quinta-feira, 23 de junho de 2011

Os GLBTTTTSXYZ’s atacam novamente

Engraçado, aqueles que exigem respeito são os primeiros a desrespeitarem os outros!

Quer dizer então que se eu, um mero católico e professor de Ensino Médio, ousar chamar algum rapaz alegre de “rapaz alegre”, é porque sou homofóbico, mas se a BICHARADA resolver atacar a Igreja e fazer “releituras” de imagens de santos – tô vendo que São Sebastião não vai escapar dessa patacoada – é um direito de ter “liberdade” de expressão?

A Igreja, em seus 2.000 anos de História, apesar de muitos membros que deram maus exemplos, jamais ordenou que se matasse homossexuais.

Ou existe algum documento oficial da Igreja que contenha tal ordem?

Quer respeito, bando de bichas loucas?

Pois que se façam respeitar!

Deu na Folha de São Paulo: “ ‘Nem os santos te protegem’, dirá o slogan de um dos trios elétricos da Parada Gay de São Paulo, no próximo domingo”.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Artistas e “artistas”

Na época do regime militar, era chique muito intelectualóide compor e cantar canções de protesto, com letras “cabeça” e muita cor vermelha nas idéias.

Porém eram tempos do “Brasil: Ame-o ou deixe-o”, quem ousasse cantar músicas que exaltassem o Brasil era visto com suspeita, e ganhava a fama de amigo dos “milicos”.

Por exemplo: por causa de mal-entendidos, o Wilson Simonal viveu o resto da vida dele sendo execrado pela esquerdalha artística, nunca mais fazendo sucesso.

Outro caso é o da dupla Dom & Ravel (foto), que por cometerem a “heresia” de compor músicas como Eu te amo meu Brasil (que ficou mais conhecida nas vozes do grupo Os Incríveis) foram também relegados ao ostracismo.

Bom, sei que é questão de gosto, mas na minha modesta opinião, é “chatésimo” demais ficar ouvindo aquelas canções do Chico ou do Caetano, coisas rebuscadas que são erroneamente chamadas de MPB (Música Popular Brasileira).

Rebuscadas sim, e como eu detestava, na minha época de estudante, quando alguma professora de Língua Portuguesa vinha com aquelas letras enjoadas e cheias de frescura, para exercícios de interpretação textual.

Música popular para mim é algo como as canções do Luiz Gonzaga, que falavam das coisas do sertão, ou aquelas músicas sertanejas de raiz que eu ouvia, ainda criança, no programa do Zé Béttio na década de 1980.

A MPB nada tem a ver com essa lixeira de “sertanojo”, axé e esses pagodinhos dor-de-corno. E muito menos com essas coisas estilo “intelectual-cabeça” do Caê, Chico ou Gil.

Hoje, muitos daqueles cantores, jornalistas e artistas da esquerdalha estão mamando nas tetas da República, ao contrário de outros que, por exaltarem as coisas do país, foram jogados no esquecimento, como o cantor e compositor Ravel, que faleceu ontem, 16 de junho.

Que Deus o tenha.

E que Deus mande ao nosso Brasil (que já não quer ser mais varonil) artistas com cabeça, e não “artistas-cabeça”, que saibam falar ao povo sem ser pedante, entojado e chulo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Êta paisinho de m...

Ê Brasilzão...
Que beleza de país!
Mente-se descaradamente na questão das células-tronco, omitindo que os resultados que saíram até agora foram obtidos de células adultas, não de embrionárias.
Mente-se descaradamente na questão da tal da "homofobia", para fazer o brasileiro comum sentir vergonha de ser heterossexual e que ele deixe de criar seus filhos como meninos e suas filhas, meninas.
Mente-se descaradamente na questão da tal de "igualdade racial", quando fazem de Zumbi dos Palmares um herói da liberdade, quando na verdade ele não passou de um traidor (envenenou o próprio tio, Ganga Zumba) e dono de escravos.
Mente-se descaradamente quando determinado figurão dos petralhas enriquece de forma estranha, é demitido e fica o dito pelo não dito.
Mente-se, agora, fazendo com que um terrorista que assassinou pessoas inocentes na Itália fique em liberdade nestepaiz.

terça-feira, 7 de junho de 2011

"Provocação atrás de provocação" ou "Bicharada gueyzista sem limite"

O que esperar de quem quer ser mais "igual" do que os outros? Só o desrespeito!
Em notícia divulgada pelo jornal O Povo, de Fortaleza, a próxima marcha do orgulho FSVPBBBI (Frescos, Sapatões, Viadinhos, Pederastas, Bichas, Boyolas, Baytolas e Indecisos) usará uma citação de Cristo: "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!"
O que mais irrita nisso tudo é que por qualquer besteira essa rapaziada alegre já quer soltar purpurina e matar todos que não compactuem com suas aberrações, desrespeitando e atacando sem dó aqueles que não aceitam o gueyzismo.
E o que esperar de uma denominação fundada pela cegueira da paixão de um monarca estúpido (Henrique VIII da Inglaterra) ou de um fanfarrão como Lutero?
"Reverendos e seguidores da Igreja Anglicana do Brasil, além de fiéis de outras religiões, vão participar da passeata ao lado de gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e simpatizantes. O grupo deverá ter um trio elétrico próprio. 'Duzentas pessoas, entre protestantes, anglicanos, metodistas e luteranos, devem estar no carro', disse Beltrame, seguidor da Igreja Anglicana. Budistas e hinduístas também foram convidados."
Já é difícil o povo dito cristão se mexer, aí quem deveria combater essa infâmia é o primeiro a aplaudi-la?

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Fonte: http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/brasil/2011/06/07/noticiabrasil,2253747/tema-da-parada-do-orgulho-lgbt-causa-polemica.shtml

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Os prejuízos de uma leitura tonta da Bíblia: o caso dos adventistas

Já é sabida de todos a tragédia que se tornou o protestantismo quando cada um, ao ler certas partes das Escrituras, resolveu, por inspiração "divina", duvidar das verdades reveladas aos Apóstolos e criar as suas próprias verdades. E tudo começou com o ex-padre alemão Lutero.
Um papa já havia nos alertado sobre isso:
"Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal." (II Pedro 1, 20)
Porém tem gente que é cega e surda a essas palavras de São Pedro, pois entre os vários hereges que criaram suas doutrinas através de leituras tortas (e tontas) da Bíblia destaca-se a figura de Guilherme Miller, um norte-americano ignorante, que achava que as Escrituras se explicavam por si mesmas.
Eis a "brilhante" conclusão de Mr. Miller: ao ler Daniel 8, 14 ("Duas mil e trezentas noites e manhãs. Depois disso o santuário será restabelecido."), o dito cujo entendeu que "duas mil e trezentas noites e manhãs" equivaleriam a anos; calculando que Daniel tinha vivido uns 450 anos antes de Cristo, ao fazer a conta concluiu que o mundo acabaria em 1843.
Não acabou.
Refez os cálculos e disse que Cristo retornaria em 1844...
Também Cristo não veio.
Para quem não sabe, Miller foi o fundador da seita adventista.
Há de alguém perguntar "E se esse fulano errou as datas, como a seita dos adventistas ainda existe atualmente?"...
Respondo: quem salvou a referida seita foi uma cidadã chamada Ellen Gould White, que sabiamente conseguiu convencer os adeptos que restaram a não abandonarem a denominação.
Os adventistas são conhecidos pelo uso da alimentação natural e não consomem carne nem café, mas o seu "carro de batalha" mesmo é a recusa em aceitar o domingo como o Dia do Senhor, fazendo seus cultos principais aos sábados. A tal da Sra. White tem um poder tão grande sobre seus seguidores até hoje que eles a consideram como uma espécie de versão feminina de João Batista! Os escritos dessa fulana têm um peso maior que o da Bíblia. Ou será que não, hein?
Outra característica dos adventistas é o ódio à Igreja Católica (tida como a Grande Prostituta) e ao Papa (que é tido como a Besta do Apocalipse).
Bom, se o papa é a Besta, então o que dizer disto aqui?
Vejam que a soma dos números romanos que compõem o nome da Sra. White dão o inquestionável número da... Besta do Apocalipse! Vá somando aí:
50 + 50 + 5 + 50 + 500 + (5+5) + 1 = 666!
Nesse caso o 666 não cabe à dona White?
Por que estou citando os adventistas? Por que essa seita mequetrefe resolveu dar o ar da (des)graça aqui em Jijoca, conseguindo a proeza de arrebanhar os mais incautos, até mesmo quem já foi coroinha na paróquia, tudo sob a passividade de quem deveria alertar os fiéis sobre o perigo de perder a alma, ao se aderir a uma seita cujo ódio ao catolicismo e a blasfêmia contra o Santíssimo Sacramento (ou chamar a hóstia consagrada de "isopor" não é blasfêmia?) norteiam a sua doutrina.

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Fonte bibliográfica:
WROSZ, Pe. Vicente. Respostas da Bíblia às Acusações dos "Crentes" Contra a Igreja Católica. 40ª Edição. Editora Padre Reus, Porto Alegre, 1998.