sábado, 18 de abril de 2009

O "amor" segundo-vaticanista

Deus, em Sua Infinita Bondade, manifestou pelo gênero humano um amor tão intenso, que deu Seu Filho Unigênito para que trouxesse a salvação à humanidade pecadora. Ver João 3, 16.
Há que se ressaltar, entretanto, que na mesma medida em que o Amor e a Misericórdia Divinos são infinitos, a Justiça de Deus também o é.
Infelizmente, depois do Vaticano II (e não há outro culpado) começou a imperar uma pregação de um “amor” muito diferente daquele que é visto nos Evangelhos: um “amor” sentimentalóide, açucarado e melado, digo, meloso (sem referências a um certo padre-galã).
“Amar” tornou-se sinônimo de passar a mão na cabeça do pecador, aceitar passivamente as fraquezas dele e consentir nos pecados por ele cometidos.
“Amar” passou a ser o discurso de muito padre moderninho que só quer ser simpático e diplomático. E até ecumênico, já que o reverendíssimo aceita como normal um fiel do rebanho passar a ser filho de Lutero, ao invés de Maria Santíssima.
“Amar” passou a significar esculhambação com a Santa Missa, que em diversas oportunidades foi celebrada como rodeio, pajelança ou terreiro de macumba.
“Amar” virou sinônimo de frouxidão com o delinqüente perigoso, que não é mais do que uma vítima do “sistema”: bandido é bandido porque nasceu pobre. Defender a pena de morte passou a ser heresia digna da fogueira!
O verbo “amar” ficou banal, mas tão banal, que se cantam certas musiquinhas bisonhas na Santa Missa, desde aquelas insuportáveis canções protestantes até as intelectualóides do
Legião Urbana.
“Amar” para muitos “teólogos” e bispos é
aceitar a invasão da propriedade alheia, a descriminalização do aborto e das drogas e aceitar de muito bom grado a união civil pró-homo. Ver Gálatas 5, 19-21.26.
“Amar” dá direito aos libertários de apedrejarem moralmente um pastor da Santa Igreja que tão somente defendeu uma verdade católica, sob o pretexto de que tal arcebispo foi tão fariseu quanto aqueles que quiseram apedrejar a adúltera. Ver João 8, 1-11.
“Amar” virou um verbo tão gasto, que um certo padre, ao ser indagado se seria correto um casal de namorados se relacionarem sexualmente antes do casamento, respondeu que, se eles tiverem a certeza de se casarem, não haveria problema algum, pois se amavam. Ver I Coríntios 6, 18.
“Amar” fez do período quaresmal um tempo de reflexão socioeconômica, em vez de chamar os fieis à conversão.
Salve a
CNB do B!
Agora “amar” é ter uma experiência pessoal com Cristo, como se Ele fosse alguma cobaia à disposição de curiosos.
“Amar” Jesus virou sinônimo de pedantismo barulhento, com carismáticos erguendo os braços e
soltando a voz numa “oração” indecifrável, que eles alegam ser oriunda do Divino Espírito Santo.
“Amar” agora é sinônimo de ver a moçada chacoalhando o esqueleto numa
TRISTOTECA qualquer, copiando as diversões do “mundão”. Ver I João 4, 5.
“Amar” significou ver um papa beijando o livro sagrado dos infiéis, adeptos da “seita”, segundo o grande D. Afonso de Albuquerque.
“Amar” é a palavra da moda.
Desse “amor” entojado, politicamente correto e sem noção do ridículo, livrai-nos Senhor!

4 comentários:

Ana Maria Nunes disse...

Paz e amor bicho!

Vc sabia que a guerrilheira, comunista, que se dizia "irmã" Doraty, tem um processo para canonização ??? èeeeeeeeeeeee, entraram com o processo!!!

Theophilus disse...

Tudo isso começou em Wittenberg.
Quando a razão é chamada de "meretriz do diabo" e cada um é seu próprio papa, está aberta a porta para a legitimação das piores aberrações sentimentalóides.
Infelizmente a Igreja não escapou à contaminação pelo mundo moderno.
Resta-nos rezar para que a restauração venha mais cedo, já que é necessário que a Igreja esteja forte e unida antes da vinda do Anticristo.

Rogerio disse...

excelente reflexão. Parabéns
conheci o blog agora.
Gostei do conteúdo.

Evandro disse...

Obrigado Rogério!
Seja sempre bem-vindo!
Fique com DEUS e Nossa Senhora.