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terça-feira, 9 de abril de 2013

Tiririca me representa!


Com esse monte de bocós repetindo ad nauseam que "fulano não me representa", proponho o seguinte: quem poderia nos representar é o palhaço Tiririca!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Cristão católico e petista?

Se você é católico e pensa que a política deve sempre buscar o respeito, a preservação e a dignidade da vida humana acima de qualquer interesse político ou econômico, e se for contra o aborto, então não poderá, jamais, ser petista.
Numa notícia do jornal Folha de São Paulo, cujo tema principal era a política nacional, é possível ler o seguinte:
“Na entrevista, Rui Falcão [obs.: presidente nacional do PT] disse que o PT continua favorável à descriminalização do aborto, mas que os deputados do partido não propõem mudanças na lei atual (que criminaliza o aborto) porque têm outras prioridades no Congresso.”

Por isso, se você, prezado leitor e prezada leitora, é católico(a) mas se considera petista, então escolha: ou se é católico ou se é petista, pois se água e óleo não se misturam, o mesmo se dá com as princípios da fé cristã e as teorias esquerdistas defendidas pelo "Partidão".
Sobre isso é possível lermos na Palavra: "Não se pode servir a dois senhores" (Mateus 6, 24).

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/poderepolitica/1055932-serra-apoia-dilma-contra-aecio-diz-kassab-ao-pt.shtml

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

QUE VONTADE DE VOMITAR!!!!

O que dizer da ministra que a Dilma Ducheff escolheu?

A criatura, FEMINISTA CONVICTA, diz que já fez aborto na época da luta armada, que se relacionou com mulheres* e que já fez treinamento de prática de aborto na Colômbia, para que a mulher, dona de seu próprio corpo, não precise recorrer à saúde pública e faça o próprio aborto!

QUE VONTADE DE VOMITAR!


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Fonte:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-ministerio-dilma-nova-ministra-da-mulher-confessa-que-ja-treinou-abortos-por-succao-mesmo-nao-sendo-medica-mais-ela-se-considera-avo-de-um-neto-mas-tambem-do-aborto/

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* Que fique bem claro, entretanto, que em nenhum momento este blogue fez ou faz apologia à tal de homofobia, pois os homossexuais são criaturas de Deus como todo mundo; o que importa dizer MAIS UMA VEZ é que não concordo com a BAITOLIZAÇÃO DA SOCIEDADE, com esse GUEYZISMO nefasto que certos setores “libertários e democráticos” como a referida senhora (ou aquele deputado fã do Che) querem nos enfiar goela abaixo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Midas e Médas

Na mitologia, tudo que o rei Midas tocava virava ouro.
Tem também um outro rei, que tudo o que toca vira outra coisa. É o rei Médas, que andou fazendo as suas em alguns lugares como o Iraque, por exemplo.
No tempo do Sadam Hussein, o governo de lá era um regime opressor e tudo mais, realmente, só que isso era um assunto única e exclusivamente dos iraquianos. Enquanto isso, a comunidade cristã era considerada uma das mais numerosas do Oriente Médio, vivia sob certa tolerância religiosa e tinha até representantes no alto escalão do governo, como o então ministro Tariq Aziz. Mas (sempre tem o mas...) tinha um cara xarope em Washington (leia-se Jorginho Bush) que encasquetou que titio Sadam guardava armas de destruição em massa no Iraque. Bom, aí o final da história vocês já sabem: o Tio Sam invadiu o Iraque, Sadam foi deposto e executado, um governo fantoche dos norte-americanos foi instalado em Bagdá e as tais armas, que serviram de pretexto para invasão, jamais foram encontradas.
E o que isso gerou? Essa história nós já sabemos também: os muçulmanos passaram a atacar alvos cristãos, destruir igrejas e assassinar vários irmãos nossos, não respeitando sequer a idade > não pouparam nem as crianças!
Por que citar Midas e a antítese dele, Médas? Porque essa história de "primavera árabe" não passa de mais um engodo, e a bola da vez é a Síria, já que na Líbia o coronel praticamente não manda mais por lá.
Se o pessoal dos States, da ONU, da OTAN ou qualquer outra coisa, resolver meter o bedelho pelas bandas de Damasco, o filme que estava em cartaz no Iraque pode ser visto agora na Síria. É lá onde correm diversos protestos contra o ditador Assad, e há muitos que o apóiam nem tanto porque gostam dele ou do partido, mas o fazem em troca de proteção, como podemos ler no texto abaixo:

Por "proteção", minorias na Síria defendem o regime

Por Marcelo Ninio, na Folha:
Natural de Homs, cidade que virou o centro dos protestos contra o regime sírio, o cristão Shaher Meida explica em bom português por que apoia incondicionalmente o ditador Bashar Assad. “Com ele temos proteção”, diz ele, que morou um ano em Belo Horizonte. “Sem Assad, o risco é a Síria virar um novo Iraque”. O temor de Meida é uma das explicações por trás do apoio que as minorias do país devotam ao regime, ainda que muitos critiquem o Estado policial e anseiem por mais liberdade. Formado por cristãos, muçulmanos, alauítas, drusos, ismaelitas e uma microscópica comunidade judaica, a Síria é o único país do Oriente Médio em que diferentes grupos religiosos e sectários coexistem, afora o Líbano.

Mas essa aparente harmonia começou a sofrer rachaduras com os protestos iniciados em março, despertando fantasmas de uma guerra sectária. Esse risco é ressaltado pelo regime. A alternativa a Assad, adverte, é o caos. Real ou exagerado, o perigo colocou as minorias em pânico, sobretudo a cristã, que constitui 10% da população de 23 milhões. O temor é que se repitam as perseguições ocorridas no Egito e no Iraque ou um cenário de guerra civil, como no Líbano. Aqui

Por Reinaldo Azevedo

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/por-protecao-minorias-na-siria-defendem-o-regime/

Portanto, quando o rei Médas resolve tocar em algo, tudo vira "totô", como o Midas texano fez aos cristãos iraquianos, que sem algo que os resguardasse, se apoiavam no menos pior para ter um futuro um pouco melhor. Se em algum momento Sadam perseguia cristãos, disso ninguém duvida, mas isso era infimamente inferior aos níveis atuais.
Que Cristo Rei do Universo proteja nossos irmãos que padecem nas mãos dos muçulmanos.
Que a Virgem Maria console a todos.

domingo, 24 de julho de 2011

Calla a boca, Lulla!

Eu tenho, como norma nas postagens deste blogue, o cuidado de evitar ao máximo o uso de palavras chulas ou palavrões. Mas como evitá-los quando alguém chega e diz o seguinte absurdo:

"Tem de acabar com essa bobagem que inventaram de que pobre vai ganhar o reino dos céus e de que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico ir para o céu, porque para o rico o céu é aqui e o pobre também quer o céu agora, e vivo."

Quem foi o autor de semelhante MERDA? Ora quem, foi aquele papagaio que atende pelo nome de Lulla!

Essa carniça abre a boca pra falar um monte de abobrinha e ainda tem sempre algum filho de rapariga que paga uma fortuna para ouvir aquela ruma de besteiras proferidas pelo "apedeuta"!

E o pior é que sempre são palavras carregadas daquele mofado discurso de luta de classes (o proletário contra o burguês, o coitadinho do pobre explorado pelo vil homem endinheirado)!

Parece que toda vez em que o dito cujo fala, o ar fica empesteado de merda com cachaça!

Um “nordestinado” que envergonha os nordestinos de bem.

Um frustrado porque foi derrotado por FHC no primeiro turno duas vezes. Sendo o maconheiro Fernando Henrique bom ou mau presidente, essas derrotas eleitorais o mollusco nunca vai esquecer.

Merda, esterco, cocô... imagina aí, o ambiente com cheiro forte de bosta: agora junte com aquele fedor de cachaça Cavalinho misturada com caninha 51 e Ypióca, tudo com a validade vencida... taí, isso é o que acontece toda vez que o “nóço líder” fala alguma merda, esse grande “católico à sua maneira”, nas irrepreensíveis e inequívocas palavras do inoxidável sucessor dos Apóstolos, o sensacional D. Cláudio Hummes.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Contra a baytolagem de estado ou "Onde estão os parlamentares católicos?"

Onde estão os católicos do Senado e da Câmara?
Será que o único a ter coragem de dar a cara a tapa e denunciar o gueyzismo é o Bolsonaro?
"Ah", dirá alguém, "mas ele não é católico"... Sim, mas é o único que se manifesta (que eu saiba).
Até quando a bancada dita "católica" (se é que ela existe) assistirá passiva (hum...) a essa horda "arcoirisada" se impondo, querendo nos enfiar (ui...) goela abaixo essas coisas sujas e porcas que são a lei da homofobia e o tal de "kit-gay" nas escolas?
Quem não tiver preconceito que "atire a primeira pedra", ou será que um homem, ao saber que a esposa está esperando um menino, vai imaginar, entre tantas coisas, que o filhão vai ser sodomizado por qualquer um?
Ou que o filho varão vá andar requebrando e rebolando a busanfa que nem o(a) recém-finado(a) Lacraia?
Ou que dará uma boneca da Barbie ao invés de um carrinho, um revólver de mentira ou um boneco do Max Steel?
Não defendo, em hipótese nenhuma, que se agrida ou mate os homossexuais, QUE FIQUE BEM CLARO, mas que uma coisa precisa ser feita ou senão correremos o risco de sermos processados por HOMOFOBIA!
Para saber da última, leia no blogue do Reinaldo Azevedo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bando de urubus

É só um desastre como o do Rio de Janeiro acontecer que logo vem aquele bando de chatos politicamente corretos quererem o desarmamento.

Pois não é que o “nobre senador doutor” José Sarney [Sabe como é né, qualquer politico graúdo a gente chama de “dotô”! Até o Lulla é dotô agora também...] está propondo (mais) um referendo sobre o desarmamento?

Após a tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, onde um homem matou a tiros 12 alunos na semana passada, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), vai apresentar nesta terça-feira aos líderes partidários uma proposta para a realização de um novo referendo sobre o desarmamento.

A ideia do parlamentar é debater com os líderes a votação de um projeto de lei que estabeleça nova consulta à população sobre a proibição de vendas de arma de fogo no país.”

Poxa vida, mais um plebiscito? E aquele de 2005 não serviu de nada?

Mais uma eleição dispendiosa, sem nexo, cujos objetivos são baseados na falta do que fazer?

Ele também apoiou a proposta do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de debater com organizações não governamentais a antecipação da Campanha Nacional pelo Desarmamento, prevista para junho.”

Creio que o “nobre” senador não está preocupado com a violência que invade o país, acho que ele está com medo de, quem sabe (se bem que acho bem difícil) o povo do Maranhão se revoltar, pegar em armas e botar a “famiglia” delle (que há décadas domina aquele estado) para fora destepaiz.

E o pior é que não é só o senador, mas uma renca de ONG's que "são da paz" e só fazem querer impedir a legítima defesa dos cidadãos de bem. E por falar nisso, se tem algo que deveria ser proibido era a existência dessas ONG's, ô cambada de gente desocupada, muitas dessas organizações só se preocupam em “dar um tapinha” ou “fumar o cachimbo da paz” ou com o estabelecimento da “baitolagem de Estado”.

Bando de urubus! Se aproveitam da desgraça alheia para aparecer e fazer propaganda das suas ideologias!


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Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/901045-sarney-vai-propor-novo-referendo-sobre-armas.shtml

Fonte da imagem:

http://panellaveia.blogspot.com/2005_07_01_panellaveia_archive.html


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

“Marchata” ensina português ao Sarney

A Sra. Suplicy, além de sexóloga agora é professora de Língua Portuguesa: repreendeu o senador Sarney, “imortal” da Academia Brasileira de Letras, por ele ter dito “presidentE” ao invés de “presidentA”, ao se referir à Sra. Dilma Ducheff.

Mas a douta política “tomou na cara”, como diz o povo: o senador se defendeu, dizendo que ambas as formas estão gramaticalmente corretas.

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Veja em:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/872638-marta-interrompe-sarney-apos-ele-usar-expressao-presidente-para-dilma.shtml

http://ocruzadomissionario.blogspot.com/2011/01/dilma-do-chefe-e-lingua-portuguesa.html

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"Dilma Ducheff" e a língua portuguesa

A nova mandatária do nosso Brasil varonil, seguindo o exemplo da chefona argentina, quer ser chamada de presidentA, e não presidentE.
Embora a forma desejada pela "nóça líder" seja considerada correta, isso poderia gerar um efeito cascata no português do Brasil. Vejamos alguns exemplos:

1) o cliente (masculino) - a clienta (feminino)
2) o contente - a contenta
3) o estudante - a estudanta
4) o jegue - a jega
5) o paciente - a pacienta

Só que tal mudança teria resultados esquisitos, pois se flexionarmos a palavra conforme o gênero, então deveríamos escrever a parturienta no lugar de a parturiente, ou o mais estranho, naquelas festas de quinze anos, passaremos a dizer a debutanta ao invés de a debutante.
E aquele móvel que geralmente fica na sala? Se antes dizíamos (e escrevíamos) a estante, a partir deste ano então trocaremos por a estanta?
Partindo-se desse princípio, se flexionarmos as palavras conforme o gênero, então algumas palavras também deverão ser modificadas, pelo bem da tal de “Última flor do Lácio”:

1) a dentista (feminino) - o dentisto (masculino)
2) a especialista - o especialisto
2) a mestra - o mestro
3) a motorista - o motoristo

Ainda que seja uma discussão sem muita importância, espero que o português não seja “assassinado” pela presidenta, ao contrário do antecessor.
Para se aprofundar no assunto, acesse: Clic RBS.
Fonte da imagem: blogue Sucessão.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Em homenagem ao eleitor brasileiro...

Bom, assim que o resultado final do pleito presidencial saiu, foi inevitável eu ter me lembrado desta música do Ultraje a Rigor, que se não me engano é de 1989. Tudo bem que a letra já é antiga, mas mesmo com mais de vinte anos, ela permanece atualíssima!

Filha da P[...]*

Ultraje a Rigor

Composição: Roger Moreira

Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama
Mas são os filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama


Filha da p[...]
É tudo filho da p[...] (2x)


É uma coisa muito feia
E é o que mais tem por aqui
E sendo nós da Pátria filhos
Não tem nem como fugir
E eu não vi nenhum tostão
Da grana toda que ela arrecadou
Na certa foi parar na mão
De algum maldito gigolô


Filha da p[...]
É tudo filho da p[...] (2x)


'Cês me desculpem o palavrão
Eu bem que tentei evitar
Mas não achei outra definição
Que pudesse explicar
Com tanta clareza
Aquilo tudo que a gente sente
A terra é uma beleza
O que estraga é essa gente


Filha da p[...]

*Por respeito aos leitores, omiti o palavrão, se bem que existem certas horas em que devemos soltá-lo a plenos pulmões...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

V. Revma. é padre e dilmista?

Se o senhor é padre, mas está:

- achando que as palavras de bispos como D. Aldo Pagotto em defesa da vida , são tão somente "expressões particulares";

- crendo que socialismo e cristianismo podem andar juntos;

- pensando que a Igreja Católica está "errada" ao se aliar às "zelite" quando prega o boicote à Dilma do Chefe;

- certo de que o aborto é só uma questão de saúde pública;

- decidido a votar na Dilma Hussein assim mesmo, ainda que venha o papa e alerte o rebanho a não votar em partidos abortistas...

Então o reverendo vai me perdoar, mas o senhor não passa de um grande TRAIDOR!

Anule o voto ou vote no José Motosserra, mas não vote na Dilma do Chefe!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vai anular o voto?

Você vai anular o voto?
Não faça isso, abstenha-se! É melhor justificar para a "Justiça" Eleitoral do que chegar na maquininha e digitar qualquer número para anular.
Vá curtir o feriadão!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Pe. Lodi e o voto nulo

Palavras do Pe. Lodi, do Pró-Vida de Anápolis:
A tentação do voto nulo
Para o eleitor cristão, não é tarefa fácil nem agradável escolher entre dois candidatos maus. A repugnância pelo aborto leva-nos à tentação – à qual devemos resistir – de anular o próprio voto, num gesto de desdém.
Essa atitude, apesar de trazer alguma satisfação psicológica, acaba por contribuir para o aumento do mal que se quereria evitar. Os votos nulos, assim como os brancos, não são computados (art. 77, §2º, CF). Mas eles acabam contribuindo para eleger o candidato mais popular.
Para exemplificar: se dentre 1000 pessoas, nenhuma tiver votado branco ou nulo, todos os votos serão válidos e ganhará o candidato que receber mais de 50% dos votos, ou seja, 501 votos. Mas se dentre essas 1000 pessoas, 50 tiverem votado branco ou nulo, significa que teremos apenas 950 votos válidos. Portanto, o mesmo candidato será eleito se alcançar 476 votos.

Dilma, portanto, só tem a ganhar com aqueles pró-vida que, desgostosos de José Serra, resolverem votar em branco ou anular seu voto.
Esta é uma hora crítica, em que precisamos imitar a conduta de Deus, que tantas vezes tolera um mal a fim de evitar um mal maior.
Em vez de arrancar o joio (por causa do perigo de arrancar com ele também o trigo), o Senhor manda deixar que joio e trigo cresçam até a hora da colheita (Mt 13,29). Em seu desejo de salvar tudo o que pode ser salvo, Ele não quebra a cana já rachada nem apaga a mecha que ainda fumega (Mt 12,20).
No dia 31 de outubro, antes de entrar na cabine eleitoral, talvez seja conveniente rezar “não nos deixeis cair em tentação (de anular o voto)”. Na hora de pressionar as teclas, talvez seja preciso prender a respiração antes de digitar “45” e “CONFIRMA”
. Mas o amor a Deus e à pátria exige de nós esse sacrifício.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O português assassinado e o padre em cima do muro

Sou professor de Língua Portuguesa e, talvez como todo professor de Português, fico inconformado quando a nossa língua é maltratada, como no caso a seguir. Eis o que uma dilmista escreveu a respeito do alvoroço causado pela homilia do Pe. José Augusto:

“sou catolica apostolica Romana,e voto Dilma para presidente,ñ me assusto com o terrorismo de padre Jose Augusto,esta querendo a aquizição???pois que venham a foguyeira sou filiada ao Pt,e defendo a politica que trabalha em prol dos oprimidos.”

O que seria essa tal de “aquizição”? E “foguyeira” então?
Por falar em Canção Morna, só gostaria de pedir: desça do muro, Little John!
O nível dos comentários no blogue de padre Juanito é tão elevado que tornou-se um reduto de petralhas e, pasmem, há quem cite até frases daquele louco do “Chic” Xavier! Até de “edemoniado” o padre José Augusto foi chamado!
Ainda bem que alguns não se calaram e denunciaram a propaganda indireta do Juanito em favor da Dilma-lá.
Não entendo o porquê de o padre Little John ter lançado no blogue algo que nem ele expõe às claras, que seja honesto ao menos e declare seu voto à Dilma! O que não pode é ele ficar sobre o muro, “jogando verde”, insinuando “sem querer querendo” que vai votar no 13! Ficou feio para ele e para a Canção Morna, pois muitos leitores lançaram duras críticas contra essa ambigüidade e covardia.
Não achava que depois da “surra” que levou do Prof. Fedeli o Pe. Joãozinho seria capaz de dar outra bola fora.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O bizarro, o inacreditável!

O bizarro, o inacreditável!
Eleições obrigatórias só podiam dar em m...!
Depois que Clodovil (já falecido) e Frank “cãozinho dos teclados” Aguiar entraram na disputa por uma vaguinha na Câmara Federal e venceram, em 2006, agora em 2010 as eleições em São Paulo estão recheadas de “sub-celebrities”:
Tem ex-futebolista, ex-artista, ex-cantor, mulher-fruta, traveco, enfim, tem candidatos para todos os gostos.
Mas um caso que vem chamando a atenção é a candidatura de um famoso palhaço televisivo.
Abaixo está a entrevista com o dito cujo. Meus comentários estão em amarelo.

24/08/2010 - 03h00
'Não é piada, é a realidade', diz Tiririca sobre slogan de campanha
FERNANDO GALLO
DE SÃO PAULO
Francisco Everaldo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, 45, provoca risos e indignação desde que a campanha eleitoral começou na TV.
Com o slogan "Vote Tiririca, pior que tá, não fica"
(“É, realmente ninguém sabe onde é o fundo do poço”), ele vai às urnas para tentar uma vaga como deputado federal pelo Estado de São Paulo (“Poderia ser mais honesto e tentar pelo Ceará.”).
É a grande aposta do PR no pleito (“Quem terá sido o ‘crânio’?”), tanto que ganhou a legenda de mais fácil memorização: 2222.

Folha - Por que você decidiu se candidatar?
Tiririca - Eu recebi o convite há um ano
(“Quem terá sido o ‘crânio’?”). Conversei com minha mãe, ela me aconselhou a entrar porque daria pra ajudar as pessoas mais necessitadas. Eu tô entrando de cabeça.
De quem veio o convite?
Do PR.
Como foi?
Por eu ser um cara popular, eles acreditaram muito, como eu também acredito, que tá certo, eu vou ser eleito
(“Pela honra dos cearenses de bem que vivem em São Paulo, que esse aí não seja eleito!”).
Sabe o que o PR propõe, como se situa na política?
Cara, com sinceridade, ainda não me liguei nisso aí, não
(“Como é que a criatura entra num partido se nem ao menos sabe quais são as bandeiras da agremiação?”). O meu foco é nessa coisa da candidatura, e de correr atrás (“Atrás do que, criatura????”). E caso vindo a ser eleito, aí a gente vai ver (“Eu não quero nem ver!”).
Quais são as suas principais propostas?
Como eu sou cara que vem de baixo, e graças a Deus consegui espaço, eu tô trabalhando pelos nordestinos
(“Depois quando paulista fica com preconceito com nordestino, ninguém sabe o porquê.”), pelas crianças e pelos desfavorecidos.
Mas tem algum projeto concreto que você queira levar para a Câmara?
De cabeça, assim, não dá pra falar
(“Se esse estropício não sabe o que o partido defende, que dirá ter alguma idéia para lançar no Congresso...”). Mas como tem uma equipe trabalhando por trás, a gente tem os projetos que tão elaborados, tá tudo beleza. Eu quero ajudar muito o lance dos nordestinos (“Só se for lance de impedimento!”).
O que você poderia fazer pelos nordestinos?
Acabar com a discriminação, que é muito grande
(“Discriminação não se acaba numa ‘canetada’, num projeto de lei. Discriminação racial tem a ver com falta de educação e senso do ridículo. Eu digo isso porque mesmo sendo paulista, sou filho de cearenses e já cheguei a passar por essa situação.”) Eu sei que o lance da constituição civil (“Será que o lance da ‘constituição militar’ ele ao menos tá por dentro?”), lei trabalhista... A gente tem uma porrada de coisa que... de cabeça assim é complicado pra te falar (“Se ao menos souber que 2 + 2 são 4, tá beleza”). Mas tá tudo no papel, e tá beleza. Tenho certeza de que vai dar certo.
Quem financia a sua campanha?
Então... o partido entrou com essa ajuda aí... e eu achei legal
(“Será a TV Recópia?”).
Você tem ideia de quanto custa a campanha?
Cara, não tá sendo barata.
Mas você não tem ideia?
Não tenho ideia, não
(“Pergunto mais uma vez: como o infeliz entra numa ‘parada’ e não sabe como é o ‘lance’ dela?”).
Na propaganda eleitoral você diz que não sabe o que faz um deputado. É verdade ou é piada?
Como é o Tiririca, é uma piada, né, cara? 'Também não sei, mas vote em mim que eu vou dizer'. Tipo assim
(“Como professor de Português, tenho horror a esses vícios de linguagem”). Eu fiz mais na piada, mais no coisa (“E assim todo mundo fica ‘coisado’”)... porque é esse lance mesmo do Tiririca (“Repito: voto obrigatório sempre dá essa m... toda!”).
Mas o Francisco sabe o que faz um deputado?
Com certeza, bicho. Entrei nessa, estudei para esse lance, conversei muito com a minha mãe
(“E a senhora mãe dele foi ao menos vereadora lá em Itapipoca?”). Eu sei que elabora as leis e faz vários projetos acontecer, né?
O que você conhece sobre a atividade de deputado?

Pra te falar a verdade, não conheço nada. Mas tando lá vou passar a conhecer (“Ainda bem que, ao menos, é candidato a deputado, não a médico...”).
Até agora você não sabe nada sobre a Câmara?
Não, nada
(“Deve ao menos saber quanto é o salário lá, não é possível que não saiba disso...”).
Quem são os seus assessores?
Nós estamos com, com, com.... a Daniele.... Daniela
(“Pô! O cara é candidato e nem sabe direito o nome da assessora?”) . Ela faz parte da assessoria, junto com.... Maionese, né? Carla... É uma equipe grande pra caramba.
Mas quem te assessora na parte legislativa?
É pessoal do Manieri (“O Maurício, o cantor?”).
Quem é o Manieri?
É... A, a, a.... a Dani é que pode te explicar direitinho. Ela que trabalha com ele. Pode te explicar o que é
(“Essa assessora do Tiririca é quem deveria ter se candidatado, não ele.”).
Por que seu slogan é ‘pior que tá, não fica’?
Eu acho que pior que tá, não vai ficar. Não tem condições. Vamos ver se, com os artistas entrando, vai dar uma mudança
(“Se depender da classe ‘artística’ do ‘nóço’ Brasil varonil, o país ta f...”). Se Deus quiser, pra melhor (“Melhor pra quem, cara pálida?”).
Esse slogan é um deboche, uma piada?
Não. É a realidade. Pior do que tá não fica
(“Será?”).
Você pretende se vestir de Tiririca na Câmara?
Não, de maneira alguma.
Quem é o seu espelho na política?
Pra te falar a verdade, não tenho
(“Seria de se admirar se alguém que diz não saber patavina nenhuma de política, ter algum político como exemplo...”). Respeito muito o Lula pelo que ele fez pelo nosso país. Ele pegou o país arrasado e melhorou pra caramba (“Viva o ‘Nóço Líder’!”).
Fora ele...
Quem ele indicar, eu acredito muito
(“Então se o ‘Grande Timoneiro’ indicar que o Tiririca deve pular da ponte, ele pula?”). Vai continuar o trabalho que ele deixou aí.
Então você vota na Dilma.
Com certeza. A gente vai apoiar a Dilma. Ele tá apoiando e a gente vai nessa
(“Se o cacique-mor do nosso Brasil apoiar o capeta, o palhaço também apóia?”).
Não teme ser tratado com deboche?
Não, cara. Não temo nada disso. Tô entrando de cabeça, de coração. Tô querendo fazer alguma coisa. Mesmo porque eu sou bem resolvido na minha profissão. Tenho um contrato de quatro anos com a Record. Tenho minha vida feita, graças a Deus. Tem gente que aceita, mas a rejeição é muito pouca.
Se for eleito, vai continuar na TV?
Com certeza, é o meu trabalho. Vou conciliar os dois empregos.
Em quem votou para deputado na última eleição?
Pra te falar a verdade, eu nunca votei. Sempre justifiquei meu voto
(“Você que é de São Paulo, faça como o Tiririca: justifique seu voto, deixe de votar!”).

O que dizer disso? Nada! Senão escapa um palavrão bem cabeludo.
E também não adianta
querer impugnar a candidatura do Tiririca, pois se a classe política se desse ao respeito, aberrações como essa jamais aconteceriam.
E outra: ainda vivemos num país democrático ou não? Se o dito cujo tem o direito de se candidatar, cabe à população evitar ou não que o Congresso continue sendo o grande circo que sempre foi.
Resumindo: realmente, a piada perdeu a graça faz muito tempo...

Disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/787678-nao-e-piada-e-a-realidade-diz-tiririca-sobre-slogan-de-campanha.shtml