Quando menos se espera, a própria natureza nos dá certas respostas a certos questionamentos.
Explico.
Nas últimas décadas, com o advento do feminismo, muita coisa que até outrora era papel da mulher praticamente caiu em desgraça na sociedade moderna, tão ciosa de seu igualitarismo.
Antigamente a mulher ficava sob os cuidados do homem, era tida como o "sexo frágil" - expressão incorretíssima - e ficava tomando conta da casa e da educação dos filhos.
De uns anos para cá, mulher que é mulher sai para trabalhar, deixa o marido (se é que o tem) em casa cuidando do filho, e demonstra muita força, até porque mulher sensível é coisa do passado.
Eu respeito, porém não concordo muito com mulheres em profissões consideradas masculinas, como borracheiras ou caminhoneiras, mas essa é tão somente minha opinião.
Voltemos à natureza: no ano passado, meu pai pegou um galo e uma galinha e os pôs no quintal da casa dele, para abatê-los num domingo qualquer, plano frustrado pelo cachorro que numa noite atacou a pobre galinha, mas isso aí é outra história...
Durante o tempo em que o "penoso" casal esteve junto, a fêmea sempre seguia os passos do macho, e ai dela se quisesse desviar, o galo esboçava um cacarejo e ela voltava sem reclamar, debaixo das rédeas do vistoso animal: onde ele ia, a galinha repetia a mesma passada, ciscando sempre onde o "marido" ciscava e o pior, só bicava os insetos do solo depois do macho!
Outra cena semelhante aconteceu ainda nesta semana, quando eu voltava para casa: um casal de porcos vagueava pela rua, tudo bem que a fêmea seguia à frente, mas a cada vez que ela parava um pouco, o macho a cutucava por trás com o focinho, para que os dois não parassem.
E o caro leitor e a prezada leitora deverão se perguntar: sim, mas o que isso tem a ver com o feminismo?
Respondo que tem tudo a ver, pois a partir do momento em que muitas fêmeas da espécie humana passaram a achar que viver sob a proteção do macho era forma de subserviência e opressão, elas também passaram a perder o que tinham de mais bonito, que era a sensibilidade e a delicadeza, tornaram-se "machonas" e abrutalhadas, e por mais que neguem veementemente, não há feminista que, durante alguma noite de frio, ou mesmo na hora de trocar o botijão de gás, não tenha sentido a falta de um homem.
É claro que não é para o homem ser chato que nem o galo, fazendo a mulher comer somente depois dele, mas se é a própria natureza - obra de Deus - que fez o macho ser o protetor da fêmea, porque vamos contrariá-la?
Submissão - no bom sentido da palavra - não é demérito nenhum para as mulheres, isso é bíblico. E tampouco será o homem superior à mulher, que também tem o sagrado direito de viver do próprio sustento.