quarta-feira, 27 de julho de 2011

“Quem dera se fosse verdade” ou “Leva um maometano pra casa!”

O que dizer da esquerdalha festiva?

Uma esquerdista francesa escreveu que existe uma verdadeira onda de islamofobia na Europa. Como estou no lado de cá do Atlântico, não sei muito sobre o tema, mas o pouco que sei já é capaz de deixar qualquer ocidental consciente de cabelo em pé.

A imigração maciça de africanos e árabes, praticamente todos muçulmanos, está alterando irremediavelmente a demografia européia.

Essa gente se instala na Europa e, sem querer se ajustar às regras e às leis dos países europeus, quer é impor as suas tradições e o pior: já há quem queira que a tal da xaria seja aceita.

Diz a articulista:

A intolerância religiosa é uma realidade cotidiana na Europa, tem por alvo principal os muçulmanos e ataca o pluralismo religioso, negando-se a compartilhar o espaço público com religiões minoritárias ou tolerando apenas práticas consideradas 'seculares'.”

Pergunto:

Por que ela não vai ao Paquistão visitar a Asia Bibi? Essa sim sofre esse tipo de intolerância!

Sucessivas menções do presidente francês, Nicolas Sarkozy, e da chanceler alemã, Angela Merkel, sobre o fracasso do multilateralismo em países onde essa política nunca foi promovida, e o discurso de fevereiro do primeiro-ministro britânico, David Cameron, que associou o multiculturalismo com o terrorismo islâmico, são alguns dos exemplos mais recentes.”

Pergunto:

Acaso o tão celebrado multiculturalismo trouxe algo de bom à Europa? Os amigos leitores de Portugal podem responder isso melhor.

O desejo de tornar o Islã invisível não só causa discursos estigmatizantes, como também novas leis. No dia 29 de novembro de 2009, 57,5% dos cidadãos suíços optaram, em um referendo popular, pela proibição de construir novos minaretes em seu país. Isto parece ser parte de uma tendência europeia. [Tomara! Deus queira!]

Em 2004, a França proibiu o uso do 'niqab', tradicional véu islâmico, nas escolas públicas, por considerá-lo um símbolo de ostentação religiosa. No dia 11 de abril deste ano, entrou em vigor uma nova lei proibindo o uso desse véu em "lugares públicos” de todo o país. Isto é, em todas as partes, menos dentro de casa, no automóvel, no trabalho ou na mesquita.

Um estudo da Open Society Foundation concluiu que menos de duas mil mulheres cobrem seu rosto com esse véu na França. Muitas já sofriam insultos e, às vezes, até assédio físico. A nova lei somente incentivará mais abusos. Mas, ainda são permitidas as procissões cristãs que exigem cobrir os rostos de quem as realiza.”

Pergunto:

E as cristãs que sofrem assédio sexual e são tratadas como escravas pelos maometanos, hein dona Virginie? Nenhuma palavra? Só porque são cristãs?

Ao menos os seguidores do porco de Meca podem construir suas enormes e feias mesquitas. E os cristãos nas terras do Islã, têm direito à reciprocidade?

A extrema-direita europeia ocupou o espaço público para afirmar agressivamente sua cultura contra as práticas muçulmanas. As ações que insultam deliberadamente os muçulmanos aumentam. Na Itália, o direitista partido Liga Norte organiza procissões de porcos nos locais onde se planeja construir mesquitas. Na França, um movimento antimuçulmano que diz ser secular organiza festas de 'salame e vinho', dirigidas contra as tradições islâmicas que proíbem comer porco e beber álcool.”

Os europeus devem sim afirmar sua cultura! Eles insultam os muçulmanos? Coitadinhos! Os maometanos são tão pacíficos, não é mesmo?

Essa dos porcos na Itália eu gostaria de ver...

“Neste contexto, como é possível proteger as religiões minoritárias no espaço público?”

Eu é que pergunto, dona Virginie. Como é possível proteger os cristãos em países como Costa do Marfim, Índia ou Iraque?

E o tribunal da opinião pública europeia parece se tornar cada vez menos tolerante. A possibilidade de igualdade entre as religiões ainda está em questão na Europa.”

O mais "engraçado" nisso tudo é que aqueles que defendem os direitos dos "coitadinhos e pobrezinhos" maometanos são os mesmos que querem retirar os crucifixos das repartições públicas!

Para encerrar, só gostaria de saber:

Porque essa cadela não se muda lá para a Arábia Maldita, digo, Saudita, e vai escrever e falar de liberdade religiosa em Meca?

Por que ela não vai questionar os aiatolás de Teerã sobre liberdade religiosa também?

Por que ela não abriga logo uma família de muçulmanos em sua própria casa? Aí, quem sabe, ela passe a achar bom viver sob as regras da xaria...

Onde foi que achei o texto da dona Virginie? Ora onde, adivinha...

Comunismo de sacristia misturado com burrice só podia dar nisso!

2 comentários:

FireHead disse...

Sinceramente espero bem que essa porca do esquerdume tenha razão! A reacção da Europa face à islamização, se é que já está a acontecer, já vai tarde, pois era para ontem! Há muito lixo para limpar.
Não deixa de ser impressionante como ainda nos andam a atirar à cara o Anders Breivik. No ano passado houve 45 atentados da extrema-esquerda e nenhum da extrema-direita, em 2009 foram 40 contra 4, em 2008 foram 28 contra 0, em 2007 foram 21 contra 1 (dados da Europol) e alguém disse alguma coisa nos mé(r)dia dominados pelo esquerdume?
Dessa porra não escreve a estúpida dessa vaca esquerdista que deve ficar muito bem de burqa!

Evandro Monteiro disse...

Só espero, FireHead, que se vier algum muçulmano vir me encher o saco, que pelo menos não me exija que retire o texto (como já aconteceu anteriormente), que ao menos rebata esses casos de perseguição aos cristãos mundo afora.
Outra coisa: acabei de ver na televisão uma reportagem sobre a Somália. Se alguém tiver alguma dúvida sobre como seria um futuro califado mundial desejado pelos cães raivosos, basta ver a merda que virou aquele infeliz país africano.