dos símbolos da portugalidade.

Que volte o rei, para o bem da Nação
Deixemos os ímpios para fora do país:
Quando desbravou o mar até o Japão
O reino de Portugal era grande e feliz!

Maus portugueses, de infeliz memória
Deixaram a lusa Nação lá na pobreza
Sei que essa gente, mesmo da escória
Jamais tirou de Portugal a grandeza.

Que os portugueses tenham o Evangelho
Como regra diária, sob as leis da Igreja
Que lhes venha o grande Reino de novo
Com as glórias que lhe são benfazejas.

Que a Virgem Santíssima, a Mãe Maria
Abençoe e ilumine o povo de Portugal
Para que nos próximos anos, meses e dias
Os lusitanos de bem expulsem os de mal.


Evandro Rodrigues Monteiro, 29 de março de 2010.
(É o que espera um brasileiro de sangue português.)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

"Islamofobia"? E a cristianofobia, suas cadelas?

Valei-nos São Tiago Matamouros!
Que o veto à burca na Bélgica vire moda e se espalhe em todos os cantos da infeliz União Européia!
Deu no G1:
Deputados abrem caminho para proibição da burca em locais públicos na Bélgica
“‘É um sinal muito forte que enviamos aos islamitas’, comentou o deputado liberal francófono Denis Ducarme, que disse estar ‘orgulhoso’ do fato da Bélgica ser o primeiro país europeu a estimular uma legislação sobre o tema sensível.”
Enquanto isso, os membros da “religião da paz” (só se for a religião do “descanse em paz” se não se tornar muçulmano) já começaram a choradeira, como algumas maometanas:
Outra notícia do G1: Mulheres muçulmanas veem ‘islamofobia’ em tentativa de proibir uso de véu.
Só gostaria de perguntar a essas cadelas raivosas – e bote raivosas nisso, basta ver a tragédia causada pelo atentado que atingiu o metrô de Moscou! – o que elas acham de notícias como estas duas:

Paquistão: menina cristã é queimada viva para que não denunciasse estupro
Paquistão: casal cristão se nega a converter-se e é alvo de violência (só um detalhe: a mulher foi violentada pelos filhos do diabo Maomé [infiel maldito!])

E aí, ó malditas cadelas raivosas filhas do diabo Maomé [infiel maldito!]? Quanto às atrocidades que vossos irmãos cometem contra cristãs vocês não dizem nada, não é mesmo?
Uma coisa que me dava muita tristeza era a visão de um minarete em uma vila do bairro de São Miguel Paulista, na minha zona leste paulistana. Um lugar que teve como visitante ilustre (e fundador do primeiro núcleo, em 1560) o bem-aventurado Pe. José de Anchieta, não merecia uma construção horrenda que enfeia a paisagem na São Paulo de Piratininga!
O amigo leitor deve ter reparado que ultimamente tenho me referido muito mais ao islamismo do que ao modernismo, à Revolução Carisnóica Caótica, ao fabetismo e/ou outras tranqueiras que infestam o mundo ocidental. É claro que falarei mais contra esses temas, é que as investidas do diabo Maomé [infiel maldito!] são deletérias à civilização ocidental, pondo em risco até a própria existência do que restou da antiga cristandade!
Que Santiago Matamouros inspire mais e mais os políticos europeus – e por que não americanos – para que essa praga, erva daninha e peste diabólica, seja combatida e extirpada para sempre, para a glória de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!