quarta-feira, 26 de maio de 2010

"Nada se cria, tudo se copia"

Para aquele que tiver a curiosidade de comparar os programas da RC"C" (principalmente os da Canção abibista) com os do pentecostalismo protestante (como os do "Pede-Pede Soares") notará que são bastante idênticos, sendo que a única diferença é que na RC"C", pelo menos, ainda citam o nome de Nossa Senhora.

No mundo da televisão existe um conhecido ditado, "na tevê nada se cria, tudo se copia"... Partindo-se desse princípio, logo, os abibistas não tiveram nenhum pudor em pedir OURO aos fiéis, no velho estilo "pidão-ungido-santarrão-curandeiro".

Na ânsia de conseguir fundos para mais uma "obra", eles pedem anel de formatura e aliança de casamento. Nem mesmo dente de ouro dos fiéis que ainda estão vivos eles recusam!

Se bem que para quem acha os protestantes “lindos e santos”, pedir OURO à moda pentecostal não é nada.

A Canção do Mons. Abib ultrapassou todos os limites: conseguiu fazer aquilo que só os filhos do "lindo e santo" Lutero faziam.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Bola quadrada, bola fora

Vivemos em uma época bastante estranha: qualquer moleque bom de bola já ganha milhões, que o digam aqueles caras que jogam no Santos.
Antigamente, TODOS os jogadores da Seleção atuavam no país, se bem que desde o começo da “profissionalização” do esporte aqui no Brasil já tínhamos nossos craques atuando no Velho Mundo. O que antes era uma exceção agora é regra, pois foi a partir da década de 1980 que os melhores atletas vêm sendo seduzidos pelos dólares (agora euros) dos clubes europeus ou dos petrodólares dos países árabes.
Transações milionárias, fortunas gastas para adquirir o passe de um único jogador...
A bola da vez das grandes transferências é o “imperador” Adriano.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, o flamenguista teria recusado uma proposta de “um salário líquido de 2,5 milhões de euros por ano (cerca de R$ 6 milhões)” oferecido pelo Roma da Itália.
Dois milhões e meio de euros, líquidos e anuais? E o cara recusou, querendo quase o dobro!
Um milhão de reais por mês!
Não tenho nem idéia de quantos séculos eu teria de trabalhar para finalmente conseguir tal quantia!
Inversão de valores: um sujeito que talvez não tenha o ensino médio completo, ganhando muito mais do que um professor (como este que vos escreve), ou um médico, ou um soldado.
Pergunte a algum jovem se ele quer ser soldado das Forças Armadas ou da polícia... a gargalhada é a resposta!
Pergunte a algum jovem se ele quer ser professor... mais e mais gargalhadas são a resposta!
Quem quer dar aula? Só se for maluco! Agüentar desaforo de mequetrefes mal-educados, suportar a impotência de, muitas vezes, sofrer a violência estudantil e não poder fazer nada, para não perder a vida!
Que inversão! Que fantasia! Grande parte da imprensa joga na cabeça dessa juventude imbecil esses contos da carochinha, onde um Ronaldo, um Ronaldinho Gaúcho ou um Adriano são badalados, adulados, só porque sabem correr atrás de uma esfera de couro!
Quem quer ser policial? Para viver sempre angustiado, com medo de ver a família desamparada pelo Estado caso venha a morrer em combate? Para ficar se escondendo na própria vizinhança, sem poder revelar a todos que é uma autoridade?
São notícias como essa que me deixam chateado, e fico mais chateado ainda quando essa juventude, tão decantada como o “futuro do Brasil”, está mergulhada no mais profundo egoísmo, materialismo e falta de coragem, compaixão e respeito para com os outros.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Ator católico é demitido

Deu na ACI (destaques meus):

Conhecido ator católico despedido por negar-se a filmar cenas de sexo
WASHINGTON DC, 14 Mai. 10 / 05:11 pm (
ACI).- O ator Neal McDonough, conhecido por suas atuações em filmes como Minority Report e séries como Desperate Housewives (Esposas Desesperadas) e Band of Brothers, foi despedido pela cadeia ABC da produção televisiva Scoundrels por negar-se a filmar cenas de sexo explícito, algo que vai contra seus princípios católicos.
Embora a cadeia ABC disse que sua separação se deveu a "mudanças no casting inicial", diversos meios como LifeSiteNews.com informam que a verdadeira razão foi sua negativa a realizar cenas de sexo explícito.A postura de McDonough não é nova. Este ator, católico, casado e pai de três meninos, já tinha rechaçado anteriormente rodar cenas de sexo quando interpretava o marido da atriz Nicolette Sheridan na quinta temporada da série Mulheres Desesperadas, também da ABC, assim como na série Boombtown da NBC.
Conforme se informou à imprensa, o ator decidiu renunciar ao milhão de dólares que ia receber por seu papel em Scoundrels, por manter seus princípios.
McDonough nasceu em 1966 em Massachusetts de pais irlandeses. Em 1999 obteve o Prêmio do jurado no Festival de cinema de Atlantic City. Recentemente recebeu uma nominação aos Screen Actors Guild Awards.McDonough trabalhou em mais de vinte filmes, como Minority Report, Star Trek VIII e Flag of Our Fathers.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18966

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Lá vou eu: quem dera se todos os atores "católicos" brasileiros tivessem essa postura do ator citado na matéria...

terça-feira, 18 de maio de 2010

E agora, Canção Morna?

Não vou me estender muito sobre a questão daquele padre da Canção Nova, que foi detido numa estrada do Paraná por embriaguez e atos libidinosos.
A única coisa que digo é que ele é digno de pena, já que não teve força suficiente para vencer a tentação, e espero que se arrependa da grande mancada que cometeu.
Só.
Já em relação à Canção Nova, infelizmente eu não posso deixar de comentar, é de uma desonestidade tremenda essa empresa ter apagado todos os escritos do padre depois do ocorrido, como se isso fosse livrá-la de alguma responsabilidade.
É claro que se o padre fez aquelas coisas horrorosas, não foi culpa da organização carismática, mas o ato de ela apagar todos os textos dele foi de um farisaísmo imperdoável.
Fariseus! Hipócritas! É isso que aqueles santarrões da Canção Morna são!
Arrotam linguagens indecifráveis, se pavoneiam de dons sobrenaturais, repetem à exaustão bordõezinhos ridículos como "PHN", "Ser Canção Nova é bom demais" ou "Revolução Jesus", mas são incapazes de aceitar que até quem é adepto dessa seita ordinária é tão pecador quanto qualquer um.
Enquanto o cara de batina não externava suas preferências, tudo bem, ele continua com os textos publicados, afinal, ele é "renovado".
Mas se ele, como diz aquele outro padre-galã, é "humano demais" e cai em pecado, e pecado grave como o que foi cometido, então a Canção Morna se dá o direito de apagar todas as publicações do dito cujo?
Isso é "santidade de vida", Mons. Jonas? Essa desonestidade e hipocrisia?
Com esse ato infeliz, a Canção Morna mostra que é só um clubinho fechado, uma seita hermética, uma sociedade secreta, onde a fé é irracional, pautada em emoções e, como o próprio Mons. Jonas disse, em "sensações gostosas".
Querem "sensações gostosas", abibistas? Vão trabalhar! Aí vocês terão uma sensação gostosa no fim do mês, quando sair o seu suado dinheirinho, pois falar de santidade quando se está na "maré mansa" é fácil, já que existe um exército de sectários que dá até o ouro para a dita "obra".
Vão ter sensações gostosas lá naquelas terras onde os nossos irmãos são perseguidos, cambada de protestantes mal-resolvidos!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Viva o Brasil!

Por que o “Governo” (leia-se nós contribuintes) vai pagar a tal de “Bolsa Copa” para os ex-jogadores que foram campeões em 1958, 1962 e 1970, se a CBF arrecadou uma fortuna com os patrocinadores?
Por que o “Governo” (leia-se nós, trouxas que pagamos impostos) sempre veta o reajuste dos aposentados? Eles trabalharam arduamente para receber uma merreca enquanto os “nobres” parlamentares querem ficar de recesso durante a Copa, só que continuam a ganhar o “salário de fome” todo santo mês!
Por que o “Governo” (leia-se todos os cidadãos de bem deste arremedo de potência regional) nunca tem dinheiro para a saúde mas vai ajudar a Grécia na crise por que passa aquele país europeu? Os gregos que procurem os primos ricos da zona do euro!
Eta, Brasilzão! Às vezes a tentação de querer que essa pocilga em que vivemos se divida é grande.
Tem sulista, paulista, fluminense ou nordestino que quer se separar do Brasil?
Que vão e dividam, pois esse país só é grande no tamanho.
Infelizmente o Brasil deixou de ser um grande país em 15 de novembro de 1889.

domingo, 9 de maio de 2010

Ah, cambada de jumentos! (Os eqüinos que me perdoem)

Eta povinho mais besta, sô!
Um casal de antas estrambólicas, verdadeiras bestas de cavalgadura, cujos sapatos devem ser feitos de ferro e têm a forma curva, e que deve relinchar de satisfação a cada vez que vê alguma telenovela, encasquetou de botar no filho recém-nascido o nome de um personagem televisivo, chegando a brigar na Justiça para ter esse direito.
Vejam a seguinte notícia, extraída da versão eletrônica do jornal Folha de São Paulo:
07/05/2010 - 07h42
Justiça de MG autoriza casal a registrar filho com nome de personagem de novela
SÍLVIA FREIRE
da Agência Folha

Um casal do município mineiro Central de Minas (414 km de Belo Horizonte) conseguiu na Justiça o direito de registrar seu primeiro filho com o nome de Raj Emanuel, inspirado num personagem da novela "Caminho das Índias", da TV Globo.
No início de abril, quando a criança nasceu, o oficial do cartório do município, Venizélos José dos Santos, se negou a registrar a criança com o nome escolhido por ser tratar de um nome estrangeiro, cuja grafia não é conhecida no Brasil.
Como os pais não concordaram com a decisão
(tanto barulho por pouca... coisa?), a questão foi levada à Justiça pelo próprio oficial, como prevê a Lei dos Registro Públicos. O bebê ficou sem nome oficial e sem registro até a decisão judicial, dada no dia 22 de abril.
Para o juiz Anacleto Falci, da comarca de Mantena (457 km de Belo Horizonte) e autor da decisão, a lei brasileira permite o registro de nomes originários de outras culturas ou línguas. Na sentença, o juiz cita como exemplo o nome do próprio oficial --Venizélos-- cuja origem é grega.
(Olha, eu acho que a lei deveria ser que nem em Portugal, que proíbe nomes estrangeiros)
A legislação brasileira, segundo o juiz, veta apenas nomes que exponham a criança ao ridículo. O quê, segundo Falci, não é o caso do nome Raj Emanuel, dado pelos pais do bebê.
"A pronúncia 'raje' é insuscetível de causar qualquer constrangimento ao registrando", disse o juiz. Segundo a sentença, a pesquisa feita pelo Ministério Público, que também se manifestou favoravelmente ao registro do nome, identificou que "raj" significa rei ou príncipe.
"Que Raj Emanuel, então, venha ao mundo como desejado por seus pais, com a fidalguia
(e esse povinho miúdo lá sabe o que é fidalguia?) de um príncipe e as bênção do Deus conosco (significado de Emanuel)", disse o juiz na sentença.
A novela "Caminho das Índias" --ambientada no país asiático, onde o personagem Raj vivia-- foi ao ar entre janeiro e setembro do ano passado.

Parece que eu já adivinhava:

Tenho a absoluta certeza de que muitas bestas de cavalgadura colocarão, nos filhos, os nomes dos mocinhos da telenovela da TV plim-plim.

É bem de acordo com o que a Ana Maria do Sucessão diz, “as novelas estão doutrinando as mentes das pessoas há muito tempo”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u731553.shtml

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Nem na TV Plim-Plim perdoaram o Chiquinho

Aquela emissora de televisão sediada no Rio de Janeiro, a TV Plim-Plim, sempre lança programas e novelas com temática espírita.
Ao contrário do que muitos imbecis pensam, mesmo que ainda seja transmitida a “Santa Missa em seu lar” (com avisos e mensagens da arquidiocese do Rio de Janeiro), ela não é (e nunca foi) uma emissora católica. Até porque se assim o fosse, nunca teríamos “atrações” tão ofensivas e pornográficas como as que existem na grade da programação.
Como 2010 é o centenário do “Chic” Xavier, está em cartaz um filme sobre o dito cujo, filme esse que foi produzido, dirigido e encenado por “globais”.
Só que nem mesmo a referida “obra”, feita com indisfarçável pretensão de ser uma “hagiografia” do Chiquinho, não escapou de gente da própria emissora, como podemos ver nesta paródia, Se eu fosse 2 filhos de Chico Xavier.
Sobre essa febre pestilenta do espiritismo, recomendo que leiam Espiritismo: Chico Xavier superstar, com grandes produções no cinema, no teatro e na literatura, do Rainha Maria.
Por que eu chamo o Chiquinho de “Chic”? Clique aqui e descubra.

sábado, 1 de maio de 2010

A Igreja pós-Vaticano II tem prazo de validade

Os “segundo-vaticanófilos” (chamemos assim os fãs do Super Concílio) gostam de falar que a Igreja precisava se abrir ao mundo. Tal mentalidade está resumida numa frase atribuída ao papa João XXIII: Abri as janelas para que os ventos da História soprassem a poeira do Trono de Pedro”. Se realmente ele disse isso é uma falha gravíssima e, por que não, imperdoável, por se tratar de palavras saídas da boca de um papa.
Um inegável fruto desses “ventos” conciliares é a RC“C”, que no fim dos anos 90 deu abrigo aos “padres-cantores” Zeca e Marcelo Rossi. O primeiro, aliás, disse ter tido “uma experiência com o Grupo de oração da Renovação Carismática, o grupo Bom Pastor.”
Continua o então padre à Canção do Monsenhor Abib:

“Toda aquela experiência de ver um novo modelo de Igreja, mais viva que rezava e vivia com mais coerência, que transbordava de alegria e sinceridade, tudo isto me atraiu a uma verdadeira experiência com Deus. [...] Foi crescendo no meu coração o desejo cada vez maior de viver o meu ‘yes’, o meu sim para Deus, um sim total de entrega inteiramente a Deus.”

Só uma observação: essa igreja pós-conciliar tem prazo de validade! E os membros (e ex-membros) dela sempre repetem aqueles velhos bordões do modernismo, como “novo modelo”, “experiência” e outras tantas palavras e frases de efeito, como a inesquecível “Deus é 10!”, propagada pelo surfista que um dia já foi padre.
A palavra “experiência”, no contexto em que é empregada, é um tanto errônea, pois dá a impressão de que o alvo da experimentação humana é algo descartável, e o Senhor Deus não é descartável.
O modernismo acha que a sã doutrina pode evoluir (como podemos ver nas palavras do star priest Fashion de Melo), por isso é que quanto mais se inova na liturgia (dancinhas na missa, ofertórios de temática social nas missas da TL, padres-galãs, etc.) as pessoas vão se cansando e, para encontrar Deus, infelizmente acabam aderindo às seitas infernais do protestantismo, do espiritismo e da Nova Era.
De que valeu ficar alardeando a vocação sacerdotal, se depois o cidadão largou a batina e acabou freqüentando lugares um tanto mundanos?
De que valeu ficar dizendo que “Deus é 10!”, em toda aquela empolgação no movimento carisnóico e em todas as emissoras de televisão, se no final acabou se evadindo dos holofotes e passando a se esquivar de perguntas sobre uma presumível vida amorosa?
Que fique bem claro: o fato de o padre ter largado a batina para um dia poder se unir a uma mulher e formar uma família não é escandaloso! Escandaloso seria se o então padre Zeca tivesse “ficado” com alguma jovem paroquiana carismática nos tempos de “padre-cantor”. Mas os carismáticos, tão ciosos de sua vida espiritual e muitas vezes tão presunçosos em relação aos feitos sobrenaturais (“Deus me revelou no coração”, repouso no “Espírito”, oração em línguas, etc.), deveriam ser mais cuidadosos, pois o entusiasmo é tão grande, mas tão grande que acaba cegando a razão. Quando a festança carismática acabar e a ressaca chegar, o que fazer quando aquele vazio tomar o coração?


Fontes:
http://veja.abril.com.br/historia/crise-dos-misseis/religiao-vaticano-concilio-joao-xxiii.shtml
http://www.cancaonova.com/cnova/entrevistas/entr_pezeca.html
http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/editorial/m319/os-embalos-do-padre-zeca