segunda-feira, 15 de junho de 2009

Um padre no "Programa do Jô"

No blogue Fidei Depositum existe um ótimo texto a respeito do escândalo que foi a entrevista do cantor e escritor Fábio de Melo no Programa do Jô.

É claro que as críticas ao padre sempre dóem nos fãs dele, principalmente as menininhas assanhadas que o chamam de “gostoso”.
Algumas pessoas, para defender o artista, dizem que ele é “ungido pelo Espírito Santo”, que ele “atrai multidões” e por aí vai.
Ungido? Eu não acho. Pode até atrair multidões, mas isso por si só não basta, pois a péssima Madonna, o medíocre Obama e a tal de Parada Gay também são campeões de audiência.
É um campeão de venda de discos românticos, um escritor de livros de auto-ajuda e apresentador de TV. Não digo que isso seja pouca coisa, mas associá-lo à Igreja aí já é demais, até porque o próprio não se intitula como “padre” nos livros que publica.
Dizem que ele prega Cristo, mas é um Cristo muito tolerante, relativista, talvez seja o tal do “cristo cósmico”.
A primeira, única e última vez que vi o cidadão foi no carnaval de 2001, num evento da RC"C" no ginásio do Ibirapuera (São Paulo – SP), chamado “Alegrai-vos”. O então jovem Fábio, que fora ordenado diácono na véspera, ainda transparecia humildade e vestia um clergyman preto, se bem que já falava com aquela voz de ator de novela de rádio, mas não era tão fashion como hoje.
Muitos apologistas do dito cujo chamam os que não gostam dele de invejosos, só porque o fulano [dizem] é “bonito, canta bonito e ‘fala de Deus bem bonito’”.
Não é bem por aí. Boniteza não ganha adeptos.
O Senhor veio nos salvar vestindo ternos bem feitos e sapatos devidamente lustrados? Ao contrário, Cristo nos trouxe a salvação de uma forma que O deixou horrível de se ver, de tão torturado que estava e cravado na cruz! Cf. Isaías 53, 2s e Filipenses 2, 6ss.
Tudo que é bonitinho um dia envelhece, enruga, fica feio, caduco, caquético e se acaba, por mais que se façam mil plásticas para reformar.
As cançõezinhas românticas do padre tocam o coração, relaxam e fazem até dormir, mas vemos nas Escrituras que o Salvador nos mandou vigiar e orar, e não relaxar ouvindo musiquinhas açucaradas e repousar no “espírito”.
Padres-galãs que fazem sucesso com incandescentes moçoilas só têm uma saída: o abandono da batina, como o Zeca “Deus é 10” e o Dalcides, ex-Canção Morna. Será Fábio o próximo?
E se alguém resolve lançar a campanha ‘”LARGA A BATINA, FABINHO”?
O público “feminino assanhado” agradece.
Parece duro? Não acho.
Parece inveja? Tampouco! Tudo bem que o cara é afinado, se veste bem e fala bonito, mas um padre PADRE não tem lá muito a ver com o que o reverendo em questão prega.

2 comentários:

Ana Maria Nunes disse...

E se alguém resolve lançar a campanha ‘”LARGA A BATINA, FABINHO”?


gente que batina? nem Missa ele celebra!!!!!!!

melhor assim, ó:

"CAMPANHA FORA PLAYBOY HEREGE"

OU

'CAMPANHA FORA PADRE DE BOTOX'

Evandro Monteiro disse...

PLAYBOY?
Ahahahahahahah!
BOTOX? Vixe...