quinta-feira, 9 de julho de 2009

Muito cuidado com os nomes dos filhos!

D. Héctor Aguer, arcebispo de La Plata (Argentina) chama a atenção dos pais para o batismo dos filhos.
Entre as palavras do pastor destaca-se a preocupação em dar um nome decente aos filhos:

Se lá na Argentina é assim, o que dirá aqui no Brasil, onde o povinho miúdo [e isso nada tem a ver com condição socioeconômica] tem mania de colocar nomes estranhos nos filhos!
Quantos filhos que não passam por situações humilhantes, principalmente na escola, devido ao nome exótico escolhido pelos pais?
Por que não se colocam mais nomes de grandes pessoas, como Vicente, Afonso, Pedro, Isabel, Beatriz, Nicolau...?

Escândalos melosos de um padreco artista

Padre Favo de Mel, segundo a Montfort:

(...) Eis o que ele [Fashion Meloso] escreveu sobre a ressurreição de Jesus:

“Isso retira a necessidade que temos da materialidade da ressurreição. Não importa que haja um corpo encontrado ou um corpo desaparecido. O que a ressurreição nos sugere é muito mais que um corpo material. O mais importante, e o que verdadeiramente pode mover o cristianismo no tempo, não está na prova material da ressurreição, mesmo porque não a temos. O que possuímos, e isso ninguém pode contestar, é o fato de que os discípulos nunca mais foram os mesmos depois da vida, morte e ressurreição de Jesus. A declaração cristã “Ele está no meio de nós!” nos assegura a continuidade do plantio das flores. Onde existir um ser humano comprometido com as palavras e a proposta de Jesus, lá Ele estará presente. Isso não é lindo, meu amigo?

NÃO!!! ISSO NÃO É LINDO!
ISSO É HORRIVELMENTE HERÉTICO!!!
Como um padre ousa escrever esses horrores?
Não temos prova da ressurreição?
Para esse padre, o que vale não é se se viu Jesus ressuscitado, mas sim a ausência d'Ele, que teria suscitado aos apóstolos continuar a... “plantar flores”?
Pior que uma palhaçada romântica, para encantar moçoilas sem fé e de cabeça vazia, é a heresia que essa padreco lança seguro de que não será sequer advertido. Pelo contrário, esse show-padre está garantido de ter o apoio dos Bispos modernistas da CNBB, encantados de terem um padre moderninho desse tipo.
O que dá finalidade mais alta à existência de um verdadeiro sacerdote é a celebração da Missa. É o poder fazer a consagração do pão e do vinho que torna presente Cristo inteiro com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sob as espécies ou aparências de pão e de vinho.
Padre Melo não crê em nada disso.
Por isso ele é um Padre “diferente”. Melosamente melado.
O oposto do modelo de Padre que foi o santo Cura de Ars, patrono dos sacerdotes verdadeiros, que crêem na Eucaristia e que vivem dela.
Padre Fábio de Melo não vive da Eucaristia. Vive do aplauso para o seu galantismo.
Pois eis o que ele escreveu sobre a presença real de Jesus na Sagrada hóstia consagrada:

“Teilhard de Chardin, teólogo jesuíta, chamava isso de “cristificação do universo”. Esta mística nos permite uma aproximação ainda mais interessante da eucaristia, acontecimento ritual que nós, católicos, chamamos de “presença real de Cristo”. O que é a presença real? A matéria consagrada? O pão e o vinho somente? Não. Juntamente com as duas substâncias está o bonito e sugestivo significado da ausência. A comunidade que celebra, enquanto celebra, prepara a chegada do que vai voltar. A volta de Jesus não é apenas um acontecimento escatológico, reservado ao final dos tempos, mas induz a comunidade a um comprometimento histórico com as dores do mundo”.

Sublinhamos nesse texto a frase escancaradamente herética, negadora da presença de Cristo na hóstia consagrada.
E se esse padre não crê na presença de Cristo na Eucaristia, que missa celebra ele?
Para ele, a Eucaristia significa a ausência de Jesus!!!
E, segundo ele, quem celebra a Missa não é o padre. “É a comunidade que celebra”.
Se esse Padre acredita realmente nisso que ele escreveu, a Missa dele seria inválida. Como os Bispos do Brasil permitem que um Padre escreva tais coisas sem o condenarem?
Nada dizerem eles sobre isso, é conivência com a heresia.
Que Deus defenda as almas do que diz tal Padre e do que não dizem os Bispos que o aplaudem e que se calam.
Pois é assim que se destrói a Fé.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Agradecimentos especiais

Quero muito agradecer ao cristotequeiro DJ Jhordam, que muito me elogiou.
Quero agradecer também ao “pastor” Leonardo Gonçalves, por ter gasto o português dele neste simples blogue, usando de palavras educadas e gentis.
Digo, entretanto, que me reservei o direito de não publicar as palavras de cada um, por enquanto. Talvez num quadro de honra...
Só tenho algumas coisas a comentar:
1º - caríssimo cristotequeiro, se você acha que evangelizar a juventude é se valer de barulheira, vá em frente, vejamos se os jovens terão pique de agüentar aquele putz-putz a vida toda.
Outra sugestão: na boa, sem querer ofendê-lo, vá melhorar o seu português, até porque quem não sabe dominar o próprio idioma não tem muito futuro na vida não.
2º - para o cidadão auto-intitulado “pastor” Leonardo Gonçalves: vá cuidar do seu rebanho! Melhore o nível das suas palavras, já que é um “pastor”, respeite ao menos os seus seguidores!
Só um questionamento: quem foi o comedor de feijão que fundou a sua igrejola? Você virou pastor depois de quanto tempo de estudo? Só não vale curso por correspondência, entendeu?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Miguelito e o evangelho de Lucas

Esta é a história do Miguelito. Miguelito era um crioulinho franzino nascido lá nos cafundós do Judas. Ele tinha muitos irmãos e o pai, o Seu Zé, ao ver que os filhos cantavam bem, principalmente o Miguelito, resolveu ganhar muito dinheiro com eles.
Só que o Seu Zé era muito autoritário, fazia os filhos ensaiarem as danças e as músicas exaustivamente. Miguelito praticamente não teve infância.
Isso deixou profundas marcas psicológicas em Miguelito que, entretanto, ficou famosíssimo, deixou o grupo dos irmãos e decidiu seguir carreira solo. Os passos de dança por ele criados faziam sucesso e eram bastante imitados no mundo todo; ganhou fortunas.
Miguelito, todavia, era um tanto “seqüelado” por ser negro, ainda mais numa sociedade racista. De repente uma doença foi deixando a pele dele clara, clara, muito clara.
Miguelito passou a fazer muitas operações plásticas, tornou-se megalomaníaco, comprou uma mansão nababesca na Califórnia e pôs-lha o nome de “Terra do Nunca”.
O mega-artista ficou com medo de envelhecer, passou a receber crianças em casa, ganhou fama de pedófilo e doente. E a megalomania continuou: mesmo com a natural decadência, mas sem perder a grandeza, gastava mais e mais, para manter o fausto e o luxo.
Tudo fachada.
Miguelito sentia-se só, o pai sempre o explorou, vivia constantemente doente e entupia-se de remédios.
Um duro golpe sofrido pelo cantor foi a enxurrada de processos na Justiça, sendo acusado de pedofilia, de tanto receber menores em casa. E tome milhões e milhões de dólares torrados com advogados.
Miguelito estava arrasado, acabado, desacreditado, adoentado, endividado.
Mas Miguelito queria voltar. E em grande estilo.
Marcou cinqüenta apresentações em Londres: ensaiou, cantou, dançou, até que...
Miguelito morreu!
A ânsia de grandeza, os remédios e o vício em sucesso o mataram.
Depois que Miguelito morreu, a ex-mulher dele, o Seu Zé e muita gente estão brigando para ter a fortuna do finado.
Essa história lembra muito uma certa parábola que o Senhor havia contado:
“Havia um homem rico cujos campos produziam muito.
E ele refletia consigo: Que farei? Porque não tenho onde recolher a minha colheita.
Disse então ele: Farei o seguinte: derrubarei os meus celeiros e construirei maiores; neles recolherei toda a minha colheita e os meus bens.
E direi à minha alma: ó minha alma, tens muitos bens em depósito para muitíssimos anos; descansa, come, bebe e regala-te.
Deus, porém, lhe disse: Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma. E as coisas, que ajuntaste, de quem serão? Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus.”
(Lucas 12, 16-21)
Que Deus tenha piedade da alma de Miguelito, que finalmente ele descanse em paz e tenha sido perdoado por ter feito tanta coisa esquisita na vida.

A estorinha da "nêga maluca"

Nestes tempos de idiotização e emburrecimento politicamente corretos, mais a vitimização de certos setores da sociedade tupiniquim, não é demais ler a seguinte estorinha, que simboliza bem o modernismo cultural:
O Seu Manuel, dono de uma padaria, foi intimado pelo delegado de Policia. Lá chegando, perguntou ao Dr. delegado:
- Qual é o problema, doutor?
- O senhor vai ser enquadrado na Lei do Racismo.
- Mas doutor, que fiz para tal punição? Sou comerciante há mais de 40 anos, pago todos os impostos, ajudo as igrejas e a comunidade do bairro. O que está errado?
O delegado muito sem jeito responde:
- Seu Manuel, é que houve uma denúncia: o senhor está vendendo um doce cujo nome é depreciativo à raça negra.
- Mas doutor, não faço isto de jeito algum.
- Segundo a denúncia faz sim. O senhor não vende um doce chamado "NÊGA MALUCA"?
-Mas doutor, esse doce é vendido há mais de 50 anos com este nome, é uma tradição.
- Pois é, Seu Manuel, ou muda o nome do doce ou será enquadrado na Lei de Racismo.
- E que nome devo dar ao doce??
- Que tal "AFRO-DESCENDENTE COM PROBLEMAS MENTAIS"? Assim não estará enquadrado na lei.

sábado, 20 de junho de 2009

Overdose de borracha

Olha que notícia interessantíssima:
Quinta-feira, 18 de junho de 2009 - 15h30
Pesquisa aponta necessidade de mais campanhas sobre uso de preservativos
A redução nos índices de uso da camisinha revela a necessidade de se investir mais em campanhas de orientação por parte do Ministério da Saúde, avalia o infectologista da USP, Fábio Leal.
O dado consta de pesquisa divulgada nesta quinta pelo Ministério da Saúde sobre a sexualidade do brasileiro.
As mulheres usam menos camisinha do que os homens, o que mostra que elas confiam mais no parceiro.
Segundo o psicoterapeuta da Unifesp, Aderbal Vieira Junior, a visão da mulher é mais romantizada e ela tem menos poder de barganha.
Daniela Carvalho
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Mais campanhas? Haja borracha para fazer tanto preservativo!
Como assim “necessidade de se investir mais em campanhas”?
Já não basta a massiva distribuição das borrachinhas no carnaval, nas festas juninas (!!!) e até nas escolas (!!!!!!!!!!), agora vem alguém e diz tamanha idiotice?
O Ministério da Saúde investe pesado, alardeia, bate e rebate nessa tecla de “sexo seguro” e ainda assim acha pouco?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Foi-se o tempo... - parte 1

Foi-se o tempo...
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Adolescência: fase mais complicada essa, cheia de vícios e de questionamentos.
Adolescentes são a mesma coisa em qualquer tempo.
Só que os desta geração (de 2000, 2001 para cá) me parecem um tanto perdidos:
- Perdidos na falta de objetivos;
- Perdidos na falta de fibra moral;
- Perdidos na falta de amor-próprio;
- Perdidos na falta de Deus.
Sabe por que digo isso?
Porque os jovens que vão à escola atualmente, por exemplo, dizem-se desestimulados ao extremo, só vão por ir, tão somente para conseguir o certificado de conclusão.
A única motivação que eles têm nas aulas é ouvir o MP3, o sonzinho do celular ou o tal do iPod.
Eu não serei hipócrita de dizer que sempre me concentrava nas aulas, muito pelo contrário, às vezes levava comigo o meu companheiro de todas as noites, meu radinho Dunga II da Motoradio (que acabou roubado num assalto), só para ouvir os jogos do Palmeiras. Era uma época onde ainda não tinha tanto aparelho xing-ling por aí.

A diferença básica entre os de minha geração (década de 1990) e os meus alunos é esta: pelo menos almejávamos alguma coisa na vida, ainda que nunca tenhamos realizado.
Os jovens de hoje reclamam que não se sentem motivados; os de ontem tinham algum incentivo, nem que fosse para evitar, no mínimo, a bronca dos pais se repetissem de ano.
E os pais de agora? Muitos preferem jogar a responsabilidade de educar os filhos nas mãos da escola. São uns omissos que ainda chorarão um dia.
Os vícios de antes (e isso, no máximo, há quinze, dezesseis anos) eram os mesmos de agora, só que mais acobertados. Hoje são escancarados e exibidos demais, como se fossem troféus ou mesmo qualidades a serem elogiadas.
Que futuro nos espera?
Que futuro nos espera!
Nunca fui um otimista radical, agora é que sou um realista convicto!
A ver por muitos sensuais, vazios, moles e frouxos alunos que tenho, me dá uma tristeza de dar nó na garganta.
Para ser sincero, só poucos têm alguma coisa na cabeça que não seja um fone de ouvido ou um bonezinho de marca, ainda mais aqui, numa cidadezinha praiana de costumes permissivos.
Eis uma praga do modernismo cultural: tanto faz como tanto fez, desde que papai e mamãe sustentem o(a) vagabundo(a), beleza!
Se ficar, ficou! Se rolar, rolou!
Se menina não fazer “aquilo” vai ficar para titia.
Se menino não “passar o rodo” na mulherada, é um boiola.
Onde está algum Domingos Sávio? Uma Gemma Galgani? Um Tarcísio? Uma Teresa de Lisieux?
Ou mesmo um Iqbal Masih?
Até os jovens do Hamas, Hezbollah ou da Al-Qaeda esperam realizar alguma coisa, nem que o mundo se exploda!
Valei-nos Deus!