quarta-feira, 4 de março de 2009

Que podreira!

Fala-se de tudo e nada acontece. Acusa-se sem provas. E a Igreja é o alvo das pedras libertárias e igualitárias. Uma grande contradição, pois querem falar as mais absurdas besteiras e a Igreja, como instituição bem firmada, é ferozmente atacada quando reforça os valores por ela defendidos.
É o que se vê num texto, cuja autoria é ignorada, extraído de algum sítio qualquer:

“Ao condenar a homossexualidade hoje, a Igreja Católica vive a sua maior contradição. Apegou-se ao antigo passado, mas se confronta com a abertura do mundo real globalizado. Padres morrem em silêncio com o HIV. Padres fogem para saunas gays para saciar seus desejos. Superiores da ordem se envolvem homens numa relação com amantes profissionais. Sustentam seus homens com dinheiro e motos.
Ainda assim, a Igreja Católica se acha no direito de ser Estado. De ser contra a união civil entre homossexuais. Ainda assim a Igreja Católica insiste em alimentar o ódio aos gays. Fechar os olhos para a própria realidade é a maior doença do cristianismo hoje em dia.”

Vejam que são acusações gravíssimas; não digo que tais coisas (padres gays) não existam, mas é de uma leviandade sem tamanho, onde o autor, atrás do anonimato, acusa o catolicismo de algo muito vago.
Quem são esses padres?
Onde estão as provas?
Que eu saiba, o ônus da acusação deve ser do acusador, porém, na maioria das vezes, é à parte acusada – a Igreja – que cabe a prova em contrário.
Que eu me lembre, as palavras oficiais da Igreja Católica a respeito dos homossexuais são estas:

“Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Essa inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição.” (Catecismo da Igreja Católica, n.º 2.358)
Como depois de vermos palavras tão claras a respeito, poderíamos achar que a Igreja alimenta o ódio aos gays?

Portanto, se porventura aparecer alguém difamando os padres, saiba que na mesma medida em que existem sacerdotes escandalosos, há ainda muitos outros que dão exemplo de vida cristã, caridade evangélica e de seguimento a Cristo.

5 comentários:

Theophilus disse...

E ainda acrescentaria que os sacerdotes escandalosos são minoria que no entanto é usada por aqueles que se afastaram da Igreja, por sua livre e espontânea vontade, como justificativa para sua própria apostasia.

Ana Maria Nunes disse...

http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com/2009/01/arquelogos-e-peritos-policiais.html


Arqueólogos e peritos policiais investigam casas de Lutero e descobrem deshonestidades do heresiarca


Vale a pena conferir, e o blog é maravilhosos!!

David Ricardo Ribeiro Da Silva disse...

Ta ai seu para ! antes de falar de um santo como lutero vejam o papa nazista!
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://eliybarbosa.files.wordpress.com/2008/04/nazistas.jpg&imgrefurl=http://eliybarbosa.wordpress.com/2008/04/06/cap-2-o-nazismo-e-a-igreja-crista/&usg=__OKH-XvSJfsxY8vJSt-Vb2RZg3Uo=&h=336&w=500&sz=49&hl=pt-BR&start=37&um=1&itbs=1&tbnid=SFDAdFUIEW7NQM:&tbnh=87&tbnw=130&prev=/images%3Fq%3Dpapa%2Bnazista%26start%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26lr%3Dlang_pt%26sa%3DN%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1

David Ricardo Ribeiro Da Silva disse...

vé se aceita meu comentário e não se faça de covarde como esse papa assassino nazista

Evandro Monteiro disse...

Prezado David "desinformado" Ricardo, taí o seu comentário, não fui covarde não.
Sinceramente, você utilizar um autor PROTESTANTE para se basear na tese furada de que a Igreja Católica apoiou o nazismo é, no mínimo, uma baita falta de bom senso.
Lutero santo? AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!
Um blasfemador que chegou a afirmar que Cristo era adúltero, que Deus era estúpido, entre outros absurdos, nunca deveria ser considerado "santo".