sábado, 11 de outubro de 2008

A CNBB, sempre ela...

Como o episcopado tupiniquim gosta de inovar e aparecer...
Num dia desses, no Rio de Janeiro, aconteceu uma marcha promovida por alguma dessas ONG's que existem por aí, e que contou com o apoio entusiasmado da CNBB.
Foi a sensacional, inimitável e inigualável Marcha em Defesa da Liberdade Religiosa!
Lá no sítio da CNBB está escrito, esfuziante:
“Representantes de religiões, instituições da sociedade civil, imprensa, empresários e órgãos do governo federal participaram ontem na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ), da Marcha em Defesa da Liberdade Religiosa, que teve por tema ‘Liberdade Religiosa. Eu tenho fé!’”.

Hum... Imprensa? Empresários? Órgãos do governo federal? Podem crer que nesse ‘balaio de gatos’ estão infiltrados os abortistas e a rapaziada alegre do arco-íris!
Reuniram-se, segundo cálculos da própria organizadora da marcha, cerca de dez mil pessoas, na praia de Copacabana. Estavam lá, ecumenicamente juntinhos, católicos, macumbeiros, judeus e adeptos do hare krishna, entre outros.
Tem até as palavras de um representante da pastoral Afro-Brasileira da CNBB:

“A Marcha significou um momento importante para o Rio de Janeiro, porque as diferentes religiões se uniram contra algo que fere a democracia e o direito da livre expressão religiosa”.

Pastoral “afro”? Que coisa, nunca ouvi falar em pastoral “euro”! Já que esse pessoal gosta tanto de incrementar na liturgia católica, por que não questiona os umbandistas e macumbeiros em geral, o fato de não haver, nas religiões “afro”, um culto “euro” para aqueles que são de ascendência européia? Ou um terreiro com versão “nipo”, para os de origem japonesa? Imaginem aí como seria, um culto de candomblé que não evocasse os orixás, mas os espíritos dos antigos samurais!
É muita viagem!
Continua o afro-padre: “A perseguição e a intolerância contra uma religião específica é preocupação de todas as religiões e a Marcha tornou público, explicitou esse princípio”.
Por que ele não perguntou para os maometanos presentes no evento por que raios o Islã persegue tanto os cristãos? Que ódio tão grandioso e furibundo é esse que os sequazes de Maomé sentem por quem segue a CRISTO?
Que clero frouxo (isso mesmo, FROUXO!!!) nós temos! Se envergonha de anunciar o glorioso Nome de Nosso Senhor JESUS CRISTO a todos os povos, e se esconde quando tem a missão de dizer claramente que FORA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA NÃO HÁ SALVAÇÃO!
Covardia, não mais que COVARDIA!
Paulo, missionário por excelência, já dava o recado:
“Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!” (1 Cor 9, 16).

Ai da CNBB! Ai da Pastoral Afro-Brasileira! Ai de todos aqueles que foram ordenados no sacerdócio para anunciar a Boa Nova, a Justiça Divina e o chamado à conversão, mas que resolveram anunciar a palavra do irenismo e do relativismo!
Ai de nós também, que somos tentados pelo pacifismo e pelo politicamente correto.

__________________________________________________________

3 comentários:

Theophilus disse...

Erro condenado pela encíclica Syllabus de Pio IX que se aplica a esta manifestação de indiferentismo e ecumenismo apóstata da CNBB:

"79º É falso que a liberdade civil de todos os cultos e o pleno poder concedido a todos de manisfestarem clara e publicamente as suas opiniões e pensamentos produza corrupção dos costumes e dos espíritos dos povos, como contribua para a propagação da peste do Indiferentismo.

Aloc. "Nunquam fore", de 15 de Dezembro de 1856."

Eu já evito ler estas notícias para não vomitar.

Evandro disse...

Muito bem lembrado, Theophilus, o Syllabus condena esse tipo de encontro!
Que Nossa Senhora Aparecida te abençoe!

presentepravoce disse...

Bem lembrado meu amigo

Presisamos fazer uma pasta na CNBB para tratar da religião Europeia, uma vez que os tão famosos Países Europeus cheio de Santos nos altares católicos de todo mundo.

Agora já nem vão à Igreja, A França com tantos exemplos de santos Martires, amarga uma marca de catolicismo decadente, sendo que na vanguarda destes Franceses permaneceu por muitos anos o tão amado Dom Marcel Lefebvre, que pelo que vemos seus metódos não foram assim tão frutíferos, se comparado com os fracassados metódos usados pela CNBB no Brasil, pelo menos aqui a Igrejas são freguentadas pelos Católicos pecadores e cheio de erros, mas pelo menos estão tentando acertar o caminho de Deus.

Devemos fazer uma passeata em desagravo à decadência dos países Europeus que mesmo com uma grande maioria Católica estão perdendo suas vocações e seu espaço entre o povo, já que os fieis do passado não conseguiram levar seus filhos para a Igreja Católica do presente.

Manter a união dos filhos de Deus é mais importante que manter uma guerra Santa que acabaria levando o mundo ao abismo.
Passar bem.cqjrxip