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domingo, 7 de agosto de 2011

Até tu, D. Aldo?

Foi com grande decepção que li recentemente no blogue Pacientes na Tribulação que o arcebispo da Paraíba, D. Aldo Pagotto, invocando o super-concílio Vaticano II, escreveu o prefácio de um livro espírita.
Em nota da arquidiocese o mesmo D. Aldo escreve:

"Em conformidade com as diretrizes do Concílio Vaticano II eu sempre exercitei o diálogo ecumênico e inter-religioso".
E não é a primeira vez em que D. Aldo prestigia um evento kardecista!
Caramba, eu estou começando a pensar que é uma enorme perda de tempo ficar blogando pela Igreja! Se os bispos e o papa, que são os pastores do rebanho, não se preocupam com a evangelização, por que eu, um simples leigo, devo me preocupar?
Como anunciar a verdade aos hereges e pagãos se os próprios sucessores dos Apóstolos se encarregam de atrapalhar a evangelização?
Os condutores da Igreja deveriam, portanto, parar de dizer que nossa instituição tem 2.000 anos de existência, e sim que ela tem somente cinqüenta anos, quando o "papa bom" João XXIII resolveu escancarar as portas da Igreja para os ventos soprarem alguma poeira do trono de Pedro. Quanto àquela Igreja que foi de São Pedro até Pio XII, sei lá... Não sou sedevacantista (e nem pretendo ser!), mas a tentação de desistir da luta é muito grande.

domingo, 6 de março de 2011

São Leão IX e o respeito às falsas escrituras

“Anatematizamos a toda a heresia que se levanta contra a Santa Igreja Católica e juntamente a quem quer que haja venerado a outras escrituras fora das que recebe a Santa Igreja Católica.” (Papa São Leão IX)

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Fonte do texto:

http://www.tradicaoemfoco.com/2011/01/joao-paulo-ii-digno-da-beatificacao.html

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Espero que, após João Paulo II ter morrido, ele tenha caído na real e se arrependido de ter feito a besteira de ter beijado o livreco infame...

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Fontes das imagens:

http://www.tradicaoemfoco.com/2010/12/o-que-dizer-do-papa-joao-paulo-ii.html

http://www.heiligenlexikon.de/BiographienL/Leo_IX_.html

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Diálogo com o cão

Maometanos querem dialogar sob a condição do papa pedir "perdão" pelas Cruzadas?
Pois que eles vão para a p... ponte que partiu!
Se alguém vem à minha terra, me ataca e me defendo, matando o ladrão, devo pedir perdão por isso?
Ora, isso é até um insulto à nossa inteligência e, principalmente, ao sangue cristão derramado pelos seguidores do pedófilo, satânico, maldito e desgraçado Maomé (que o justo castigo de Nosso Senhor Jesus Cristo recaia sobre o infame!).

Fontes:

http://saudedalma.blogspot.com/2011/02/seria-comico-se-nao-fosse-tao-grave.html

http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2011/02/23/academia-islamica-quer-que-papa-se-desculpe-por-cruzadas.jhtm

http://praelio.blogspot.com/2011/02/academia-islamica-quer-que-bento-xvi-se.html


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O que é ser missionário?

Antigamente, se alguém perguntasse o que seria um missionário, no contexto cristão a resposta seria mais ou menos assim:
- "Missionário é aquele que vai pregar o Evangelho para os povos pagãos";
- "Missionário é o sacerdote que, na hora da homilia, prega contra o pecado e anuncia a misericórdia do Senhor";
- "Missionário é o jovem que luta contra as tendências da carne e busca combater o pecado";
- "Missionário é o mártir que dá a própria vida por Cristo e pela Igreja"
- "Missionário é aquele que anuncia Jesus Cristo como Senhor e Salvador da humanidade, e o Santo Padre como seu vigário na Terra"...

Foi-se o tempo...
Agora* ser missionário é:
- Participar de passeatas esquerdistas contra os yanques;
- Defender o ecologismo mais radical, em nome da "Mãe Gaia";
- Fazer greve de fome contra a transposição de algum riozinho qualquer, como um bispo já fez;
- Participar de passeatas ecumaníacas ao lado dos inimigos da Igreja, tudo por um falso "bem comum";
- Demonizar e repudiar o passado glorioso da Igreja, principalmente no que diz respeito às Cruzadas e à Santa Inquisição (por falar em "demonizar", alguns "missionários" atuais negam a existência do demônio);
- Parar de anunciar Jesus Cristo;
- Nivelar Jesus Cristo a falsos profetas como Buda, Maomé** e Confúcio, relativizando a fé;
- Negar obediência ao papa;
- Participar de quermesses e festas do sorvete;
- Fazer parte de movimentos declaradamente ateus, como o comunismo, como se a palavra de Deus pudesse ter alguma coisa a ver com o marxismo.
Pois é, foi-se o tempo...

*Principalmente depois da década de 1960, sobretudo na América Lat(r)ina.
** Que o justo castigo de Jesus Cristo, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores recaia sobre o infame! Amém.

sábado, 11 de setembro de 2010

A "idiotice" não aconteceu...

A "idiotice" não aconteceu: o pastor da Flórida desistiu de queimar o Alcorão.
Por questões de prudência? Medo? Bom senso?
Eu, particularmente, gostaria que tal ato ocorresse e não me acho idiota por isso, mas já que não foi concretizado, tudo bem.
Ficou no ar a reflexão, e isso vale principalmente para as autoridades do Vaticano, que ao primeiro comentário do pastor, apressaram-se em dizer que a queima de estoque era um erro.
Por que o Obama, esse grande "estadista", nunca lançou um comentário sequer sobre os cristãos queimados vivos no Paquistão há um ano?
Por que o Lulla, esse "nóço grande líder", ficou todo comovido por causa da mulher condenada ao apedrejamento no Irã e que em nome dos tais "direitos humanos", propôs asilar a dita cuja aqui no Brasil, se elle não deu um pio sobre uma pobre criança de três anos de idade assassinada no Iraque ou as cristãs estupradas e queimadas no Paquistão?
Por que somos obrigados a aceitar essa prepotência islâmica que tudo pode e tudo faz, que se recusa a acatar as leis vigentes nos países ocidentais e impõe um jugo insuportável aos não-muçulmanos?
Há quem diga que se esse livro herético e blasfemo fosse queimado, eclodiriam atentados pelo mundo afora.
Agora pergunto: queimando ou não queimando, isso faria alguma diferença?
Os cristãos passariam a ser maltratados pelos maometanos após essa queima? Então, quer dizer que antes do anúncio do pastor, os seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo sempre foram muito bem-tratados naquelas terras?
Quando veremos então, um padre que erga sua voz e diga com todas as letras que o Islã é do diabo, como o herege norte-americano havia dito?
Quando veremos novamente as autoridades do Vaticano, principalmente o Santo Padre, dando os verdadeiros nomes dessa gente ensandecida, que são INFIÉIS, RAÇA DE VÍBORAS e FILHOS DO DEMÔNIO?

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Tinha de ser um herege?

Um pastor lá da Flórida está escandalizando os irenistas de plantão e os lambe-botas dos infiéis, ao anunciar uma grande queima de estoque do Alcorão, no aniverśario dos atentados de 11 de setembro. Tinha de ser um herege? João Paulo II cometeu o disparate de beijar aquela porcaria. Quem dera se mais autoridades, políticas ou religiosas, tivessem a mesma coragem que esse pastor tem.
"Ai ai ai ui ui, tô com medinho! Os seguidores da 'religião da paz' vão nos matar"! De novo? Vai fazer alguma diferença? Se o herege queimar ou não queimar aquele livreco maldito, os cristãos vão deixar de sofrer perseguições?
Dá no mesmo! Veja quantos encontros ecumênicos onde os seguidores do pedófilo do deserto infestam igrejas com sua presença, e a caçada a cristãos nunca tem fim!
Repito: o papa João Paulo II deu um péssimo exemplo ao beijar aquilo! Deveria, na minha modesta opinião, ter juntado um montão desses livrecos lá na Praça de São Pedro e fazer uma baita fogueira!
Como bem disse o "Reaccionário", "o Ocidente cai de podre": ao invés de Judas Iscariotes que se vendeu e traiu a Cristo por trinta moedas de prata, o Ocidente se vendeu aos inimigos do Senhor Jesus por alguns barris de petróleo e um criminoso silêncio perante as atrocidades cometidas contra os nossos irmãos de fé, nas terras islâmicas.

Fonte:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/09/queimar-alcorao-e-idiota-e-perigoso-afirma-secretario-de-justica-dos-eua.html

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Acorda, Santidade!

Na última semana, um bispo foi assassinado a facadas na Turquia, e o Vaticano apressou-se a dizer que tal fato não tem nada a ver com a Turquia e o povo turco.
No imaginário coletivo turco, é inconcebível a existência de um turco cristão, pois o islamismo está arraigado na cultura turca.
E o que D. Luigi Padovese fez de tão mal à turcaiada?
A equipe da Rádio Vaticano responde:

“Dentre as obras realizadas por Dom Padovese desde que foi nomeado bispo em 2004, Dom Ruggero mencionou o extraordinário diálogo de vida com os muçulmanos, a criação de um serviço de distribuição de alimentos a domicílio para 70 famílias carentes, (em maioria islâmicas), e as boas relações com as autoridades civis.”

Ou seja: D. Luigi deu comida para aquele bando de infiéis e recebeu, como paga pela caridade àquela gentalha, facadas no corpo!
Não adianta, é infrutífero e é inviável dialogar com os seguidores da besta do deserto!
Quanto mais “dialogamos” com os cães raivosos, mais nossos irmãos são caçados, exterminados e violentados, até a extinção de todo servo de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Sei que é difícil, mas que peçamos sempre a intercessão da Santíssima Virgem, para que o Senhor Deus faça o papa, seja ele Bento XVI ou o próximo, acordar desse sonho inútil de conversar com os filhos da serpente, ainda mais se tratando da serpente pedófila.
É inegável que o assassinato do bispo na Turquia tem a ver com a Turquia e os turcos! Achar que o povo turco é inocente desse sangue derramado é acreditar em contos da carochinha!
É claro que tal morte “obscurece o diálogo com o Islã”! Todo monólogo, todo “ecumenismo de mão única” é escuro, nublado, sem a luz da razão.
Acorda, Santidade!
Todo diálogo ecumênico de via única deve acabar, pelo bem da Santa Igreja!

Fontes:

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

“Mais do mesmo”

Enquanto papa recebe o novo embaixador da Turquia e cita “o empenho da Igreja Católica no diálogo inter-religioso, testemunhando a firme fé em Deus que caracteriza Cristãos e Muçulmanos”...

> Cristãos são mortos no Iraque (já virou moda por lá, por Alá)
> Igrejas na Malásia são atacadas
> A Santa Sé condena assassinato de cristãos coptas no Egito
> Budistas atacam igrejas no Ceilão (até os budistas entraram nessa?)

Até quando veremos essa conversinha fiada dos homens da Igreja com os filhos de Satanás?
Passou do tempo de vermos uma Igreja que combata por Cristo, não os líderes d’Ela empenhados em fazer salamaleques com os algozes dos nossos irmãos.
Para que serve o ecumenismo, se um certo maometano, empregado de um mosteiro em Jerusalém, com a maior piedade do mundo disse para os religiosos cristãos: "Nossos chefes se reuniram e decidiram que todos os 'infiéis' devem ser assassinados, mas vocês não tenham medo porque eu os matarei sem fazê-los sofrer".
Pelo menos o diálogo, nesse caso, serviria para alguns cristãos não sofrerem muito, na hora da agonia.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

PROCURA-SE CRUZADOS PARA O SÉCULO 21! URGENTE!!


Sabem da nova?

O Santuário de Fátima sofreu atos de vandalismo de autoria desconhecida!
“O Santuário fala do abuso levado a cabo no passado fim-de-semana, na madrugada de domingo, dia 10 de Janeiro, ocasião em que as quatro estátuas que ladeiam a Igreja da Santíssima Trindade (na Praça João Paulo II, as estátuas dos papas Paulo VI e João Paulo II e, na Praça Pio XII, a do papa Pio XII e a do bispo D. José Alves Correia da Silva) e a própria igreja, no exterior, sofreram inscrições tipo graffiti, a negro, com as palavras ‘Islão’, ‘Lua’, ‘Sol’, ‘Muçulman’ e ‘Mesquita’”. (In Praelio e ACI)

Faço minhas as palavras de indignação presentes no excelente blogue A Saúde da Alma:

“Católicos, ACORDEM!! Defendei a vossa casa! Defendei a vossa Igreja, a verdadeira Igreja do verdadeiro e único Deus! Defendei Portugal e toda a Europa da Islamização e da conquista do mundo pelos seguidores das falsas religiões!
Erguei-Vos, Senhor! Defendei a Vossa causa! Não abandoneis aqueles que Vos procuram!”


Sabe o que eu penso a respeito? Que os cristãos de bem que vivem em Fátima deveriam caçar esse(s) infeliz(es) autor(es) dessa coisa idiota e quebrassem os dedos dele(s) no mínimo!
Digamos que não tenha sido obra de maometanos... Ora, independente disso, pululam por aí casos de perseguição feroz anticristã, promovida justamente pelos filhos de Maomé!
Basta de vermos no noticiário que os cristãos sofrem o diabo [literalmente] nas terras islâmicas!
Basta de vermos aquela coisa piegas de diálogo inter-religioso!
CHEGA!

Já que o único diálogo que esses energúmenos seguidores daquele beduíno vendedor de camelos usados entendem é a linguagem da violência, que usemos da linguagem da violência para com eles! É porrada? Então vamos lá!
CHEGA!

Se fosse eu, um CRISTÃO, que tivesse desenhado cruzes e escrito "JESUS" nas paredes de uma mesquitazinha qualquer, esses imbecis ao redor do mundo clamariam por vingança, pedindo o meu sangue e a minha cabeça!
Desculpe-me pelo desabafo, porém há certos momentos na vida em que só a revolta não é o suficiente...

Deus lo vult? Oxalá!

Fontes:
http://praelio.blogspot.com/2010/01/jihad-islamica-no-santuario-de-fatima.html
http://saudedalma.blogspot.com/2010/01/vandalismo-no-santuario-de-fatima.html
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=17908

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sou evangélico com muito gosto!

Na Igreja Universal à qual pertenço, temos muitos empresários. E não é só empresários, também temos gente bem-sucedida como executivos, industriais, militares, advogados, médicos, etc..
Na Igreja internacional à qual pertenço também há gente trabalhadora e humilde, que paga o dízimo fielmente e que confia em Deus, que abençoa a vida de todos.
Na Igreja mundial do poder de Deus à qual pertenço, não é só a mão d'Ele que está ali, mas é o próprio Deus inteiro, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade! E a presença d'Ele sempre consola a todos que O procuram!
O líder da igreja evangélica à qual pertenço é mais do que um bispo, ele é o próprio representante de Cristo na Terra, e jamais deverá ensinar o erro aos seus fiéis, pois foi o próprio Senhor Jesus que prometeu a Pedro, que as portas do inferno jamais prevalecerão contra Ela!
Posso dizer com todo gosto que realmente sou evangélico, pois foi a Igreja da qual faço parte que escolheu o cânon dos livros sagrados da Bíblia, na pessoa desse mesmo líder.
Sabe quem é o atual líder da minha igreja evangélica?
Olhe a foto dele abaixo:

domingo, 15 de novembro de 2009

O "bom católico" Lutero

Martinho Lutero era inimigo figadal do papado, e isso ninguém nega, mas o que dá tristeza é que tem muito padre ecumênico afirmando que o heresiarca de Eisleben “era católico, monge sério e sincero, que nunca quis deixar de ser católico”, “era escrupuloso” e “que Deus lhe permitiu descobrir que a salvação é dada ao homem somente pela fé em Cristo, como puro dom, e não como recompensa pelas obras”.
Lutero era “tão bom católico”, que quando os turcos estavam às portas de Viena (1522), expondo a Europa [ainda] cristã em grave perigo, os enviados do papa Adriano VI foram até a Alemanha para mobilizar a região, ante terrível situação.
Papa Adriano VI
“Se a Hungria cair, fatalmente a Alemanha cairá!”, alertavam os embaixadores papais.
A resposta dos príncipes heréticos, insuflados pelo monge rebelde, foi a seguinte:
“Preferimos servir aos turcos a servir a vós”. Tal resposta deixou o papa entristecido.

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Fonte da história da resposta dos príncipes alemães:
História da Igreja em Quadrinhos. Ed. Paulinas. São Paulo. 1983.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Nem tudo está perdido

Magdi Cristiano Allam

Nascido no Cairo (Egito) em 1952, de pais muçulmanos, Magdi Allam estudou com os padres salesianos. Emigrou em 1972 para Roma, onde se licenciou em sociologia pela Universidade La Sapienza. Trabalhou nos jornais “Il Manifesto” e “La Repubblica”, sendo atualmente vice-diretor do Corriere della Sera. Foi considerado um dos muçulmanos mais influentes da Europa, recebeu entretanto várias ameaças de morte por suas posições contrárias ao terrorismo islâmico. É autor de uma dezena de livros. Estudou longamente o Cristianismo, convenceu-se de sua veracidade e foi agraciado com o dom da fé. Em 23 de março de 2008, durante a cerimônia da vigília pascal, recebeu na Basílica de São Pedro o batismo das mãos do Papa Bento XVI, e mudou seu nome para Magdi Cristiano Allam. Após sua conversão, continuou seu grande renome.

Trecho da carta aberta ao papa, contra o diálogo católico-islâmico:

Para mim o Cristianismo não é uma religião “melhor” do que o Islã, ou uma religião “completa” com uma mensagem “perfeita e acabada” em face de um Islã, considerado como uma religião “incompleta” com uma mensagem “inacabada”. Para mim o Cristianismo é a única religião verdadeira, porque é verdadeiro Jesus, o Deus que se fez Homem e testemunhou em meio a nós homens, através das obras boas, a verdade, o fascínio, o razoável e a bondade do Cristianismo. Para mim o Islã, que reconhece um Jesus apenas humano –– que condena pois o Cristianismo como heresia porque crê na divindade de Jesus, e como idolatria porque crê no dogma da Santíssima Trindade –– é uma falsa religião, inspirada não por Deus mas pelo demônio.
Santidade Bento XVI, a Igreja, o Cristianismo e a civilização ocidental hoje estão sucumbindo, pela penetração da chaga interna do nihilismo e do relativismo de quem perdeu a própria alma, sob o influxo da guerra de conquista de natureza agressiva do extremismo e do terrorismo islâmicos, acrescidos do transviamento de um mundo que se globalizou; inspirando-se na modernidade ocidental, mas apenas na sua dimensão materialista e consumista, enquanto não acolheu inteiramente a sua dimensão espiritual e de valores.

Texto disponível em:
http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?idmat=F4D82838-3048-313C-2E45318DA50C718F&mes=Dezembro2008

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Europa de quatro para Satã

CAIU A MÁSCARA! Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” (já disse e repito: COMO EU ODEIO ESSA PORCARIADA DE DIREITOS HUMANOS!!!) condenou a Itália por usar crucifixo em escolas.
Uma certa cidadã, obviamente democrática, a favor da liberdade, da igualdade e da fraternidade, denunciou o governo italiano por usar crucifixos na escola onde os filhos dela estudam, sob a alegação de que era uma instituição laica, além de deixá-los em situação constrangedora. Creio que os filhos dessa criatura deverão ser, no futuro, arautos da liberdade, do racionalismo, da democracia e dos direitos do homem e do cidadão
Dito e feito: ficou decidido que a rapariga – no sentido brasileiro mesmo, não no português – deverá receber uma indenização de alguns milhares de euros. A Itália vai recorrer da decisão.
Quanto a isso, o Secretário de estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, afirmou: “esta Europa do terceiro milênio nos deixa somente as abóboras das festas recentemente celebradas e elimina os símbolos mais queridos”.
Gostaria de ver, caso a Turquia fosse associada a esse clubinho fajuto, se ela seria punida caso alguma cristã fosse obrigada a usar aquele véu que toda muçulmana tem de pôr na cabeça.
Que esse tribunal maçom, sionista, anticristão e filho da Besta jamais levantaria a voz contra a implantação da charia sobre populações não-muçulmanas, isso não é novidade para ninguém.
Com certeza gente como D. Pedro Casaldáliga deve ter aplaudido tal decisão.
Vale, entretanto, lembrar as palavras de São Paulo Apóstolo:
A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1,18)

Quanto a mim, não pretendo, jamais, gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. (Gálatas 6,14)


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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Chupa esse limão, Ma$$edão!

Como repercutiu no mundo todo a conversão de quase meio milhão de anglicanos à Igreja Católica, fato que foi, inclusive, noticiado nas emissoras de televisão do Brasil, como a Globo e a Bandeirantes, a TV Recópia, que não passa de um clone muito mal disfarçado da não menos péssima TV Plim-Plim, ao invés de dar o braço a torcer diante de tão maravilhoso acontecimento, deixou todo o azedume que a inveja causa e passou a notícia de uma diocese nos States que entrou em falência por causa dos processos contra padres pedófilos.
Ou seja: a tal parcialidade do jornalismo da TV Recópia é tão verdadeira quanto a isenção do Jornal Nacional, é estorinha de faz-de-conta.
Só cabe a nós católicos mandarmos uma mensagem de apoio ao "bispo":
CHUPA ESSE LIMÃO, MA$$EDÃO!

domingo, 27 de setembro de 2009

Só algumas palavras

Isso mesmo, modernistas e cristãos de fachada, tragam mesmo os inimigos declarados da verdadeira fé para junto de vós, com muitos sorrisinhos e tapinhas nas costas! Depois não vão chorar amargamente quando esses mesmos amiguinhos usarem as cimitarras da paz para amputar as vossas reverendíssimas, ocas e tolerantes cabecinhas!
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Aos infiéis: vejam que vossa civilização cresce, mas surgirá um dia, ainda que demore anos ou séculos, que o vosso falso profeta será finalmente desmascarado e terá o nome jogado na lama, para honra e glória de Nosso Senhor JESUS CRISTO!

domingo, 13 de setembro de 2009

A presunção da salvação e Lutero

É bastante comum nos depararmos com gente que, enquanto se dizia católica, freqüentava lugares não muito recomendáveis, como um zonão do meretrício ou um bar, cheirava cocaína e fumava maconha, batia na esposa, nos filhos e no cachorro, lia revistas de mulher pelada e por aí vai. E isso porque só ia à santa missa de quando em quando.
Mas eis que um belo dia aparece um obreiro, ou mesmo um pastor, e faz a cabeça do cidadão: agora ele “aceitou” Jesus, virou “cristão”, vai ao culto todos os dias e lê a bíblia.
Agora que ele “aceitou” Jesus, tornou-se o juiz dos parentes que continuaram católicos, recusou a “idolatria”, a “mariolatria” e a “papolatria”, não se curva mais para aquela “rodinha de farinha”, já que “Jesus” está com ele diretamente, não precisa de intermediários.
Se ele cair em pecado de novo, não tem problema, pois se “aceitou” Jesus, por mais que os pecados do novo crente sejam bem cabeludos, Cristo já pagou por eles lá na Cruz!
Essa é uma idéia herdada do ex-padre Martinho Lutero, baseada naquela famosa frase:
“Sê pecador e peca fortemente, mas crê ainda mais fortemente.”
Quer dizer, se eu “aceitar” Jesus como meu Salvador pessoal, então Ele deverá fingir que não vê meus pecados, pois creio muito n’Ele.
É por essas e outras que muita gente tem aderido à religião protestante e renegando o batismo católico.
A Santa Igreja sempre ensinou, baseada nas Sagradas Escrituras, que não adianta dizer que crê na teoria mas não se crê na prática; ensina também que só nos salvaremos se fizermos por onde, se cumprirmos os mandamentos, se buscarmos os sacramentos, se fizermos o bem aos irmãos necessitados e se fugirmos das ocasiões de pecado.
Para os protestantes é justamente o contrário, basta “aceitar” Jesus e pronto! O cara já está salvo!
Lutero fez um estrago irreparável na teologia quando cunhou aquela frase infeliz, que gerou uma multidão de cristãos presunçosos, arrogantes e sem nenhuma humildade, que se afundaram ainda mais no pecado, achando que o “Jesus” deles fecharia os olhos para as falhas e os aceitaria numa boa.
Uma outra coisa a ser questionada é a idéia do “aceitar Jesus”. Como assim? Isso dá a impressão de que o “crente” presta um grande favor ao Senhor quando o aceita, até parece que o Salvador está mendigando para ter um fiel a mais.
É justamente o contrário: Ele é quem nos aceita, com nossas limitações e pecados! Tal colocação é absurda demais, sem fundamento.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O islamismo é tolerante?

O Islã é a religião da tolerância e da paz? Estas notícias desmentem completamente esse conto da carochinha:

Afeganistão: uma Igreja como no tempo das catacumbas
Oito cristãos assassinados por extremistas islâmicos no Paquistão
"Você tem alguma idéia do quanto isto é ofensivo?"
E ainda tem gente que inocentemente crê que o islamismo é a religião da paz! Só se for para os cristãos “descansarem em paz”!
* * * * *
Prezado amigo do blogue: esse aí da foto foi um dos nossos irmãos atacados no Paquistão! Creia, no entanto, que o Senhor é Misericordioso e também é Justo, e não deixará esse martírio cair no esquecimento, pois os que deram a vida pelo Cordeiro e pela Igreja, a esta altura estão com Ele, contemplando-O face a face.
Quanto ao infelizes que cometeram essa barbárie, só nos resta clamar pela Justiça Divina, pois da humana não esperamos mais.
Que esses mártires intercedam por nós e sejam exemplos de fé corajosa e abnegação, no meio das trevas da idolatria islâmica.

terça-feira, 16 de junho de 2009

E se comparássemos a família com a Igreja?

E se comparássemos uma família à Igreja, quem seria quem?
O pai seria Cristo.
A mãe, a Igreja.
E os filhos, todos os fiéis - o mais velho seria o papa.
O pai teve de retirar-se por alguma razão, ou foi viajar ou trabalhar, não importa; para auxiliar a mãe na gestão da casa, tem o filho mais velho para conduzir os mais novos ao bom caminho.
E os judeus, o que seriam neste contexto?
E os maometanos?
E os cismáticos?
E os protestantes?
Poderíamos dizer que uma “igreja” protestante seja aquela fulana que aparece na porta de casa e grita para a mãe da família: “eu sou a verdadeira esposa do teu marido!”. E se de repente um dos filhos se encanta por ela e diz “eis aí a minha mãe”, o que o pai sentiria? Ficaria desapontado, magoado, até entristecido, pois por mais que essa mulher seja bonita, atraente, “reavivada” e fale a linguagem dos filhos, ela NUNCA será a mãe deles.
E quando começarem a pipocar multidões de mulheres infernizando a porta da casa, perturbando a paz?
Os cismáticos poderiam ser aquela prima ou mesmo uma irmã gêmea da mãe da família, só que como o pai é um cidadão honesto, jamais se deixaria levar pelos encantos da parente da mulher, por mais bela e simpática que ela possa ser.
Os judeus poderiam ser aquela teimosa avó que anda um tanto esquecida das coisas e pensa que determinado fato ainda acontecerá, por mais que ele já tenha ocorrido.
Os maometanos seriam como aquela vizinha mais nova, explosiva mas cheia de mistérios, que afirma gostar muito do pai da família, se diz até parente do mesmo; o filho mais velho dele inclusive se dá muito bem com a dita cuja, só que na casa dessa mulher os outros irmãos são bastante maltratados. O que essa fulana não esconde é um desejo indisfarçável de tomar a casa do vizinho, derrubá-la e aumentar a própria.
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Bom, foi uma comparação um tanto difícil de fazer, mas acho que é por aí.
Se alguém tiver uma comparação melhor e me mandar, desde já agradeço.

domingo, 7 de junho de 2009

Por que ato ecumênico é só no catolicismo?

Uma coisa me chamou muito a atenção: por que todas as vezes em que há encontros e atos ecumênicos, é sempre dentro de alguma igreja católica?
Veja: quem não se lembra, por exemplo, das famosas manifestações ecumênicas na Catedral da Sé, em São Paulo, lideradas por D. Paulo Evaristo Arns e que contavam com o rabino Henry Sobel e o pastor presbiteriano Jaime Wright, contra o regime militar?
Quem não se lembra, por exemplo, dos encontros de oração promovidos em Assis por João Paulo II em 1986?
Quem nunca ouviu falar das aberrações hindus na basílica de Fátima, ou dos horrendos sacrifícios de frangos em Assis?
Hoje (03/06/09) teve um ato ecumênico na catedral de Notre Dame em Paris, em memória das vítimas do acidente aéreo - que Deus as tenha.
Repare que tais reuniões só acontecem sempre numa igreja católica.
Só gostaria de saber uma coisa: alguma vez esses encontros ocorreram numa sinagoga? NÃO! E isso porque o clero modernista adora um rabino - se for sionista é ainda melhor!
Em alguma mesquita? NÃO! - Até porque sempre o clero modernista gosta muito de "dar a outra face" aos infiéis que nos cobrem de tabefes!
Num templo hindu? NÃO! - Sem a mínima chance, estamos na temporada de caça ao cristão na Índia, já virou mania nacional.
Num mosteiro budista? NÃO! Claro, muita gente pode atrapalhar a meditação dos monges.
Num templo "evangélico"? NÃO, NÃO e NÃO! Essa gente não quer "idólatras", "mariólatras" e "papistas" pondo os pés na casa de "Deus". Obviamente mudarão de opinião se o católico resolver deixar a "ICAR", aceitar "Jesus" como seu personal saviour e se tornar mais um dizimista fiel, um Gedeão que desafia a Deus e conquista bênçãos materiais.
Portanto, se um dia essas reuniõezinhas mequetrefes ocorrerem em lugares que não sejam numa igreja católica e me convidarem, eu não irei.
Mesmo se fosse...
Numa mesquita: não pretendo pôr meus pés numa mesquita, pois quero mantê-los limpos - é porque só se pode entrar lá sem calçado, e eu não gosto de andar descalço, já que quando ando assim, sujo meus pés.
Numa sinagoga: não pretendo pôr meus pés numa sinagoga, já que do ponto de vista cristão, o judaísmo está defasado: ainda espera o Messias, sendo que Ele já veio, na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Num templo dito "evangélico": não pretendo pôr meus pés numa igrejola, pois tenho meus ouvidos em muito grande conta - ruídos acima de 80 ou 100 decibéis fazem mal à audição.
Num templo hare krishna, hindu ou afins: não pretendo pôr meus pés num lugar como esse, pois tenho meu belo nariz em muito grande conta, e aquele incenso fedorento me deixa tonto.
Centros espíritas ou terreiros de macumba: não vou porque não quero receber passes. Passes, só se for de ônibus, trem ou metrô.
Ah sim, se porventura acontecer um ato ecumênico numa igreja católica e me convidarem, tampouco irei, porque não quero ver infiéis, pagãos, hereges e padres/bispos apóstatas infestando a casa de Deus.

sábado, 18 de abril de 2009

O "amor" segundo-vaticanista

Deus, em Sua Infinita Bondade, manifestou pelo gênero humano um amor tão intenso, que deu Seu Filho Unigênito para que trouxesse a salvação à humanidade pecadora. Ver João 3, 16.
Há que se ressaltar, entretanto, que na mesma medida em que o Amor e a Misericórdia Divinos são infinitos, a Justiça de Deus também o é.
Infelizmente, depois do Vaticano II (e não há outro culpado) começou a imperar uma pregação de um “amor” muito diferente daquele que é visto nos Evangelhos: um “amor” sentimentalóide, açucarado e melado, digo, meloso (sem referências a um certo padre-galã).
“Amar” tornou-se sinônimo de passar a mão na cabeça do pecador, aceitar passivamente as fraquezas dele e consentir nos pecados por ele cometidos.
“Amar” passou a ser o discurso de muito padre moderninho que só quer ser simpático e diplomático. E até ecumênico, já que o reverendíssimo aceita como normal um fiel do rebanho passar a ser filho de Lutero, ao invés de Maria Santíssima.
“Amar” passou a significar esculhambação com a Santa Missa, que em diversas oportunidades foi celebrada como rodeio, pajelança ou terreiro de macumba.
“Amar” virou sinônimo de frouxidão com o delinqüente perigoso, que não é mais do que uma vítima do “sistema”: bandido é bandido porque nasceu pobre. Defender a pena de morte passou a ser heresia digna da fogueira!
O verbo “amar” ficou banal, mas tão banal, que se cantam certas musiquinhas bisonhas na Santa Missa, desde aquelas insuportáveis canções protestantes até as intelectualóides do
Legião Urbana.
“Amar” para muitos “teólogos” e bispos é
aceitar a invasão da propriedade alheia, a descriminalização do aborto e das drogas e aceitar de muito bom grado a união civil pró-homo. Ver Gálatas 5, 19-21.26.
“Amar” dá direito aos libertários de apedrejarem moralmente um pastor da Santa Igreja que tão somente defendeu uma verdade católica, sob o pretexto de que tal arcebispo foi tão fariseu quanto aqueles que quiseram apedrejar a adúltera. Ver João 8, 1-11.
“Amar” virou um verbo tão gasto, que um certo padre, ao ser indagado se seria correto um casal de namorados se relacionarem sexualmente antes do casamento, respondeu que, se eles tiverem a certeza de se casarem, não haveria problema algum, pois se amavam. Ver I Coríntios 6, 18.
“Amar” fez do período quaresmal um tempo de reflexão socioeconômica, em vez de chamar os fieis à conversão.
Salve a
CNB do B!
Agora “amar” é ter uma experiência pessoal com Cristo, como se Ele fosse alguma cobaia à disposição de curiosos.
“Amar” Jesus virou sinônimo de pedantismo barulhento, com carismáticos erguendo os braços e
soltando a voz numa “oração” indecifrável, que eles alegam ser oriunda do Divino Espírito Santo.
“Amar” agora é sinônimo de ver a moçada chacoalhando o esqueleto numa
TRISTOTECA qualquer, copiando as diversões do “mundão”. Ver I João 4, 5.
“Amar” significou ver um papa beijando o livro sagrado dos infiéis, adeptos da “seita”, segundo o grande D. Afonso de Albuquerque.
“Amar” é a palavra da moda.
Desse “amor” entojado, politicamente correto e sem noção do ridículo, livrai-nos Senhor!