quarta-feira, 11 de março de 2009

Todos contra D. José Sobrinho

São palavras de Dom Lourenço Fleichman OSB, na Permanência:

“Bastou um bispo agir segundo a lei da Igreja e o mundo desabou numa enxurrada de blasfêmias e xingamentos. A mídia com sua supremacia apresenta a coisa com essa presunção típica de quem se acha todo-poderosa. Dom José Sobrinho virou carrasco, quando o crime foi cometido por terceiros.
(...)
É evidente que o padrasto cometeu um pecado grave, mortal, que o levará para o inferno se não se arrepender antes da morte. (...) a excomunhão é uma pena prevista pelo Direito da Igreja. Ela é prevista para aqueles que matam criancinhas inocentes antes do nascimento e não é prevista para os abusos sexuais. Por quê? Pelo fato de que não há ninguém no mundo que possa vir em defesa dos inocentes assassinados. Por isso a Igreja acrescenta a pena social de excomunhão à pena interior que, por si só, já levaria alguém para o inferno. No caso de outros pecados mortais a Igreja considera que basta a condenação ao inferno, se a pessoa não se arrepender. Não gostou, senhor ministro? Pois fique sem gostar: essa é a lei da Igreja e o senhor não tem nada com isso.
Um caso similar ao da menina pernambucana ocorreu no Rio Grande do Sul, entretanto, não foi muito divulgado pela imprensa, já que a família não quis saber do aborto. Porém, como a gravidez continuou, o título da reportagem a seguir é o seguinte:

Como assim inércia? Ora, mas não é à mulher que cabe a decisão de manter ou não a gestação?
Em matéria um pouco imparcial, temos as palavras do bispo do lugar:

“O bispo da Diocese de Frederico Wespthalen, Antonio Carlos Keller, diz que o pároco local acompanha o caso. Ele afirma que a família, que é católica, não cogitou o aborto.”
Enquanto isso, um certo arauto da liberdade prega que é justo questionar os dogmas da Igreja.
Nada mais errado: já que é assim, porque ele não questiona os preceitos do judaísmo e do islamismo? Que ele julgue ao menos as religiões afro-brasileiras que sacrificam animais...
Alguma vez a Igreja questionou o regimento interno ou o código de ética das empresas do Grupo Folha? É óbvio que não!
Grande D. José Sobrinho! É de pastores como ele e D. Aldo Pagotto que a Igreja no Brasil precisa! Sem aqueles bispos verdes eco-chatos, ou os vermelhos libertinos, apoiantes do roubo do alheio, da união pró-homo e omissos em relação ao aborto!

2 comentários:

Theophilus disse...

Soube que o médico que fez o aborto na menina de Pernambuco foi ovacionado de pé em um evento.
Invertemos os valores. A lei natural se apagou quase completamente no coração de nossos conterrâneos.
Temo pelas conseqüências de tanta blasfêmia contínua a Deus e desrespeito pela vida dos inocentes.
Quanto mais enquistado o pecado, mais violenta será sua extirpação.
O Brasil está doente do espírito e maduro para beber da taça da ira de Deus.

Ana Maria Nunes disse...

E muitos estão recebendo ameças e insultos poe ficar ao lado dop Bispo.

Tudo isso seria até , vamos dizer, aaah a gente entende pq é herege mesmo, mas NÃOOOOOOOOOOO maior parte dos ataques vem do "católicos"