quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O islamismo é tolerante?

O Islã é a religião da tolerância e da paz? Estas notícias desmentem completamente esse conto da carochinha:

Afeganistão: uma Igreja como no tempo das catacumbas
Oito cristãos assassinados por extremistas islâmicos no Paquistão
"Você tem alguma idéia do quanto isto é ofensivo?"
E ainda tem gente que inocentemente crê que o islamismo é a religião da paz! Só se for para os cristãos “descansarem em paz”!
* * * * *
Prezado amigo do blogue: esse aí da foto foi um dos nossos irmãos atacados no Paquistão! Creia, no entanto, que o Senhor é Misericordioso e também é Justo, e não deixará esse martírio cair no esquecimento, pois os que deram a vida pelo Cordeiro e pela Igreja, a esta altura estão com Ele, contemplando-O face a face.
Quanto ao infelizes que cometeram essa barbárie, só nos resta clamar pela Justiça Divina, pois da humana não esperamos mais.
Que esses mártires intercedam por nós e sejam exemplos de fé corajosa e abnegação, no meio das trevas da idolatria islâmica.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Música? Que música?

Vou confessar que não sou lá muito erudito em música, mas até um completo ignorante no assunto como eu, que não canta nem toca, sabe da baixa qualidade de muitas músicas religiosas por aí, principalmente as ditas “gospel”. O pior é que esse modismo chegou à música católica já faz alguns anos.
Já parou para prestar atenção nelas, caro leitor? São músicas que contam com altos trinados de voz, na maioria das vezes com cantoras que dão o ar da graça. Parece que elas querem mesmo é “derrubar” o céu, que o Senhor responda aos gritos tresloucados dessas senhoras, que já freqüentam aqueles enfadonhos programas de auditório e até as telenovelas.
Transformaram a música em mini-cultos, onde a voz não é equilibrada, não transmite conteúdo nem melodia, é o puro arrombamento dos tímpanos, com aquele tipo de louvor que lembra o fariseu da parábola do publicano.
Por outro lado, se a canção não é de exaltação, é daquele jeito zen, como as músicas do ex-padre Dalcides e do ainda padre Fábio. Músicas para relaxar, não para refletir e meditar...
Mas voltando ao assunto do gospel, eis aqui uma opinião de alguém que não é católico nem protestante, mas que dá a verdadeira definição desse tipo de “música”:

Reparem na quantia de pessoas que existem hoje ouvindo a dita música “gospel”! Ouçam os arranjos, analisem as letras, sejam francos e me digam se aquilo é arte ou apenas um conglomerado de porcarias? Eu não sou anti-religioso não, de forma alguma! Na verdade eu estendo essa minha crítica a toda música cristã, seja católica ou de qualquer outra ramificação. Exceto quem sabe os corais gregorianos, o que resta? São músicas de ditaduras, tão insossas que só um fanático pode sentir prazer ou ouvi-las.

Fonte:
http://casadocritico.blogspot.com/2008/03/o-carter-do-pblico-nacional.html

sábado, 1 de agosto de 2009

Fede pedantismo

Depois do Vaticano II, em meio à grande confusão doutrinal originada com ele, um interessante fruto pós-conciliar é o chamado sedevacantismo, que nada mais é do que uma doutrina que afirma que, ao morrer Pio XII, a sé de Roma está vacante.
Traduzindo: os papas de João XXIII até o atual, Bento XVI, são antipapas, são ilegítimos, a Igreja está sem comando.
Os sedevacantistas, geralmente bem estudados, são pessoas inteligentes que gostam de exibir muitos textos escritos por teólogos e santos para defender esta teoria no mínimo estranha.
Todavia, há que se ressaltar que incorrem em grave contradição, já que Cristo prometeu a Pedro que nunca abandonaria a Santa Igreja e nem que as portas do inferno prevalecerão sobre ela.
E outra: acabam contradizendo até o Espírito Santo, quando afirmam que as escolhas dos papas de 1958 até hoje foram ilegítimas.
Eu, na minha ignorância completa sobre o tema, posso correr o risco de escrever alguma besteira, já que sedevacantismo e astronomia são para mim a mesma coisa - algo que não sei completamente nada. Porém, certos adeptos do movimento gostam mesmo é de se exibir, querem ter mais poder sobre o papa do que o Divino Espírito Santo.
Alguns são pedantes, usam de uma chata e aborrecida verborréia digna de CNBB.
Para ofender, usam sempre o termo MODERNISTA.
Se depois de 1958 não tivemos papas da grandeza de um São Pio X, Pio XI ou um Pio XII - leia-se João XXIII e Paulo VI - jamais poderíamos ser injustos com João Paulo II (vá lá, ele foi um grande entusiasta do ecumenismo irenista, mas não era perfeito) que sempre defendeu a vida, e com Bento XVI, que mesmo com forte inspiração modernista, tem dado mostras de que está querendo reconduzir a Igreja no devido lugar da qual Ela jamais deveria ter saído.
Só sei que esse conhecimento e estudo dos sedevacantistas fede pedantismo. Creio que eles (não todos, obviamente) deveriam ser um pouco mais humildes e reconhecer que, se Pedro negou Cristo por três vezes e foi perdoado, porque nós, meros leigos, não deveríamos fazer o mesmo com os papas pós-conciliares?

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Os filhos do maligno

São filhos legítimos de Satanás os seguintes inimigos jurados da santíssima religião cristã e de Nosso Glorioso Senhor Jesus Cristo:
O hinduísmo e demais pragas do paganismo.
O espiritismo, que prega um Deus frio e distante, que pouco se importa com os homens.
A Nova Era e toda porcariada relativista e panteísta.
O islamismo, religião terrorista e assassina que quer a todo custo retirar as marcas de Cristo no mundo.
O protestantismo, que mais atrapalha do que ajuda.
O comunismo pseudo-libertário, que quer transformar os cidadãos em escravos do Estado.
O nazismo, produto do comunismo, porcaria infame e pagã que prega o ódio por razões estúpidas.
O sionismo deicida, outra porqueira derivada do comunismo.
O estado totalitarista gay, devasso e invertido, que quer impor aos cidadãos de bem essa tolerância porca ao que é naturalmente inaceitável.
A pornografia.
A pedofilia, essa imundície que extermina a inocência dos preferidos de Jesus, as crianças.
O tráfico de drogas, causador da violência e da destruição da família.
O materialismo.

Frei Betto e o Islã

Palavras de Frei Betto, no Portal Amai-vos, a respeito da vitória das “direitas” na Europa:
“(...) Esse resultado confirma o adiamento da pretensão da Turquia de integrar a União Européia. No bojo dessa direitização da política européia está o antiterrorismo, com fortes conotações anti-islâmicas. A Europa ‘cristã’ promove, à semelhança dos Reis Católicos da Espanha no século XV, novo expurgo de quem não reza por seu credo.
Vencido o ateísmo (leia: comunismo) chegou a hora de rechaçar o islamismo em nome de uma ‘civilização cristã’ (...)”
Quem dera se a Europa realmente fosse cristã: para começo de conversa, não haveria a União Européia. E outra: graças a Deus que ainda não deixaram a Turquia entrar nesse clubinho pós-cristandade, pois se a Europa cair sob o jugo da besta islâmica, fatalmente nós daqui da América um dia também cairemos!
Regiões que foram referência para o cristianismo primitivo, como África do Norte (terra de Santo Agostinho), Egito, Palestina, Síria e a atual Turquia, depois que foram tomadas pelos servos do falso profeta, perderam irreversivelmente a identidade cristã que lhes caracterizava.
O islamismo, se não conseguiu tomar a Europa toda por força das cimitarras, está conseguindo tomá-la por meio dos imigrantes.
Não nos cabe julgar se deve aceitar ou não a imigração, até porque receber o estrangeiro que busca abrigo é uma obra de caridade cristã. Entretanto, muitos imigrantes vão à Europa unicamente para plantar a semente do mal - o culto a Alá - no coração do que restou da cristandade.
Que os reis ibéricos do tempo da Reconquista, mais outros tantos cristãos e estadistas como Carlos Martel e Afonso de Albuquerque, sirvam de exemplo às novas gerações de políticos europeus para que olhem com bastante cuidado essa difícil questão.

domingo, 26 de julho de 2009

A verdadeira definição de Ir. Dorothy Stang

O Leandro, do Sucessão a Apostólica, deu a legítima interpretação do papel da finada irmã Dorothy:

Irmã Dorothy morreu, infelizmente, por questões políticas. Tomou partido numa briga e, ao invés de agir como Nosso Senhor, tentando apaziguar os dois lados levando o evangelho até eles, preferiu lutar nas regras do mundo se posicionando de um dos lados. A intenção dela era acabar com o sofrimento dos oprimidos, mas usou o discurso marxista para tentar isso ao invés do evangelho. A morte dela resolveu algo? Não.
Chico Mendes era leigo, estava fazendo o que tinha ao alcance de suas mãos, mas não tinha força política, e assim como a Irmã Dorothy, preferiu usar os meios marxistas.

Só para refletir...

Machista: é o homem que acha que a mulher não pode fazer nada.
Feminista: é a mulher que acha que o homem não pode fazer tudo.