terça-feira, 20 de abril de 2010

O anti-herói do relativismo

Cinco anos de pontificado e oitenta e três anos de vida: eis as idades de Joseph Ratzinger, o nosso querido papa Bento XVI.
Quantas provas, quantos ataques, quanto peso tem o fardo que esse alemão da Baviera tem de suportar, para reconduzir a Igreja no caminho de sempre.
Ratzinger não é bonachão como Roncalli (João XXIII), nem solícito com os “outros” como Montini (Paulo VI), tampouco simpático como Luciani (João Paulo I) e nem muito menos tão afeito à geopolítica, mídia e audiência como Wojtyla (João Paulo II).
Ninguém ainda o viu (e espera não vê-lo) recebendo “bênçãos” de algum guru hindu, nem beijando aquele horrendo Alcorão, nem dando a sagrada comunhão a mulheres pagãs desnudas.
Ninguém ainda o viu pedindo perdão por causa dos “erros” cometidos pela Igreja, apesar de toda essa avalanche anticatólica causada pelos escândalos de pedofilia.
Bento XVI ainda é um papa que usa da diplomacia, basta ver os encontros que mantém com representantes de países infiéis como a Turquia, e isso talvez cause certa impaciência nos ditos “tradicionalistas”, pois o sucessor de São Pedro deve, antes de tudo, anunciar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo a toda criatura.
Só que o papa tem feito coisas que nenhum de seus antecessores pós-Vaticano II ousou fazer: “cutucar a onça com vara curta”, “meter o dedo na ferida” e anunciar que havia lobos uivantes, ao contrário de outros tempos onde os papas, depois de João XXIII, passaram a buscar um diálogo fraterno com o mundo; deixaram de lado os lobos, as serpentes e as “raças de víboras”, as ovelhas passaram a conversar com os lobos, o que acabou colocando a salvação de todo esse rebanho em grande perigo.
Tornou-se um pontífice antipático aos “arautos da liberdade” que querem que os padres se casem, que os casais se separem, que a rapaziada alegre tenha filhos, que as mulheres tenham o direito de matarem os filhos e que possam ser “padras” e por aí vai.
O papa combate o relativismo, o materialismo, o hedonismo, enfim, essa porcariada que infesta o mundo, além de ser um defensor figadal da liturgia bem feita, e é contra os abusos litúrgicos, daí a raiva incontida que os lobos modernistas nutrem pelo bom e velho Ratzinger.
Viva o papa! É o que temos a falar, que o Senhor Deus dê vida longa ao sumo pontífice, e que lhe dê muita força para continuar conduzindo a Santa Igreja no lugar que Ela merece!

4 comentários:

João Cadete disse...

Faço minhas as tuas palavras e alegro-me pelos 5 anos de Pontificado - brilhante - de Bento XVI.

Que Deus o conserve e lhe dê a Sua força e luz. E que a Mãe Santíssima o proteja.

Um abraço de Portugal!

Evandro Monteiro disse...

João, que a Virgem de Fátima cumule de bênçãos o nosso pastor na viagem para Portugal em maio.
Saudações lusófonas.

Rogério disse...

Não beijou o alcorão mais está quase lá.

Veja nesse blog:
http://imagensdaapostasia.blogspot.com/

Evandro Monteiro disse...

Bom, mas ele não beijou aquilo.