No futebol, vira e mexe, sempre acontece algum caso de atletas serem acusados de práticas racistas.
A última polêmica envolveu o zagueiro Danilo, do Palmeiras, que foi acusado por Manoel, do Atlético-PR, de tê-lo ofendido com palavras racistas. Realmente, o palmeirense chamou o atleticano de “macaco do baralho”.
A última polêmica envolveu o zagueiro Danilo, do Palmeiras, que foi acusado por Manoel, do Atlético-PR, de tê-lo ofendido com palavras racistas. Realmente, o palmeirense chamou o atleticano de “macaco do baralho”.
Independente, porém, de discorrer sobre a questão racial no Brasil, e sem querer defender o atleta alviverde, mesmo eu sendo palmeirense, é claro que a ofensa praticada foi lastimável, mas que não venham certos movimentos de afirmação racial querer levantar bandeiras nem ficar melindrados, pelo seguinte: eu sou branco, e desde a minha infância sempre recebi apelidos por causa da minha cor. 
Ou será que alguém ser chamado de “branquelo”, “fantasma”, “Gasparzinho”, “leite azedo”, “leite Ninho”, “transparente” e tantos outros apelidos, simplesmente por ser branco, não é racismo?
Não estou dizendo que se deva chamar os negros de “macacos”, só que é uma bruta hipocrisia certos “afro-brasileiros” usarem aquela camisa com os dizeres “100% Negro” e só se relacionarem com meninas branquinhas do cabelo loiro. Basta ver pagodeiros e futebolistas de origem africana que, ao enricarem, “pegam” só as loiras. 
_svg.png)


