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segunda-feira, 12 de março de 2012

"Jejuar agora é pecado?" ou "Somos melhores do que Jesus Cristo"

Uma praga do "super-ultra-hiper-mega-infalível" concílio Vaticano II que grudou na linguagem eclesiástica é a palavra "PASTORAL". Para qualquer besteira na paróquia existe alguma pastoral. Até a Quaresma tem de ser pastoral! Nunca mais o cristão deve pensar no período de preparação para a Páscoa como tempo de conversão, jejum e penitência, mas sim uma época de "conversão pastoral", onde o fiel deva olhar a realidade com os olhos do pobre explorado pelo capital.
Agora cabe aqui uma pergunta: praticar o jejum na Quaresma atualmente é pecado?
Praticar algum tipo de mortificação (e aqui está alguém que não é exemplo disso) é errado?
Falar em conversão e arrependimento dos pecados é uma coisa infantil?
Então o próprio Cristo, que essas pessoas afirmam seguir, era incoerente, pois Ele - Deus e homem - fazia penitência e jejum, ou o ato de ser batizado por São João Batista não era um sinal de penitência? Ou na Judéia-Samaria-Galiléia não havia explorados? Ou Ele, Jesus, era um homem infantil?
Outra coisa: querer ao menos desejar respeitar as tradições da Igreja, naquilo que se refere à abstinência de carne vermelha nas sextas-feiras da Quaresma ou na Sexta-Feira da Paixão é prática farisaica?
Será que falar nos Novíssimos é algo tão abominável assim, para os "amigos" do povo oprimido?
Se muitos desses "libertários" e comunistas de sacristia são tão amigos assim do povão explorado, dos proletários humilhados pelo neoliberalismo e das mulheres vítimas do "feminicídio", que abram mão, então, das benesses desta vida, pois é sabido que grandes nomes da TL comem do bom e do melhor, moram em mansões e andam em iates. Se pobreza fosse boa, eles seriam os primeiros a adotá-la, ou como dizia o finado carnavalesco Joãosinho Trinta, "QUEM GOSTA DE POBREZA É INTELECTUAL".

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Inspiração para esta postagem:
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=65157

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Que Deus o tenha...

D. Ladislau Biernaski, bispo de São José dos Pinhais-PR, faleceu aos 74 anos por falência múltipla dos órgãos.
Cabe ressaltar, entretanto, que o mesmo era presidente da tal de CPT (Comissão Pastoral da Terra), amiga dos invasores do MST e dos comunistas de sacristia.
Seria D. Biernaski um comunista de sacristia também?
Só nos resta pedir a piedade divina para esse sucessor dos Apóstolos, apesar de saber que seu trabalho pastoral foi mais voltado para o lado político, haja vista os amigos que ele teve em vida, muitos deles inimigos do direito à propriedade privada e adeptos da invasão de terra alheia.
Não é à toa que o homem era mais conhecido como “o bispo da reforma agrária”.

Fonte:
http://minutonoticias.com.br/morre-o-presidente-da-cpt-bispo-da-reforma-agraria

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

E eu que pensava que era sobre cristãos iraquianos

Vou confessar uma coisa: às vezes dou uma lida em uma determinada página da internet, que é de importantes comunistas de sacristia. Ao ver que um determinado artigo tinha como título É Natal em Bagdad e Fallujah, inocentemente achei que era sobre os cristãos iraquianos, duramente caçados pelos adeptos da religião da “paz”.

Que nada! Foi com grande decepção que li um texto que era puro antiamericanismo, exaltando o fato de as tropas dos States começarem a deixar o Iraque.

E chega às raias do exagero ao comparar a retirada dos americanos do Iraque ao anúncio do profeta Isaías e do arcanjo Gabriel sobre a vinda do Senhor!

Sei que é difícil, pois estão mais preocupados com os indiozinhos desalojados pela hidrelétrica de Belo Monte ou pelos “pacíficos” palestinos, mas quando será que esse pessoal da Adital vai publicar algum artigo em defesa dos cristãos perseguidos mundo afora?

Acho de uma ironia cruel certos setores ligados à CNB do B fazerem estardalhaço sobre os palestinos e os indiozinhos e se calarem criminosamente quando crianças como Adam (imagem acima), o pequeno mártir iraquiano, morrem por crerem no Senhor Jesus.

quinta-feira, 10 de março de 2011

O uso oportunista da História

Nos meus tempos de estudante, sempre aprendi que a Guerra do Paraguai foi tão somente o ataque exagerado do Império do Brasil contra o Paraguai de Solano López. Claro, com o ensino da História contaminado pela esquerdalha, qualquer vitória do Brasil sobre qualquer vizinho já tem o infame cheiro de “imperialismo”.

Recentemente, em Mato Grosso do Sul, ao escrever sobre o assassinato de um cacique por lá, um articulista da Adital já deu uma das possíveis causas do crime: o racismo:

“Quando a defesa dos réus procurava inocentar seus clientes dizendo que Marcos Veron não era índio, era um 'paraguaio', destilavam o mais fino requente de discriminação contra nossos vizinhos, contra os quais nosso país comandou um dos maiores genocídios do continente.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=54460

Será que a Guerra do Paraguai foi mesmo a agressão de um imperadorzinho branquelo de olhos azuis contra uma próspera república auto-suficiente na bacia do Prata?

Vejamos:

“Já o falecido professor Alfredo Arraes Alencar, em interessante artigo, esclareceu:
'A causa remota da guerra (do Paraguai) foi e megalomania de Lopez. Foi o seu ambicioso intento de conquistar territórios, a fim de estender seu domínio até o estuário do (rio) Prata. Para isso preparou-se largamente, armando o exército, construindo navios e levantando inexpugnáveis fortificações.
Declarou López ao escritor espanhol Bermejo: Sou soldado e tenho de declarar guerra ao Brasil. Se deixei que meu pai firmasse a paz, foi porque eu queria a glória de mostrar às repúblicas vizinhas que basta o Paraguai para derrubar aquele colosso”.

http://caririag.blogspot.com/2008/08/guerra-do-paraguai-verdade-dos-fatos.html

Quanto à questão de racismo, no Paraguai existe preconceito contra brasileiros, seja no período 1864-1870 (anos da guerra), seja agora no início do século XXI:

“O uso de escravos no exército brasileiro afetou também a economia do Império, pois houve falta de mão-de-obra, além de ser motivo de deboche por parte dos paraguaios. O jornal paraguaio Cabichuí referia-se ao exército brasileiro como 'exército de macacos'”. (veja figura acima)

http://www.historiamilitar.com.br/Artigo5RBHM3.pdf

“Considerados, ao longo dos anos, como a mais importante força produtiva do campo no Paraguai, sobretudo, com a monocultura da soja na região fronteiriça com o nosso país, o grande número de imigrantes brasileiros formou um verdadeiro "espaço brasiguaio" na porção leste do Paraguai.

No entanto, muitos emigrantes brasileiros estão retornando ao Brasil, expulsos das terras por policiais, milicianos, camponeses e, sobretudo, pelos campesinos (os sem-terra paraguaios).”

http://marlivieira.blogspot.com/2010/07/conflito-no-campo-entre-campesinos-e.html

Usar a morte de um índio para atacar a memória do país, que precisou se valer da força para reagir a uma agressão, além de ser desonesto é também ingrato, tendo em vista que muitos brasileiros perderam a vida nesse terrível conflito, defendendo a Pátria contra a agressão externa, representada pela pessoa de dón Francisco Solano López, que queria nos ROUBAR parte do nosso território!

Fonte da imagem:

http://people.ufpr.br/~lgeraldo/brasil2imagensD.html

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Frei pró-guey e anti-ianque

Existem coisas que não entendo, como as palavras do auto-denominado “Frei” Betto:


“O movimento Tea Party situa-se à direita do Partido Republicano. Para seus adeptos, as liberdades individuais estão acima dos direitos coletivos. Embora muitos sejam contra a guerra, eles coincidem com os ultramontanos ao reprovar a união de homossexuais e a legalização de imigrantes, e defender a abstinência sexual como o melhor preservativo ao risco de aids.

Partindo-se desse princípio:
Por que como cidadão, devo concordar com a união de homossexuais?
O relacionamento sexual entre pessoas do mesmo gênero não só é imoral como também antinatural e antibíblico (ver Romanos 1, 27).
E por que devo combater a abstinência sexual como forma de combater a AIDS?
Para acabar com a SIDA (não gosto do anglicismo "AIDS") devo espalhar a torto e a direito milhões de preservativos? Mas isso não é feito aos borbotões? Cadê, Bettinho, acabou com a epidemia?
E por que devo aceitar a imigração ilegal?
Aquele que age ilegalmente é um ladrão. Quem se arrisca naquela fronteira lazarenta, naquele sertão danado infestado de coiotes, narcotraficantes e a guarda de fronteira do Tio Sam para entrar nos States, com algumas exceções, não é honesto coisa nenhuma.
Os EUA, com todos os defeitos (e são defeitos gravíssimos, diga-se de passagem) são muito melhores como país do que o nosso Brasil (ainda) varonil, essa terrinha onde qualquer assassino ganha asilo, onde a roubalheira corre solta e onde o povo perde tempo vendo o Big Bos... Brasil.
Então, se acha que essas coisas são normais, por que ainda USA AND ABUSA do título de "Frei"? Use "professor", "mestre", sei lá! Seria mais honesto.
Ah sim, vire o disco às vezes, porque esse antiamericanismo viciado já está mais velho do que o irmão Genézio!
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Fonte do texto:
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=53425

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Estamos no aguardo, Adital...

Voltamos à Adital... parece até que estou fazendo propaganda da dita cuja, mas é impossível ficar indiferente às preocupações dos “libertários” com os indiozinhos e ao silêncio omisso quanto aos crimes contra a humanidade no Paquistão e no Iraque.

É só porque naqueles lugares estão perseguindo cristãos?

Se fossem comunistas, ecologistas, gueyzistas e abortistas aí levantariam suas vozes libertárias?

Estamos no aguardo...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ô pessoal bonzinho!

Já que o pessoal da Adital é tão metido a defensor dos “frascos e comprimidos”, sempre se lembrando dos indiozinhos (e demais povos da floresta), dos pobres afro-descendentes (explorados pelo cruel “branco de olhos azuis”), da rapaziada alegre vítima de homofobia (só porque mostra o seu lado homo-afetivo), dos coitadinhos sem terra (sem eira, beira e vergonha), da “nossa” (no caso, deles) mãe Gaia, vítima do aquecimento global, das mulheres oprimidas pelo sistema machista, imaginei que fosse ver algum texto contra a condenação da cristã Asia Bibi à morte no Paquistão.

Se até falaram da Sakineh do Irã, pensei em procurar no sítio da Adital pelo nome “Asia Bibi” => nada.

“Bom”, imaginei, “deve ao menos ter alguma noticiazinha sobre aqueles cristãos de Bagdá, até porque o Iraque foi vítima da guerra do Bush”.

Busca pela palavra “Iraque” => nada sobre os cristãos perseguidos pelos maometanos, só as velhas críticas contra o imperialismo e aquele antiamericanismo bocó dos esquerdalhas.

Seria pedir muito se o pessoal da tal de Teologia da “Libertação” lançasse algum repúdio aos crimes contra a humanidade no Sudão, no Paquistão, na China ou na Índia?

Bom, acho que me iludi achando que escreveriam algo sobre as perseguições aos cristãos em todo o mundo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Um bispo chato

Na Adital, página dos comunistas de sacristia na internet, um grupo de leigos, diáconos e líderes de movimentos ditos sociais, enviou uma carta aberta à CNBB expressando suas "profundas inquietações em relação à situação comprometedora de nossa Arquidiocese, tendo em vista a já longa sequência de atos deploráveis REITERADAMENTE cometidos pelo Sr. Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto".
Esses adeptos da TL estão profundamente chateados porque, pelo que o texto deixa bem claro, D. Aldo foi contra aquele arremedo de plebiscito sobre a limitação da proprieade privada:

"Eis que, sem tomar em conta sequer os documentos que fundamentam a iniciativa, Dom Aldo Pagotto vai ao Correio da Paraíba, em coluna assinada pelo mesmo, em artigo publicado a dois dias do início do referido Plebiscito, e trata de questionar - já a partir do título capcioso de seu artigo "Limite à propriedade produtiva?"- a validade do Plebiscito, tecendo insinuações injuriosas - inclusive de roubo - contra os pobres e contra os movimentos populares. Não contente com a desfeita, volta à sua coluna semanal de Domingo, dia 5 de setembro, em pleno período de realização do referido Plebiscito, para reiterar sua posição. Desta feita, numa atitude de afronta a um pleito legítimo e justo como é o Plebiscito pelo limite do tamanho da propriedade da terra, no Brasil, medida já tomada inclusive por diversos países, inclusive a Itália, bandeira amplamente consensual entre as organizações de base da sociedade brasileira (pleito assumido pela CNBB, pelo CONIC e mais de cinqüenta entidades e movimentos populares) e que tem fundamento na própria Doutrina Social da Igreja e nos Documentos da CNBB."
Mas quem disse que acumular terras é crime? Se fulano começa de baixo, vai economizando, compra um pedaço de terra, vai progredindo, vai gerando EMPREGO E RENDA para a população local, e adquire mais terras para expandir o negócio, por que puni-lo por isso? Talvez essa rapaziada nem vote na candidata do mollusco, votará, pelo teor do discurso com cheiro de naftalina misturada com mofo, no Velhinho 50.
Vejam bem: comunismo é a inveja em seu estado bruto, e comunismo de sacristia é uma coisa tão pestilenta que faz os martirizados pela Besta Vermelha se revirarem no túmulo!
Esses "libertários" estão mais (peço perdão pela expressão) PUTOS da vida com o arcebispo porque não se esqueceram do que ele fez com aquele padre-deputado:
"Para tanto, não hesita em apelar, quando lhe convém, e de forma unilateral, aos rigores do Código de Direito Canônico, como o fez em relação à suspensão de ordens do Pe. Luiz Couto."
Ora, o referido deputado usa e abusa do título de "padre", e já que é padre, sabe melhor do que ninguém que deve ser submetido às penas do Direito Canônico, caso tenha cometido alguma falta ou deixado de cumprir suas obrigações de sacerdote.
Dom Aldo Pagotto, enquanto bispo de Sobral-CE, segundo alguns conhecidos meus, teve peito de fazer cancelar alguns carnavais fora de época. Aqui em Jijoca, em certas ocasiões, chegou a negar a comunhão a "senhoras" despudoradas em missas de Crisma, e nas vezes em que era procurado pelo povo, pelo menos o que eu vi foi um pastor simpático àqueles que o abordavam, atendendo de forma gentil. Por falar em Sobral, há mais de um ano estamos sem bispo, desde que D. Fernando Saburido foi para o Recife.

Texto completo da carta:
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=50963

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Isto é cristão?

Ajoelhar-se perante o sacrário que guarda Cristo Eucarístico é absurdo.
Ajoelhar-se perante a imagem da Mãe de Deus é idolatria.
Agora, ajoelhar-se diante de um rio é o quê?

“No ano passado, quatro mil pessoas durante o Intereclesial das CEBs “ajoelharam-se, pedindo perdão frente às enormes barragens para usinas hidroelétricas no rio Madeira”.

Pedir perdão àquele “velho barbudo” é errado, mas pedir perdão ao Rio Madeira por causa das obras de uma hidrelétrica não?
Quem é a Divindade: o Criador (Deus) ou a criatura (o Rio Madeira)?
Cuidado! Isso não é defesa do meio ambiente coisa nenhuma, é o culto panteísta das coisas da natureza!
Resumindo: trocaram o Deus Eterno, Pai de Justiça e de Misericórdia, Criador de todo o Universo e tudo que há nele, pela criatura, no caso, a natureza ou, como muitos gostam de chamar, “Mãe Gaia”.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

“A Praça é Nossa”!

Na página da Adital, reduto de comunistas de sacristia na internet, está uma petição para que a PUC de Campinas mude o nome de uma praça situada em suas dependências, que leva o nome do presidente Médici (na foto abaixo, com a taça Jules Rimet, ao lado do então jogador da seleção brasileira, Carlos Alberto).
07.07.10 - BRASIL
Praça ‘Emílio Garrastazu Médici’ nunca mais!
Várias organizações
Adital

Praça dentro da PUC de Campinas homenageia esse assassino!
OK essa categoria dá nome à maioria das ruas do Brasil, mas durante a gestão deste homem os atos mais bárbaros de tortura e desrespeito aos direitos humanos foram cometidos.
Vamos mudar isso! Divulgue e assine a petição, por favor.
http://www.petitiononline.com/medici1/petition.html
PELO DIREITO A MEMÓRIA, À VERDADE E À JUSTIÇA.
PELO RESPEITO À MEMÓRIA DOS QUE MORRERAM E DESAPARECERAM LUTANDO POR UM BRASIL JUSTO E DEMOCRÁTICO.
PELA REPONSABILIZAÇÃO DOS TORTURADORES DO REGIME MILITAR.

O período do governo Médici (1969-1974) ficou marcado como os “anos de chumbo” do regime militar, pela intransigência contra os grupos terroristas que assolavam diversos lugares do Brasil.
Dizer que tais terroristas “MORRERAM E DESAPARECERAM LUTANDO POR UM BRASIL JUSTO E DEMOCRÁTICO” é de uma brincadeira de péssimo gosto, que o digam os parentes dos bravos brasileiros e das vítimas inocentes que perderam a vida em assaltos, seqüestros e atentados, tudo em nome da implantação da ditadura do “proletariado”, um governo subserviente às ordens de Moscou e Havana.
Médici foi assassino? Então gente da laia de Marighela e Lamarca foram os grandes santarrões da democracia, da igualdade e da fraternidade, não é mesmo? Só há uma coisa a dizer:

terça-feira, 29 de junho de 2010

As CEB's também são portas de saída da Igreja

O Márcio, do Pacientes na Tribulação, muito bem havia dito que a RC“C” é a porta de saída da Igreja.
Aproveitando a deixa, gostaria de acrescentar que as CEB’s também o são, pois o símbolo máximo disso aí talvez seja a senadora Marina Silva, agora candidata a presidente.
Em entrevista à revista Época, o pastor do templo freqüentado pela dita cuja diz que ela é contra a união homossexual e o aborto
Lá pelas tantas, a reportagem diz o seguinte:
“Marina é assídua na igreja. É fácil encontrá-la sentada na quinta ou sexta fileira de bancos do salão durante os cultos de domingo. Antes de ser evangélica (sic) da Assembleia de Deus, foi católica. [Será?] Na juventude, estudou para tornar-se freira. Depois desistiu”. [Graças a Deus, uma freira vermelha a menos para encher o saco.]
A nobre senadora, que já foi das CEB’s, de tanto ficar ouvindo falar de “terra”, “pobres”, “justiça social”, “explorados”, etc. nas homilias da santa missa, acabou tendo de procurar Deus nos lugares mais inapropriados, como na seita herética da qual ela faz parte.
“Nós vivemos de acordo com a Bíblia”. Sei, sei.
Pois então o que dizer daquele trecho de Mateus 16?


“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”...

Valei-nos São Pedro e São Paulo, Colunas da Igreja!
Só sei de uma coisa: tá difícil escolher em quem votar, viu?

segunda-feira, 12 de abril de 2010

"Por qué no te callas", Boff?

Conforme já foi citado no Adversus Haereses e no Sucessão, o tal do teólogo, ecólogo, propagador da Nova Era, filho dileto da “mãe Gaia”, “perseguido” pelo então cardeal Ratzinger, e atual ex-frei Boff, foi impedido, segundo o jornal Diário de Petrópolis, de dar uma palestra na UCP (universidade Católica de Petrópolis).
Por qual razão citei o nome desse senhor? Por que resolvi citar duas fontes sobre o mesmo tema?
É pelo seguinte: já reparou, caro leitor, amiga leitora, que tudo o que esse sei lá o que fala, tem peso? Ou que os seguidores dele têm pelas idéias do dito cujo algo como se fosse um dogma de “infalibidade”? Tudo que esse aí diz tem peso moral, seja sobre qualquer assunto, desde política, economia, até futebol e, é claro, a Igreja Católica, cujo prato oferecido por Ela esse infeliz cospe todos os segundos.
Mas se é o papa que quer falar sobre determinada coisa, o mundo "cai matando" em cima dele, dizendo que ele não tem a mínima capacidade de opinar sobre quaisquer assuntos.
Acho irônico até uma certa expressão que ele usa, quando diz que Deus não é aquele “velho barbudo”. Engraçado, então por que ele não tira aquela barba branca? Ela é a mistura do estilo do Karl Marx com o do capitalista Papai Noel.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Algumas sugestões para a questão agrária

Algumas sugestões de medidas a serem tomadas para a questão agrária foram dadas na chamada Declaração do Morro Alto (1964), que tinha, entre outros, os bispos D. Geraldo de Proença Sigaud e D. Antônio de Castro Mayer.
“Essas medidas medidas devem ser postas em prática [...] Entre outras, lembramos nesta síntese:
a) proteção contra o alcoolismo, o jogo, a prostituição e a prática das uniões ilegais;
b) salários proporcionados ao valor do trabalho e às necessidades do trabalhador e de sua família;
c) remuneração que torne possível o acesso do trabalhador diligente e parcimonioso à condição de proprietário;
d) melhoria das habitações do ponto de vista do conforto e salubridade;
e) assistência médica;
f) elevação do nível de instrução e educação.
"


Será que agora, quarenta e cinco anos depois, elas ainda continuam valendo ou essas medidas que foram sugeridas eram coisa de bispos fanáticos e obscurantistas?
Será que os atuais bispos brasileiros têm a mesma opinião?
Ou será que têm alguma sugestão melhor?
E se tais medidas tivessem sido tomadas, será que a situação no campo seria melhor?
Só Deus sabe.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Já dizia D. Sigaud...


D. Geraldo de Proença Sigaud, SVD (1909-1999), arcebispo emérito de Diamantina-MG, antítese de D. Hélder Câmara. Postagem completa a respeito dos padres subversivos disponível no blogue Adversus Haereses.
Ver também a carta pastoral de D. Geraldo, Socialismo: Cavalo de Tróia a serviço do comunismo, acessível na página do TERNUMA na internet.

Quanta falta faz um bispo desse na CNB do B!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

É hoje! Prepara a pipoca!

Hoje a Pastoral Afro-Brasileira está em festa, porque é 20 de novembro, DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA!
Preparem a pipoca e os atabaques, vistam aquela bata colorida, o turbante mais bonito e ensaiem a batucada, porque hoje tem missa com muito axé e capoeira!

Saravá, Senhor Jesus!
Cantem essa música aqui ó:


Comemora-se o DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA (e consciência tem cor, por acaso?) no aniversário da morte de Zumbi (1655-1695), que liderou o Quilombo dos Palmares até ser morto num ataque feito pelo bandeirante Domingos Jorge Velho.
Diante de mais um dia de abusos litúrgicos pelo Brasil afora, só gostaria de lembrar aos afro-católicos (se é que existe esse tipo de nomenclatura), que não é só de Zumbi (ou Obama, Celso Pitta, Pelé, Bob Marley, etc.) que deveriam viver os movimentos sociais da CNBB. Saibam que existem muitos outros negros de valor muito maior do que o dos ícones do movimento, que deram exemplo de vida cristã, chegando às vezes ao martírio.
Acho que vou fazer campanha pelo DIA DA CONSCIÊNCIA BRANCA, digo, EURO-BRASILEIRA, e passar a usar camisas brancas com letras pretas com os seguintes dizeres: "100% BRANCO"!
Saravá e muito axé com fubá para todos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A TL e os moradores de rua

Estudos demonstram, por exemplo, que boa parte dos moradores de rua de São Paulo — e isso deve ser verdade em todas as grandes cidades — são doentes mentais. Em alguns casos, a doença é efeito da droga; em outro, os males se conjugaram. Não há local para recolher e tratar essas pessoas ainda que a Prefeitura se dispusesse a tirá-las das ruas. Ao contrário: aqui em São Paulo, certa Escatologia da Libertação, cobrindo o rabo do capeta com a batina, advoga justamente o contrário: o “direito” que essas pessoas teriam de morar nas ruas. ONGs chegam ao requinte de distribuir cachimbos para o consumo de crack e um kit com seringa, água esterilizada e outros apetrechos para o uso de drogas injetáveis. Só falta fornecer mesmo a droga. A suposição, sempre, é a de que, já que o consumo é inevitável, que seja feito de maneira segura. Iniciativas como essas costumam contar com ajuda oficial.
Trecho do artigo "Drogas - o pacto com o demônio", de Reinaldo Azevedo. Disponível em:
Resumindo: vamos deixar fulano de tal viver de forma sub-humana nas ruas porque ele se sente bem?! Uma informação dessas é até um contra-senso, posto que os teóricos da TL gostam de arrotar palavras politicamente corretas a favor dos pobres!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

HOJE É DIA DE GRITAAAAAAAAAAAAAAR!!!!

Em todos os anos no dia da independência temos, desde a década de 1990, o BERRO DOS ISOLADOS, digo, o fantástico, o fenomenal, o inigualável... GRITO DOS EXCLUÍDOS!
Haja tímpanos!
O teor das palavras é aquela chatice de sempre:

“No dia 07 de setembro, junto com o Grito dos Excluídos, em Aparecida/SP, acontece a 22ª Romaria dos Trabalhadores/as que neste ano traz o lema: "A sabedoria dos pobres derrota as armas dos poderosos". O grito visa também: lutar contra as formas de exclusão e as causas que levam o povo a viver em condições de vida precárias e, muitas vezes, sem perspectiva de futuro; denunciar a política econômica que privilegia o capital financeiro em detrimento dos direitos sociais básicos; construir alternativas que tragam esperança aos excluídos e perspectivas de vida para as comunidades locais; promover a pluralidade e igualdade de direitos, bem como o respeito nas relações de gênero, raça e etnia; multiplicar assembléias populares para discutir a organização social a partir do Município, fortalecendo o poder popular.”

Um manifesto político, puramente voltado às necessidades terrenas da população.
Um protesto de apoio à causa gay.
Uma verdadeira encheção de saco da população de bem.
Bispos que verdadeiramente não têm mais o que fazer.
Infelizmente.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Comunismo de sacristia que ainda resiste

Tenha certeza de uma coisa, caro leitor: chegará o dia em que os sucessores dos Apóstolos deixarão aquele ranço marxista e falarão somente em conversão e salvação.
Esses bispos tupiniquins... veja estas palavras de D. Moacyr Grechi, arcebispo de Porto Velho - RO, sobre a 12ª Intereclesial das CEB’s:
“Com este grande coração da Amazônia, quero acolher todos os gritos dos Povos da Terra e os gritos da nossa Mãe Terra, a 'Pacha Mama' dos indígenas. A partir do XII Intereclesial e do Encontro de Assessores da articulação continental das CEBs, lhes envio esta carta, expressando meu agradecimento ao Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos reuniu a todos, todas em Porto Velho, na força do Espírito Santo.”
Olha, eu sei que todos nós merecemos melhores condições de sobrevivência, temos o direito sagrado de ter um trabalho e por aí vai, mas essa não deve ser a principal preocupação do episcopado brasileiro, que por sinal, só exala um fedor de marxismo de sacristia já por demais entranhado na pregação.
Além disso, não sei nem como que o Sr. arcebispo não se referiu a Deus como “Deus Pai e Mãe” por exemplo. Haja bons tímpanos, entretanto, para suportar tanto grito, seja da “mama África”, “mama Paca”, “Pacha Mama” e outras expressões que só o comunismo sacristão consegue arranjar.
E o religioso libertário continua:
“Seguindo a prática de Jesus de Nazaré, as CEBs se espelham na Palavra de Deus e a têm como companheira da caminhada. Esta Palavra é refletida, rezada, bebida, contemplada, cantada e ilumina a prática libertadora das comunidades, tornando presente o Mistério Pascal. No Brasil e em outros países da América Latina e do Caribe, em muitos lugares, as CEBs anseiam por uma participação à celebração Eucarística, com um ritmo possível e seguro, como alimento da caminhada (Jo 6) e sinal essencial de sua identidade católica.”
Como assim, “as CEBs anseiam por uma participação à celebração Eucarística”? Mais do que já têm? Já não são o bastante aquelas dancinhas chatas, aquelas procissões enfadonhas e cheias de panfletagem, além das horrendas missas-macumba, missas-rodeio, missas-pajelança e outras aberrações litúrgicas que infestam a Igreja?
E outra: o comunismo de sacristia sempre usa, até abusar, o termo “libertação” e “pobres”. É a velha e mal disfarçada luta de classes de Marx.
Devo até reconhecer que foram citados os nomes de Jesus e Maria, mas é sempre com aquele viés (a esquerdalha católica gosta muito de usar esse termo) de “igreja dos pobres”.
Outra observação a fazer é que não foi citado em nenhum momento o Santo Padre.
Resumindo então o negócio: existe a Igreja Católica Apostólica Romana, a “dos ricos e do papa, vaticano-eurocêntrica, com sede em Roma”, e a “Igreja Católica Cebista Libertária dos Pobres Fracos e Oprimidos pelo Sistema Capitalista dos Patrões e Latifundiários”, que é aquela das bases, do povão oprimido e explorado, com cara de afro-índio latino-americano, com sede na favela logo ali ou no assentamento da beira da estrada”.
O mais irônico disso tudo é que, ao contrário do que pregam, muitos teóricos da TL não são pobres, muito pelo contrário, vivem em casarões espaçosos, têm boa comida e só vestem roupa de grife, guiando carrões do último modelo. O mesmo vale para muito padre/bispo que existe por aí.
Texto completo de D. Moacyr Grechi disponível na página da Adital.

domingo, 26 de julho de 2009

A verdadeira definição de Ir. Dorothy Stang

O Leandro, do Sucessão a Apostólica, deu a legítima interpretação do papel da finada irmã Dorothy:

Irmã Dorothy morreu, infelizmente, por questões políticas. Tomou partido numa briga e, ao invés de agir como Nosso Senhor, tentando apaziguar os dois lados levando o evangelho até eles, preferiu lutar nas regras do mundo se posicionando de um dos lados. A intenção dela era acabar com o sofrimento dos oprimidos, mas usou o discurso marxista para tentar isso ao invés do evangelho. A morte dela resolveu algo? Não.
Chico Mendes era leigo, estava fazendo o que tinha ao alcance de suas mãos, mas não tinha força política, e assim como a Irmã Dorothy, preferiu usar os meios marxistas.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

"Diga-me com quem andas..."

Após a grande polêmica do Don Juan travestido de bispo vermelho e atual manda-chuva do Paraguai, um conhecidíssimo bispo brasileiro resolveu dar os parabéns ao dito cujo, felicitando-o pelo “ato de ‘valentia e sinceridade’ ao reconhecer a criança”.
“Não posso deixar de me manifestar neste seu caso. Sou impelido a isso pela nossa velha amizade, desde os bons tempos de sua participação nos encontros em São Paulo, no grupo ecumênico e latino-americano de bispos”.
Ora, Sr. bispo, isso não é coisa “do outro mundo”! Ele não é o pai biológico? Não foi homem na hora de fazer? Então!
Deve-se notar, entretanto, uma coisa: já que D. Tomás Balduíno é tão amigão do presidente guarani, bem que ele poderia ter dado ao menos um belo puxão de orelhas, pelo arremedo de Solano López ter traído os votos de castidade e celibato, quando foi ordenado padre. E o pior, quando foi sagrado bispo!
A respeito do caso, eis as palavras de D. Antônio Augusto Duarte, bispo auxiliar do Rio de Janeiro:
“As pessoas que construíram a igreja são falíveis. A igreja sempre pregou para se acolher o pecador, embora não admita o pecado. É claro que o bispo não é só uma pessoa que prega a verdade, mas que precisa viver a verdade. Isso não quer dizer que a igreja vai ficar desacreditada com as fraquezas de seus membros”.
A questão não é por puro moralismo, o reconhecimento da paternidade foi um ato louvável, porém, não é lastimável que a Igreja na América Lat(r)ina ande tão mal governada?
Valei-nos, Nossa Senhora de Guadalupe!