sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

As duas faces das fabetes

As fabetes, sejam elas moças ou rapazes, têm duas faces bastante distintas: enquanto cultuam o mega-ídolo do neo-romantismo pseudo-católico, são pessoas bem delicadas, doces e melosas, amam e falam com os pássaros, com as flores, trocam cartas com os amigos do peito, enfim, são uma verdadeira coisa pegajosa.
Só que essas mesmas pessoas mudam de comportamento da água para o vinho quando vêem que nem todos os católicos amam esse artista que usa e abusa do título de "padre": ficam agressivas, esquecem do "amor", da "tolerância" e da "passividade" que tanto pregam, e caluniam quem não concorda com elas.
Aí vale tudo na hora da agressão: "vai procurar uma boneca inflável, seu invejoso", "você já evangelizou alguém hoje?", "você tem despeito do pe. Fashion porque ele é liiiiiiiindo e você é feio", etc., etc., etc.
É por isso que as fabetes, quando estão na fase "paz e amor, bicho", são parecidas com aquele príncipe que virou hippie no desenho do Pica-Pau, mas quando são confrontadas, cai a máscara delas e agem como aquela professora do Pica-Pau, quando melou o nariz de tinta.
Portanto, muito cuidado! Ser fabete faz mal à saúde.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Minha homenagem aos mártires paquistaneses

Depois de ver que os versos rolam soltos na blogosfera católica, depois de ler um poema postado no blogue In Praelio, resolvi copiar a idéia. Tenho, entre alguns que compus, estes versos abaixo, escritos ainda em agosto último, depois de saber que alguns cristãos foram assassinados no Porquistão:
AOS MÁRTIRES DO PAQUISTÃO

A vós, meus irmãos em Cristo
Só tenho algo a lhes falar
Eu lhes peço, quase insisto
Que por nós vão rezar.

Soube do que lhes fizeram
Cruéis sarracenos sanguinários
E vossas vidas vocês deram
Com forte ardor missionário!

Pior do que animais
Vocês foram maltratados
Pelos infelizes irracionais
Um a um assassinados!

Que Deus tenha piedade
Daqueles vossos algozes
Que Jesus, Senhor da bondade
Ouça sempre vossas vozes.

Agora todos vós estais
Com a Virgem Mãe Maria
E sei que descansais
Com tão grande companhia!

Tenho total convicção
Do que agora vou falar:
Vossa morte não foi em vão
Que coragem exemplar!

Com olhos marejados
Eu lhes escrevo estes versos
Pois vós fostes trucidados
Pelos infiéis perversos.

Com revolta e muita dor
Eu me lembro de vocês
Mas sei que ainda chegará
Um dia a nossa vez!

Quando o Divino Salvador
À Terra retornar
Este mundo com temor
N’Ele o olhará.

E vocês hão de voltar
Em vestes brancas como a neve
E só não temerá
A pessoa que nada deve.

Vosso sangue seja semente
De muitos novos cristãos
Lutando contra a Serpente
E pregando a salvação.

Que vocês descansem em paz
Ó mártires do Paquistão
E intercedam pelos pobres cegos
Acorrentados ao Islão!


Evandro Rodrigues Monteiro, 07 de agosto de 2009.

Mas que bola fora, hein padre!

Mas que bola fora, hein padre! O supra-sumo da música católica neo-romântica resolveu elogiar o socialismo:
Será mesmo? O papa Pio XI foi bem claro sobre isso, na encíclica Quadragesimo Anno (1931):

Com essas idéias, o artista-padre desobedece escancaradamente as palavras de um papa proferidas há quase oitenta anos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Porco desgraçado! Cão raivoso maldito!

No Paquistão pode tudo, desde que não blasfeme contra aquele pedófilo do deserto...
Fosse um cristão que tivesse violado uma dessas @¨&*$%* de burca, aí todo o mundo islâmico espumaria de ódio!
Deu na ACI Digital:

Bispos do Paquistão pedem justiça depois do assassinato de menina cristã

LAHORE, 26 Jan. 10 / 08:09 am (
ACI).- A Comissão Nacional pela Justiça e a Paz da Conferência Episcopal do Paquistão condenou o assassinato de uma jovem cristã de 12 anos por parte de seu empregador muçulmano, quem tentou subornar à família para que não dissesse nada e que teria pressionado à polícia local para dilatar as investigações e assim ter tempo de escapar da justiça.
A jovem Shazia Bashir foi assassinada por Chaudhry Muhammad Naeem, um endinheirado advogado muçulmano da cidade do Lahore na província de Punjab, uma das cidades que mais dinheiro move no país.
Naeem, explicam, foi ademais presidente da Lahore Bar Association da mencionada cidade faz alguns anos.
O Arcebispo de Lahore, Dom Lawrence John Saldanha, explicou a respeito que este não é um incidente isolado, já que aqueles que realizam trabalhos domésticos costumam viver em meio da violência. Além disso, disse em uma declaração, há mais de 10 milhões de
crianças trabalhando como empregados domésticos no país, o qual viola rotundamente as leis trabalhistas infantis.
Segundo fontes cristãs da localidade, a menina foi violada e torturada antes de morrer. Indicam ademais que a polícia não fez nada a respeito por causa da religião da pequena e da pobreza de sua família; e dado que o assassino é um influente advogado quem tratou de subornar os familiares da Shazia com 250 dólares para escapar logo com sua família depois do rechaço de sua manobra.
Atualmente Chaudhry Muhammad Naeem e outros cinco implicados no assassinato da pequena cristã já foram presos.

Fonte d(e mais um)a notícia da caça a cristãos:
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18022
O amigo leitor quer "apostar" quanto que esse infeliz e maldito infiel que é figurão da cidade dele, vai sair livre dessa, para dor e tristeza da família da pobre menina violentada e assassinada?
Depois quando digo que odeio o Islã e tudo de mau que isso deu ao mundo, me chamam de fanático e puxa-saco do papa, ou então aparecem aqueles bobos e idiotas da CNB do B me chamando de rancoroso e de saudosista de uma Igreja medieval "assassina"!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Ah se ele consegue...

Afonso de Albuquerque, um dos grandes, talvez o maior nome da expansão lusitana no Oriente, tinha o seguinte plano:

“Com a construção da segunda fortaleza de Ormuz em 1515, concluiu o seu plano de domínio dos pontos estratégicos que permitiam o controlo marítimo e o monopólio comercial da Índia. Entre as intenções mais demonstrativas do seu temperamento destaca-se o plano de roubar o corpo do profeta Maomé, sequestrando-o como penhor enquanto todos os muçulmanos não abandonassem a Terra Santa.”
Se esse cavaleiro cristão e cruzado de coração tivesse conseguido, que estrago seria para os infiéis!

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_de_Albuquerque

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O revanchismo matou o Haiti

Em 2007, uma mulher que fazia parte do alto escalão do Governo Federal causou uma grande polêmica quando foi entrevistada pela BBC. Ao ser perguntada se “no Brasil tem racismo também de negro contra branco, como nos Estados Unidos”, a dita cuja deu a seguinte resposta:

“Eu acho natural que tenha. [...] Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. Racismo é quando uma maioria econômica, política ou numérica coíbe ou veta direitos de outros. A reação de um negro de não querer conviver com um branco, ou não gostar de um branco, eu acho uma reação natural, embora eu não esteja incitando isso. Não acho que seja uma coisa boa. Mas é natural que aconteça, porque quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou.”

Bom, ela diz não incitar o racismo de negros contra brancos, mas imputa aos brancos da geração presente uma culpa que não é deles, o sofrimento dos africanos trazidos à América provocado pela escravidão.
O que isso tem a ver com o Haiti? Tudo!
Com o terrível terremoto que atingiu esse país caribenho, a imprensa passou a divulgar informações diárias sobre o drama da população local.
Diz um partido da esquerdalha tupiniquim: “A história do Haiti é combinação da selvagem exploração colonial imperialista com heróicas lutas de resistência empreendida pelo seu povo”.
Que heroísmo é esse onde, depois da independência, a população negra caçou os brancos da ilha? Talvez tenham se baseado na mesma idéia da entrevistada da BBC.
Alguém escreveu o seguinte:

“A Revolução Haitiana, [...] foi simultaneamente uma revolução social (os escravos se rebelando contra os seus senhores), uma guerra racial (negros e mulatos contra brancos) e uma luta pela libertação colonial (contra os franceses, britânicos e espanhóis). Seu mais destacado líder foi o negro Toussaint L’Ouverture.
[...]
A colônia francesa estava devastada (75% dos brancos e 40% dos mulatos tinham sido mortos ou emigraram; 40% dos negros morreram) e Toussaint instala um regime militar ditatorial, com trabalho forçado (uma escravidão disfarçada) para tentar recuperar a produção e exportação de açúcar, em um sistema de plantations estatais (70% das terras) – a ‘agricultura militarizada’. Essas medidas minaram a popularidade de Toussaint.”
Que heroísmo é esse quando grupos políticos, em nome do “povo”, resolvem tomar o poder e perseguir implacavelmente todos os opositores? Entre todas as ditaduras haitianas, talvez a pior tenha sido a do Dr. François Duvalier, que entre outras medidas “exterminou suas oposições e desafetos e começou sua perseguição à Igreja Católica, que perdurou até sua morte. Em 1964, quando reescreveu a constituição, decretou sua presidência vitalícia”.

Mas, voltando à vingança racial, quais foram as conseqüências dela?

“As destruições causadas pela revolução haitiana, o extermínio e fuga dos brancos (mais instruídos e preparados tecnicamente), o desenvolvimento da agricultura de subsistência e as lutas internas entre negros e mulatos levaram ao colapso econômico e empobrecimento do Haiti. Outro problema foi que a França só reconheceu a independência em 1825, depois que o Haiti pagou uma grande indenização.”

Então, ao contrário do que os “vermelhos” dizem, selvagem mesmo foi o revanchismo que culminou em carnificina, fora o atraso econômico, social e intelectual ao país que estava surgindo.
Mais um exemplo da vingança irracional dos revolucionários haitianos é o Artigo XII da Constituição de 1805 que decretava: “Nenhum branco, qualquer que seja sua nação, colocará os pés neste território com o título de dono ou proprietário; e não poderá no futuro adquirir propriedade alguma”.
Portanto, cuidado! Essa mentalidade pautada na luta de classes e raças só deu em M... em todos os lugares da América Latina onde foi imposta, ou será que a “Castrolândia” (= Cuba) é o melhor país do mundo? Ou será que os ex-escravos fizeram do Haiti um legítimo paraíso caribenho?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Uma nova corrente religiosa: o fabetismo

Se o amigo leitor deste blogue reparar, ao contrário de outros blogues, aqui não é muito citado o nome de um certo padre-artista, por duas razões básicas:
1º - Já há muitos outros blogues que tratam do dito cujo e de todo o absurdo que ele fala, canta e escreve.
2º - Não quero dar audiência para ele.
Só que desta vez não dá para ignorar um fenômeno curioso e até perigoso: nos blogues Sucessão e In Prælio vemos a profunda falta de bom senso dos apologistas do referido sacerdote, que vão à loucura porque vêem que o ídolo deles não é tão amado por todos os católicos.
Na falta de argumentos sólidos, vale acusar os antifabetes de "invejosos", "gente com falta de amor no coração", "fariseus" e até "mal amados".
Eis aí uma nova religião: o FABETISMO, cujos seguidores são mais irados que os próprios maometanos, que por qualquer besteira já querem explodir o mundo em ataques terroristas.
No fabetismo, o livro sagrado são as Cartas entre Amigos, onde o sacerdote-mor do romantismo tupiniquim troca experiências sentimentais com o guru da auto-ajuda educacional, Gabi Chachá.
Os cânticos entoados são aqueles onde o supra-sumo da nova MPB solta a voz, numa junção de coração e sentimento, com muito açúcar nas letras, tudo isso para deixar a alma relaxada, cheia de "sensações gostosas". É uma religião composta, em sua maioria, por mulheres, ainda que nela existam muitos homens, na faixa etária dos 15 aos 25 anos.
É uma coisa que não deixa de ser perigosa pelo seguinte: cria nos seus adeptos a crença absurda de que tudo que o pe. Fábio escreve/canta/fala tem força de lei, se torna sagrado, intocável e imaculado, onde eles fecham os olhos para os disparates teológicos que o cantor-padre ensina.
Trocariam a freqüência à santa missa por um show do ídolo máximo, coisa que nem o próprio aprovaria [eu acho].
São gente doente, sem inteligência, só sabe olhar os atributos físicos do artista em questão, olham somente a embalagem, com um medo terrível de analisar mais a fundo o conteúdo do mesmo.

“Mais do mesmo”

Enquanto papa recebe o novo embaixador da Turquia e cita “o empenho da Igreja Católica no diálogo inter-religioso, testemunhando a firme fé em Deus que caracteriza Cristãos e Muçulmanos”...

> Cristãos são mortos no Iraque (já virou moda por lá, por Alá)
> Igrejas na Malásia são atacadas
> A Santa Sé condena assassinato de cristãos coptas no Egito
> Budistas atacam igrejas no Ceilão (até os budistas entraram nessa?)

Até quando veremos essa conversinha fiada dos homens da Igreja com os filhos de Satanás?
Passou do tempo de vermos uma Igreja que combata por Cristo, não os líderes d’Ela empenhados em fazer salamaleques com os algozes dos nossos irmãos.
Para que serve o ecumenismo, se um certo maometano, empregado de um mosteiro em Jerusalém, com a maior piedade do mundo disse para os religiosos cristãos: "Nossos chefes se reuniram e decidiram que todos os 'infiéis' devem ser assassinados, mas vocês não tenham medo porque eu os matarei sem fazê-los sofrer".
Pelo menos o diálogo, nesse caso, serviria para alguns cristãos não sofrerem muito, na hora da agonia.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Qual é o crédito de uma fonte parcial?

O tal de CACP, tão pródigo em atacar a Igreja Católica, se vale de fontes suspeitíssimas para embasar toda a sua raiva contra o papado.
Por exemplo: como dar crédito à tal de Mary Schultze, anticatólica contumaz (que afirma estar “salva exclusivamente pela fé no poder do sangue de Jesus”) que se baseia em escritores inimigos do catolicismo justamente para defender as teses dela?
Para defender aquilo que crê, a dona Mary “Schultza que é macumba” utiliza idéias do ultra-herege Ian Paisley, o ferrenho líder anticatólico da Irlanda do Norte, entre as quais, “quando o papa governava os estados papais na Itália, esses eram os lugares onde havia a maior onda de crimes no mundo inteiro [Cadê a fonte dessa informação? Se tiver, ela é confiável?]. A história desses estados é por demais tortuosa [...]” ou “o menor país em extensão geográfica e o mais rico e poderoso do mundo”.
Como assim “mais rico e poderoso do mundo”? Esse Paisley deve ser doido, pois as contas do Vaticano sempre fecham no vermelho, conforme notícia da Agência Ecclesia, “O balanço económico consolidado da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano de 2007 apresentou resultados negativos de mais de 2,3 milhões de Euros, no seu conjunto, algo que acontece pela primeira vez desde 2004.”
Além de todo o gasto com pessoal e a Rádio Vaticana, “o Governatorato do Vaticano tem a seu cargo a tutela, valorização e restauro do património artístico da Santa Sé, com destaque para os Museus Vaticanos, visitados ao longo do ano passado por 4,3 milhões de turistas de todo o mundo”.
Será que esses hereges desinformados acham que conservar aqueles patrimônios da humanidade (como as pinturas, as catacumbas e outras obras de inestimável valor artístico e histórico) é baratinho?

Texto da Mary “schultza que é macumba”:
http://www.cacp.org.br/imprimir.aspx?article=1112&cont=&menu=7&submenu=4

Algumas fontes sobre as finanças do Vaticano:
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=62157
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3419621-EI6580,00-Papa+perde+audiencia+e+Vaticano+fecha+no+vermelho.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u420807.shtml

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

PROCURA-SE CRUZADOS PARA O SÉCULO 21! URGENTE!!


Sabem da nova?

O Santuário de Fátima sofreu atos de vandalismo de autoria desconhecida!
“O Santuário fala do abuso levado a cabo no passado fim-de-semana, na madrugada de domingo, dia 10 de Janeiro, ocasião em que as quatro estátuas que ladeiam a Igreja da Santíssima Trindade (na Praça João Paulo II, as estátuas dos papas Paulo VI e João Paulo II e, na Praça Pio XII, a do papa Pio XII e a do bispo D. José Alves Correia da Silva) e a própria igreja, no exterior, sofreram inscrições tipo graffiti, a negro, com as palavras ‘Islão’, ‘Lua’, ‘Sol’, ‘Muçulman’ e ‘Mesquita’”. (In Praelio e ACI)

Faço minhas as palavras de indignação presentes no excelente blogue A Saúde da Alma:

“Católicos, ACORDEM!! Defendei a vossa casa! Defendei a vossa Igreja, a verdadeira Igreja do verdadeiro e único Deus! Defendei Portugal e toda a Europa da Islamização e da conquista do mundo pelos seguidores das falsas religiões!
Erguei-Vos, Senhor! Defendei a Vossa causa! Não abandoneis aqueles que Vos procuram!”


Sabe o que eu penso a respeito? Que os cristãos de bem que vivem em Fátima deveriam caçar esse(s) infeliz(es) autor(es) dessa coisa idiota e quebrassem os dedos dele(s) no mínimo!
Digamos que não tenha sido obra de maometanos... Ora, independente disso, pululam por aí casos de perseguição feroz anticristã, promovida justamente pelos filhos de Maomé!
Basta de vermos no noticiário que os cristãos sofrem o diabo [literalmente] nas terras islâmicas!
Basta de vermos aquela coisa piegas de diálogo inter-religioso!
CHEGA!

Já que o único diálogo que esses energúmenos seguidores daquele beduíno vendedor de camelos usados entendem é a linguagem da violência, que usemos da linguagem da violência para com eles! É porrada? Então vamos lá!
CHEGA!

Se fosse eu, um CRISTÃO, que tivesse desenhado cruzes e escrito "JESUS" nas paredes de uma mesquitazinha qualquer, esses imbecis ao redor do mundo clamariam por vingança, pedindo o meu sangue e a minha cabeça!
Desculpe-me pelo desabafo, porém há certos momentos na vida em que só a revolta não é o suficiente...

Deus lo vult? Oxalá!

Fontes:
http://praelio.blogspot.com/2010/01/jihad-islamica-no-santuario-de-fatima.html
http://saudedalma.blogspot.com/2010/01/vandalismo-no-santuario-de-fatima.html
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=17908

Romantismo faz mal à saúde (mental)!

Recado de um romântico para alguém no orkut:

“Não sou desse planeta,de onde eu venho as pessoas são seres pacivas,compreencivas e até simpaticsa com os desconhecidos.Ame avida,pois nascemos para amar....se alguém lhe pergumtar o q fizeste da vida.diga apenas q amei.gostei realmemte de voce,seja m amiga.e n arrependera-se.” [SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC, SIC!]

Tirando o "assassinato" do Português, além de esse fulano precisar de umas aulinhas básicas do nosso idioma pátrio, bem que ele merecia uns belos de uns petelecos na cabeça, para deixar de ser bobo.
Pô, "pacivas"? Quem é "pacivo" (acho que o dito cujo quis dizer "paSSivo") e "simpatcsa" (acho que o dito cujo quis dizer "simpatIZa") com desconhecidos é um grande irresponsável, que seria capaz de deixar os filhos falarem com estranhos, aceitar coisas oferecidas por gente que nunca viu e, se possível for, dormir na mesma cama do Michael Jackson.
Sujeito esquisitão...
Quando li esse "pacivas", me veio logo na mente aquela coisa de "ativo" e "passivo", na minha 7ª série, nas nada educativas aulas de (des)educação sexual.
Coisa melosa assim, só ouvindo muitas músicas do Roberto Carlos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Depois dizem que a RC“C” não é filial protestante!

Vejam essa:

Os católicos [...] estão se acostumando ao estilo gospel de música. Já foi o tempo em que as canções “Maria de Nazaré” e “Segura na Mão de Deus” eram os únicos sucessos nas missas. Hoje, os hits cantados nas celebrações são compostos por autores evangélicos, sem preconceito.
O maior nome da Igreja Católica no Brasil, padre Marcelo Rossi
[Foram os hereges que o escolheram como o maior nome da Igreja Católica no Brasil?], é assíduo do “canto de louvor”. Ele puxa o coro [E o saco dos protestantes!!!] em músicas como “Faz um Milagre em Mim”, “Deus do Impossível” e “Fico Feliz”, todos sucessos de cantores evangélicos. O povo acompanhava entusiasmado, em voz e gestos, a celebração realizada na última quinta-feira, no santuário Mãe de Deus, em Interlagos (zona sul de SP), para mais de 6.000 pessoas.
O estilo musical da “concorrência” começou a ganhar força nas igrejas com o crescimento do movimento carismático
[Ô-xiricantalá-oxiribaialalá! Xeque-mate! Os hereges confirmam, ainda que indiretamente, que a Revolução Carisnóisca é filha deles!!!], ocorrido nos anos 90. Até então, a troca de canções entre as duas religiões era quase imperceptível. Entre os evangélicos, apenas o padre Zezinho – primeiro religioso cantor do país – era aceito. A “Oração da Família”, composta e gravada por ele, é considerada letra universal.
Atualmente, os estilos caminham para a unificação
[DEUS O LIVRE!!! JÁ BASTA A UNIFICAÇÃO NA LITURGIA!!!], segundo os próprios religiosos. “Hoje está acontecendo o uso comum das músicas porque as letras deixaram de fazer apologia a uma determinada religião e passaram a se voltar à mensagem do evangelho” [Que “evangelho”? O de Pedro ou do Romildo? Quem sabe o do Edir, não é mesmo?], afirma o padre Juarez de Castro [Será que com esse discursinho melado de ecumenismo, esse padre chegará a ser convidado para cantar em alguma igrejola de fundo de quintal?], secretário de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. As letras não citam mais termos religiosos típicos das missas – como a eucaristia, por exemplo.
Para Rodrigo Plaça, cantor católico
[Nunca ouvi falar nele...], a adesão ao gospel acontece porque a base musical evangélica é melhor, quase lírica. “A música deles é de louvor, de entrega. Quando escutam, as pessoas entram em uma espécie de transe [A fé não pode jamais ser confundida com algo mágico! Essa estorinha de transe é coisa de macumbeiro ou espírita!!!!], ficam emocionadas e colocam suas emoções para fora [“PARA QUE PRECISAMOS DE TESTEMUNHAS???” Vão continuar negando que a RC“C” é irracionalista e sentimentalóide?]. Os católicos perceberam esse sucesso e foram atrás”, afirma.
Com padres dessa qualidade, só mesmo com a intercessão de São Pedro Canísio, o MARTELO DOS HEREGES.
Textos disponíveis em:
Associação Cultural Montfort
Ação Gospel (protestante)

Super má-fé nada interessante

Um leitor mais desavisado, ao ler uma revista pretensamente científica, mas que na verdade é descaradamente anticatólica, deverá achar que os papas foram os grandes monstros da humanidade, incineradores de hereges, bruxas e cientistas e que o Vaticano sedia o grupo mafioso mais antigo do mundo.
Na referida matéria os papas são retratados ora como sórdidos manipuladores da sociedade medieval, ora como grandes omissos em relação à matança de judeus (Pio XII) – há que se ressaltar que a família proprietária da editora que publicou tal texto é judia.
Se ao menos a dita publicação procurasse ouvir o outro lado! Claro que não! Não seria nada “super interessante” escutar a versão do catolicismo sobre as coisas relatadas na revista. O que ela faz? Dá margem a velhas calúnias, como a estorinha da Doação de Constantino ou o “massacre” de judeus e maometanos naquela “guerra imperialista” que foram as Cruzadas e outras abobrinhas mais.
É verdade, infelizmente, que a Igreja Católica teve papas de triste memória, só que o autor, de forma “super interessante”, se esqueceu de dizer (ou não quis dizer) que o papado – e não só o papado como também toda a Igreja – não viveu só de propinas, orgias e documentos falsos, também teve os seus heróis, e que Pio XII (de feliz memória para a Igreja), não poderia ter feito muito além do que pretendia, talvez por prudência. Será que se ele levantasse a voz contra os campos de concentração a história seria outra? Numa sociedade onde as palavras do sucessor de Pedro já não eram tão levadas a sério, será que as potências ocidentais (leia-se EUA, Inglaterra e França) combateriam o führer sem precisar esperá-lo invadir a Polônia? É como dizia Leão XIII na encíclica Immortale Dei (1885):
“Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados. Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil”.
Lá pelas tantas o autor escreve: “No início, o cristianismo era uma seita de judeus para judeus. Tanto é verdade que, após a crucificação de Cristo, os apóstolos se mantiveram pregando em Jerusalém. A idéia de que Jesus era o tão aguardado Messias, porém, não pegou entre os judeus. Pelo contrário: os apóstolos foram tão hostilizados que se viram obrigados a se espalhar pelo Oriente Médio e pregar para novos ouvidos. Foi assim que o Messias passou a ser descrito como redentor de todos os homens e de todas as raças.”
Como assim que no início o cristianismo era “uma seita de judeus para judeus”? O que fazer com aquelas palavras de Jesus, “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, presentes em Mateus 28, 19? Segundo estudos, São Mateus escreveu o evangelho que leva o nome dele lá pelo ano 70 d. C..
Autores tão metidos a inteligentes são desmentidos pela própria Bíblia!
Em outra publicação da mesma editora, cujo título é “O império do Vaticano”, a Igreja é sempre retratada como uma organização chefiada por falsários e devassos, um lugar onde vale tudo para se conseguir os mais obscuros objetivos.
Portanto, por que muitos católicos deveriam continuar comprando as publicações dessa editora anticatólica? Por que não boicotá-las?
É uma gravíssima obrigação que os sacerdotes e demais “agentes de pastoral” (seja já qual for o sentido disso) acordem do sono tolerante e alertem os fiéis católicos sobre os perigos de se ler tais obras, que só olham para as coisas ruins de muitos membros da Igreja e que ignoram os benefícios que esse mesmo papado, tão combatido de forma “super interessante”, trouxe à humanidade.

A absoluta e idolatrada camisa de borracha

Diz Olavo de Carvalho: “Não há como medir os gritos de horror, as lágrimas de escândalo, as gesticulações frenéticas de abalo moral com que a grande mídia reagiu à declaração blasfema de que esses sacrossantos dispositivos não protegem eficazmente contra a Aids. Na verdade, não protegem nada. Edward C. Green, diretor do Projeto de Pesquisas sobre Prevenção da Aids no Harvard Center for Population and Development Studies, informa que a revisão mundial dos resultados obtidos nos últimos 25 não mostra o menor sinal de que as camisinhas impeçam a contaminação. O único método que funciona, diz Green, é a redução drástica do número de parceiros sexuais. Uganda, que por esse método e com forte base religiosa reduziu os casos de Aids em 70 por cento, é o único – repito: o único – caso de sucesso espetacular já obtido contra essa doença. Mas que importam esses dados? A camisinha não vale pela eficácia, ó materialistas prosaicos. Ela é um símbolo, a condensação elástica dos mais belos sonhos da utopia pansexualista, onde as criancinhas praticarão sexo grupal nas escolas, sob a orientação de professores carinhosos até demais (sem pedofilia, é claro), e nas praças os casais gays darão lições de sodomia teórica e prática, para encanto geral do público civil, militar e eclesiástico. De que vale a verdade, de que valem as estatísticas, de que valem as vidas dos ugandenses, diante de imagens tão radiosas da civilização pós-cristã que a ONU, o Lucis Trust, a mídia bilionária e todos os pseudo-intelectuais do mundo almejam para a humanidade? É em defesa desses altos valores que se ergueram gritos de revolta contra o Papa, esse estraga-prazeres, esse iconoclasta sacrílego.”

Texto completo em:

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Igualdade e desigualdade na sociedade

“A sociedade é naturalmente desigual. Exige naturalmente que sejam desempenhadas atividades desiguais por pessoas desiguais. Mas estas pessoas devem saber que são mutuamente importantes e - principalmente! - que cabe àquelas pessoas cuja vida é ‘mais fácil’ tornar menos dura a vida dos que passam por maiores dificuldades. Semelhante harmonia é fundamental para a vida em sociedade; como encontrá-la, no entanto, fora do Cristianismo, onde quem quiser ser o primeiro deve ser aquele que serve a todos?”

Disponível em: http://www.deuslovult.org/2010/01/04/boris-casoy-e-os-garis/

Feliz saco novo!

Se tem uma coisa que detesto desde criança é essa frescurada de festas de fim de ano: Papai Noel, "dingobel, dingobel, acabou o papel...", "adeus ano velho, feliz ano novo..." e tantos outros besteiróis que infestam a cultura "dezembrina". Me lembro das vezes em que ia a casa de parentes obrigado pelo meu pai, pois achava um tremendo porre aquele clima ridículo de gente que pouco se falava durante o ano todo, mas que ficava trocando abraços num único dia, como se fossem, segundo aquela música chatíssima pra caramba, "amigos para sempre".
Feliz saco novo! É o que desejo agora em janeiro, pois em 2010 teremos eleições democráticas e obrigatórias, Copa do Mundo, campanha da fraternidade abilolada e ecumênica e outras tranqueiras mais. Para agüentar essa maré de mediocridade, só tendo um saco do tamanho do mundo.
Feliz saco novo para você, que só vai à missa do rito ordinário porque não tem jeito, onde...
- “catogélicos” fãs do Sentado no Trono cantam "entra na minha casa, entra na minha vida" no meio da missa;
- padres que se esqueceram de falar de pecado e conversão gostam de afirmar que são destemidos e muito machos (só falta dizer também que têm sangue de cangaceiro);
- proliferam coroinhas meninas
- senhores e senhoras "ministros da eucaristia" fazem a festa nas paróquias, para o reverendíssimo bonitão ficar numa boa na hora da distribuição da comunhão. Ora, se até o papa distribui a hóstia consagrada, por que MUITOS padres não o fazem?